Google terá busca segura com padrão SSL

A partir da próxima sexta-feira, o mecanismo de busca começará a liberar modo de busca codificada pelo padrão SSL para as pesquisas via web

Internautas que quiserem proteger suas buscas no Google contra uma possível espionagem agora têm a opção de codificar a sessão usando o padrão SSL.

A tecnologia SSL foi feita para prevenir acessos não autorizados aos dados que trafegam entre o computador do usuário e o servidor.

No caso da busca do Google, o SSL protege a transmissão dos termos inseridos pelo usuário e os resultados do serviço.

O Google começará a liberar a versão codificada da busca na próxima sexta-feira. Para usar, bastará digitar “https” em vez de “http” na barra de endereços do browser (https://google.com)

“Acreditamos que os usuários irão apreciar essa nova opção de busca. É uma adição útil à privacidade e segurança online, e continuaremos a adicionar codificação em mais opções de busca”, escreveu Evan Roseman, engenheiro de software do Google, no blog oficial da empresa.

A busca SSL será em modo beta (teste), e pode apresentar alguns bugs. Por exemplo, pode ser mais lenta que o normal, porque uma conexão segura precisa ser estabelecida. Inicialmente, a opção estará disponível somente para a busca via web, não as pesquisas de imagens e mapas.

Fonte: IDG Now!

Garantindo assim que você possa ignorar as normas da empresa onde trabalha onde proíbem que você busque por “mulher pelada”, “pirata”, “warez” e agregados… se não esqueçam que ao clicar no link você sai do SSL…

Google lança recurso para usuários acompanharem status de serviços

Londres – Após Gmail ficar fora do ar por algumas horas, Google lança Status Dashboard, para usuários acompanharem ‘saúde’ de aplicativos.

Na quarta-feira (25/02), o Google incluiu um novo recurso para o Google Apps, a Status Dashboard, para que os usuários se mantenham melhor informados sobre bugs em seus serviços.

O recurso é lançado dois dias após o Gmail sair do ar por algumas horas no mundo inteiro. O Google disse, no ano passado, que se esforçaria para informar os consumidores sobre problemas após alguns bugs no webmail.

O Google Apps Status Dashboard mostra uma lista de aplicativos, como o Gmail, Video e Docs, e um box com um sinal verde sinalizando que o serviço está no ar. Caso haja alguma falha, um “x” vermelho aponta que o serviço não está funcionando, uma marca amarela mostra que há uma interrupção na operação.

Além disso, o recurso possui um feed RSS para acompanhamento dos status.

Jeremy Kirk, editor do IDG News Service, de Londres
Fonte: IDG Now!

YouTube ganha player maior para exibir vídeos em widescreen

São Paulo – Player de vídeos do YouTube foi expandido para 960 pixels, se adaptando a melhor qualidade dos vídeos e dos monitores dos usuários.

O YouTube mudou o formado de exibição de seus vídeos na segunda-feira (24/11). Agora, o player do YouTube foi expandido para 960 pixels, para se adaptar melhor a formados de vídeo em widescreen.

O Google explicou no blog oficial do YouTube que o aumento se deve à melhor qualidade de vídeos que os usuários têm criado e às novas telas dos monitores que estão sendo usadas.

“O player mais largo é uma adaptação às proporções widescreen e esperamos que proporcione uma experiência mais poderosa ao assistir vídeos”, diz a equipe do YouTube.

Os vídeos comuns, em formato 4:3 serão reproduzidos normalmente, mas passando a incluir faixas laterais em preto.

Fonte: IDG Now!

Versão do Google para empresas agora indexa sites on-demand

Framingham – As páginas podem ser indexadas segundo a necessidades dos administradores de sistemas para melhorar impacto em buscas.

O Google acrescentou um recurso ao Site Search, voltado para empresas de médio porte, que permite indexar as páginas de acordo com a necessidade dos administradores de sistema. Dessa maneira, as páginas criadas mais recentemente deverão aparecer nas buscas feitas pelos usuários.

De acordo com a empresa, as pesquisas feitas dentro de sites corporativos não têm impacto nos resultados exibido no Google.com. Isso porque a reindexação do mecanismo de buscas acontece em prazos diferentes.

A indexação ‘on-demand’ funciona para que a caixa de buscas utilizada em um site seja atualizada ao máximo, mas não influencia na indexação das páginas. Dessa forma, o Google não pode ser acusado de oferecer Search Engine Optimization (SEO) a usuários pagantes.

Os webmasters podem incluir os mapas dos sites no Site Search para que todas as páginas sejam indexadas e buscáveis pelo Google.

Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham
Fonte: IDG Now!

Google cria aplicativo de reconhecimento de voz para buscas no iPhone

São Paulo – Programa gratuito que estará disponível a partir de hoje permite que pessoas façam buscas sem precisar digitar uma palavra.

Um novo aplicativo do Google para o iPhone que usa reconhecimento de voz para fazer buscas na web será lançado ainda hoje, de acordo com o jornal norte-americano The New York Times.

O software converte questões em inglês, como “Onde fica o Starbucks mais próximo?”, para um arquivo digital, que é enviado aos servidores do Google, que “entendem” a frase e trazem o resultado da busca, segundo o jornal.

Usando a rede 3G da AT&T, o resultado vem rápido e inclui respostas locais, graças ao uso dos serviços de localização via GPS do iPhone.

O produto de reconhecimento de voz do Google concorre com outros já criados pela Microsoft e pelo Yahoo! para outras plataformas.

O novo software do Google deve estar disponível para download ainda hoje na App Store norte-americana.

Fonte: IDG Now!

Google usa buscas para monitorar epidemias de gripe nos EUA

Framingham – Empresa diz que algumas pesquisas se tornam mais comuns quando as pessoas estão gripadas e podem antecipar tendências.

O Google descobriu que, ao analisar as buscas relacionadas com gripe feitas em seu site, é possível antecipar possíveis epidemias da doença até duas semanas antes que os sistemas de monitoramento governamentais.

Os resultados da pesquisa foram publicados nesta semana em um hotsite chamado Google Flu Trends, que revelaram uma relação entre as buscas por tópicos sobre gripe e a quantidade de pessoas realmente contaminadas pela doença.

De acordo com a empresa, algumas pesquisas se tornam mais comuns quando as pessoas estão gripadas. A vantagem do Google é que ele consegue filtrar a pesquisas e obter dados automática e instantaneamente, enquanto os sistemas de monitoramento do governo norte-americano levam até duas semanas para obter dados semelhantes.

Para epidemiologistas, essa capacidade de antecipar casos de gripe pode ajudar a reduzir o número de pessoas atingidas pela doença. “Nossas estimativas podem ser usadas por oficiais de saúde para combater melhor epidemias sazonais”, disse a empresa em seu site. A empresa disse que não violou a privacidade de seus visitantes, pois as estimativas são feitas a partir de contagens anônimas.

Eventualmente, o site pode utilizar a mesma metodologia para determinar outros tipos de epidemia. Hoje em dia, a empresa oferece um serviço chamado Google Health, que permite manter o histórico médico de um paciente online. A ferramenta que permite identificar possíveis epidemias de gripe ajudaria a impulsionar esse serviço, que foi lançado em maio deste ano.

Heather Havenstein, editor da Computerworld, em Framingham
Fonte: IDG Now!