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	<title>RasgaBit/s &#187; Telefônica</title>
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		<title>Telefónica quer que Google pague por melhorias na infraestrutura de internet</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Palhaçada]]></category>
		<category><![CDATA[Picaretagem]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Já reparou que, nos últimos anos, os preços da banda larga têm despencado, enquanto os megabits por segundo só fazem aumentar? É assim nas principais capitais, que contam com serviços como Speedy, Oi Velox, NET Virtua e GVT. O problema é que a conta de melhorar as telecomunicações está ficando cada vez mais alta. Mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já reparou que, nos últimos anos, os preços da banda larga têm despencado, enquanto os megabits por segundo só fazem aumentar? É assim nas principais capitais, que contam com serviços como Speedy, Oi Velox, NET Virtua e GVT. O problema é que a conta de melhorar as telecomunicações está ficando cada vez mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo tendo lucros fabulosos, as operadoras de telefonia parecem ter perdido fôlego para continuar investindo na expansão das redes de dados. E a melhor solução para esse problema é mandar a conta da internet para o Google e outros provedores de conteúdo pagarem, ao menos se depender da Telefónica (da Espanha). A informação foi levantada pelo El Mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da empresa, que controla a Telefônica e a Vivo no Brasil, admitiu durante o Mobile World Congress que está conversando com o gigante das buscas a respeito desse assunto. César Alierta disse que a liquidez das operadoras caiu, enquanto os custos continuam a subir.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá na Europa a previsão é de que as empresas de telecom invistam 91 bilhões de euros (mais de R$ 200 bilhões, ou o equivalente a 4,5 Eikes Batistas) para atualizar suas redes até 2014. Do total, 61 bilhões são para as redes móveis, enquanto os demais 26 bilhões de euros devem ser empregados em fibra ótica.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso não seja suficiente, a Telefónica, Vodafone e demais companhias europeias correm o risco de desembolsar até 147 bilhões de euros por essa atualização. Considerando-se que o Google tem lucro bilionário atrás de lucro bilionário, bem que ele podia ajudar a pagar essa conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa não é a primeira vez que o presidente da Telefónica fala em pedir ajuda financeira aos provedores de conteúdo. Na MWC 2010, Alierta disse em tom raivoso que os buscadores usam a rede das telecoms sem pagar nada por isso. Ele ainda prometeu emitir contas de uso indevido da infraestrutura de rede para o Google, o Bing e o Yahoo. Nesse ano, Alierta mostrou mais calmo e pronto para negociar com os buscadores e demais serviços que sugam boa parte da banda mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que ele consegue convencer o Google a pagar pelas melhorias na infraestrutura? Algo me diz que o sr. Alierta terá dificuldades para conseguir um cheque assinado por Eric Schmidt.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Outra notícia relacionada:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong>César Alierta, presidente mundial da Telefônica, afirmou durante uma conferência que sua companhia pretende começar a enviar faturas ao Google, Bing, Yahoo e outros mecanismos de busca pelo uso indevido de sua estrutura para indexar conteúdo da web.</p>
<p>“Os mecanismos de busca costumam usar nossa rede sem pagar nada, o que é bom pra eles e ruim para a gente. Obviamente que essa situação precisa mudar”, afirmou durante um evento empresarial organizado pela empresa Price Walterhouse Coopers. Para o executivo, as empresas que têm lucros com a web precisam dividir seus rendimentos com as operadoras responsáveis pela infra-estrutura da internet.</p>
<p>Especialistas apontam a possibilidade dos sistemas de busca simplesmente serem bloqueados caso de recusem a pagar o pedágio que pode ser imposto pelos espanhóis.</p>
<p>Atualmente operando em 25 países, incluindo o Brasil, a Telefônica é uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, com aproximadamente 270 milhões de usuários em sua base de clientes. Suas estratégias de crescimento são voltadas sobretudo para Europa e América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Tecnoblog</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Meu comentário</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tá bom&#8230; então tá, daqui a pouco tão cobrando R$ 0,33 por mensagem no MSN. Já pagam pra usar a infra da Telecômica e agora querem cobrar do destinatário dos pacotes. Já tô até vendo um registro de pingos como na propaganda da TIM.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ser francos. Isso que a Telefônica quer é só não arcar sozinho com as despesas. Por que então eles não negociam um ponto a ponto direto ao IDC do Google? Uma conversa nesse sentido é bem mais adequado do que tarifar o Google, Yahoo ou quem quer que seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí se alguém acessar seu blog vai ter uma tarifa paga pelo blogueiro. Se é por isso tirem esses cabos todos daqui porque isso NÃO é viável. Nem para o Google. Não é porque lucra bilhões é que tem que dividir com qualquer $%$¨@!#$@ que aparece. Ahhhh, esperaí, eu já vi isso em algum lugar&#8230;. deixa eu lembrar&#8230;. ahhh sim. O nome disso é ASSALTO. Você trabalha e um vagabundo vem e te rouba porque pura e simplesmente a vida dele não é boa.</p>
<p style="text-align: justify;">Telefônica, menos. Menos.</p>
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		<title>Lentidão em Links Internacionais.</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 18:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Embratel]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>
		<category><![CDATA[Uptime]]></category>

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		<description><![CDATA[Já foi reportado agora à tarde lentidão nos links internacionais saindo das operadoras: Embratel Telefonica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já foi reportado agora à tarde lentidão nos links internacionais saindo das operadoras:</p>
<p>Embratel</p>
<p>Telefonica</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Telefônica ainda não tem definição sobre lançamento da banda larga popular</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 12:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Provedores]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora afirme não ter até o momento novidades sobre o projeto, companhia diz que mantém intenção de apresentar serviço até o final de janeiro. A Telefônica informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda tem não novidades sobre sua oferta de banda larga popular, projeto que faz parte do programa de internet de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Embora afirme não ter até o momento novidades sobre o projeto, companhia diz que mantém intenção de apresentar serviço até o final de janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A Telefônica informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda tem não novidades sobre sua oferta de banda larga popular, projeto que faz parte do programa de internet de alta velocidade anunciado pelo governo do Estado de São Paulo no dia 15/10/2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a companhia reafirma, mais uma vez segundo seu departamento de comunicação, que nada mudou em relação à previsão de apresentar o serviço ao mercado até o final de janeiro, conforme posição tomada pela empresa em 8/12/2009. Isso quer dizer então que o projeto deve ser lançado até o final desta semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante da proximidade do término do prazo – dia 31/1/2010 é no próximo domingo -, a reportagem perguntou se o lançamento estava programado para a Campus Party, evento de cultural digital patrocinado pela Telefônica que começou ontem em São Paulo e se estenderá  até domingo. “Não há nada programado em relação a isso para o evento”, disse a assessoria de imprensa da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Histórico<br />
A intenção da companhia de comercializar o serviço foi divulgada durante a Futurecom, feira do setor de telecomunicações realizada em São Paulo em outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, a operadora afirmou que o projeto seguirá as especificações do decreto da banda larga popular formatado pelo governo do Estado de São Paulo, que estabelece a isenção de ICMS para serviços de internet. A ideia inicial da Telefônica era começar as vendas no dia 9/11/2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o projeto foi adiado. A mudança nos planos, em novembro, ocorreu pouco tempo depois de a companhia  se envolver em uma polêmica. A Telefônica havia anunciado que seu pacote de banda larga popular estaria disponível apenas para seus clientes. Assim, os interessados deveriam contratar um plano de telefonia fixa para então assinarem a internet de alta velocidade a preços acessíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo de São Paulo, no entanto, informava que, para receber isenção do ICMS, a oferta deveria seguir as normas estipuladas no decreto que estabeleceu o programa. E, por essas regras, o plano de banda larga popular não poderia estar vinculado à aquisição de qualquer outro produto.<br />
Questões técnicas</p>
<p style="text-align: justify;">A internet rápida popular da Telefônica será oferecida por meio de tecnologia sem fio Wi-Mesh ou Wi-Fi.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo declarou à Computerworld em outra ocasião o diretor do segmento residencial da empresa, Fabio Bruggioni, a solução é mais adequada para comunidades verticais, como os conjuntos habitacionais da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), e menos para regiões horizontais, como a comunidade de Heliópolis, porque os equipamentos são mais facilmente instalados e melhor distribuídos do ponto de vista geográficos em prédios.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esta é uma forma de conseguirmos oferecer o produto para quem não é cliente Telefônica&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IDG Now!</p>
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		<title>Telefônica eleva valor da oferta de compra da operadora GVT</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[GVT]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho de Administração da Telesp, empresa que controla a Telefônica, aprovou o aumento da oferta pela operadora GVT para 50,50 reais por ação, ante os 48 reais oferecidos há quase um mês. Com isso, o valor total da operação subiria de 6,5 bilhões para 6,95 bilhões de reais. A decisão do conselho ocorreu um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho de Administração da Telesp, empresa que controla a Telefônica, aprovou o aumento da oferta pela operadora GVT para 50,50 reais por ação, ante os 48 reais oferecidos há quase um mês. Com isso, o valor total da operação subiria de 6,5 bilhões para 6,95 bilhões de reais.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão do conselho ocorreu um dia após a assembleia geral de acionistas da GVT ter eliminado mecanismos de proteção da dispersão da base acionária, previstos nos estatutos da companhia. Uma das condições para que a cláusula seja eliminada é que a oferta por ação teria de ser no mínimo de 48 reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota à imprensa, a companhia anuncia que o incremento na oferta tem como objetivo reforçar a intenção da Telefônica em adquirir 100% das ações da GVT. O mesmo comunicado informa que o preço adicional é baseado nas informações a respeito dos bons resultados apresentados pela GVT no terceiro trimestre de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: ComputerWorld</p>
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		<title>Cobrança de assinatura inviabiliza projeto banda larga popular, diz Idec (Em São Paulo)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Speedy]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Entidade critica plano da Telefônica de exigir pagamento de linha de telefone para oferecer internet rápida em projeto do governo. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acredita que o sucesso do projeto do governo de São Paulo de oferecer banda larga a preços acessíveis ao consumidor de baixa renda, medida que seria possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entidade critica plano da Telefônica de exigir pagamento de linha de telefone para oferecer internet rápida em projeto do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acredita que o sucesso do projeto do governo de São Paulo de oferecer banda larga a preços acessíveis ao consumidor de baixa renda, medida que seria possível com a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), está ameaçado.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso se deve ao fato de a Telefônica pretender cobrar assinatura de telefone para quem desejar acesso à internet rápida por R$ 29,80, valor previsto pelo programa governamental.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Embora o Idec considere positivas as iniciativas que visem reduzir o custo final ao consumidor, a manutenção da prática da venda casada &#8211; na qual o consumidor precisa assinar um telefone fixo para ter acesso à banda larga &#8211; diminui significativamente o impacto da redução do ICMS sobre o serviço&#8221;, argumenta o instituto em comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Valor elevado</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do Idec, o problema é que, com a assinatura, o valor final a ser desembolsado pelo usuário não será tão acessível quanto pareceria à primeira vista, ficando na casa dos 70 reais ou 80 reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota divulgada à imprensa na semana passada, a Telefônica limita-se a dizer que tomou a iniciativa de viabilizar uma oferta que será oferecida a todos os seus assinantes, algo que, no entendimento da empresa, atende às características estabelecidas pelo decreto do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Venda casada</p>
<p style="text-align: justify;">O Procon-SP engrossa o coro em defesa da posição do Idec. Para o órgão, a imposição da venda de um serviço mediante a aquisição de outro configura venda casada, o que é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora institucional da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do<br />
Consumidor), Maria Inês Dolci, o programa do governo de São Paulo não atingirá o<br />
público-alvo caso permita a cobrança da assinatura pela Telefônica. “O conhecimento não chegará a quem realmente precisa. Por esse valor, o programa se torna inviável”, lamenta Inês.</p>
<p style="text-align: justify;">“O governo deverá reverter esta situação, já que sua função social é levar conhecimento e informação a população carente”, defende a coordenadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IDG Now!</p>
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		<title>Telefônica faz oferta para comprar a GVT e oferece R$ 6,5 bilhões</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[GVT]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Telefônica encaminhou fato relevante à CVM na manhã desta quarta, 7, informando a aprovação, por seu conselho de administração, de uma oferta pública voluntária para a aquisição de 100% das ações da GVT ao preço de R$ 48,00 pagos em dinheiro, sujeita a algumas condições. Com isso, faz uma oferta superior à da Vivendi, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span id="lblTexto">A Telefônica encaminhou fato relevante à CVM na manhã desta quarta, 7, informando a aprovação, por seu conselho de administração, de uma oferta pública voluntária para a aquisição de 100% das ações da GVT ao preço de R$ 48,00 pagos em dinheiro, sujeita a algumas condições. Com isso, faz uma oferta superior à da Vivendi, que era de R$ 42,00 por ação.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como a oferta da Vivendi, a Telefônica coloca como condição o controle de pelo menos 51% das ações, a dispensa dos mecanismos de proteção de dispersão da base acionária previstos em estatuto pela GVT e a aprovação pela Anatel. Ao contrário da oferta da Vivendi, não existe um acordo prévio entre a Telefônica e os controladores da GVT (Grupo Swarth e Global Village Telecom Holland BV), que controlam cerca de 30% do capital da empresa. Pelo menos, esse acordo prévio não está explícito no fato relevante, o que leva a crer que se trata de uma oferta por parte da Telefônica não esperada pela GVT.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o fato relevante da empresa espanhola, a oferta total pode chegar a R$ 6,5 bilhões e se justifica por conjugar suas operações no Brasil e as da GVT, o que &#8220;apresenta uma lógica estratégica bastante atraente para ambas as companhias&#8221;. Segundo a Telefônica, &#8220;as operações da GVT apresentam um encaixe geográfico perfeito com as operações da Telesp e a complementaridade dos seus negócios não apenas permitirá que a Telesp tenha uma presença efetiva na Região II do PGO, como também propiciará a ampliação da concorrência no mercado de telecomunicações em âmbito nacional. A alta administração da GVT é um exemplo comprovado de capacidade de criação de uma empresa líder de telecomunicações no Brasil e a Telesp tem muito interesse em manter essas habilidades, experiência e motivação no grupo resultante&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A oferta está sendo feita antes do prazo final de 16 de outubro estabelecido pela Vivendi para a conclusão do acordo. Com isso, as ações da GVT iniciaram as negociações em bolsa nesta quarta com alta de 15,65% no meio da manhã e cotadas em R$ 47,30.</p>
<p style="text-align: justify;">A GVT teve nos 12 meses encerrados em junho receita líquida e EBITDA ajustado de R$ 1,5 bilhão e R$ 574 milhões, respectivamente. Em 30 de junho de 2009 a GVT tinha aproximadamente 2,3 milhões de linhas em serviços, incluindo voz, banda larga, dados e serviços de VoIP. Recentemente, a GVT deu início à implementação de sua rede de ultra banda larga.</p>
<p style="text-align: justify;"><span>Fonte: Teletime News<br />
</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Oi, Telefônica e BrT ignoram novas regras do call center, diz Idec</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>

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		<description><![CDATA[De 31 pontos analisados pelo órgão de defesa do consumidor sobre novas regras do SAC, Oi cumpriu apenas 14, Telefônica 18 e Brasil Telecom 21. As operadoras de telefonia fixa BrT, Oi e Telefônica apresentam uma série de irregularidades quanto ao cumprimento das regras impostas pela nova lei de call center, ou lei do SAC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 31 pontos analisados pelo órgão de defesa do consumidor sobre novas regras do SAC, Oi cumpriu apenas 14, Telefônica 18 e Brasil Telecom 21.</p>
<p style="text-align: justify;">As operadoras de telefonia fixa BrT, Oi e Telefônica apresentam uma série de irregularidades quanto ao cumprimento das regras impostas pela nova lei de call center, ou lei do SAC, aponta uma pesquisa realizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo realizado entre os dias 21 e 24 de julho deste ano envolveu quatro ligações para cada uma das operadoras com o objetivo de avaliar a acessibilidade do serviço, a qualidade do atendimento, o acompanhamento das demandas e o procedimento para a resolução, além do tratamento dado ao pedido de cancelamento do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 31 critérios analisados pelo Idec, a Oi cumpriu menos da metade (14 quesitos), a Telefônica fez 18 pontos e a Brasil Telecom, que se fundiu à Oi, completou 21 pontos, mostra a análise publicada na revista do Idec, em setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Decreto 6.523/08, que está em vigor desde 1º de dezembro de 2008, estabelece uma série regras para o SAC dos setores regulados pela esfera federal (entre eles o de telefonia), incluindo prazo máximo de um minuto de espera pelo consumidor e opção de acesso direto ao operador do call center no menu inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando o objetivo era cancelar o serviço, o desrespeito foi notável&#8221; destaca o Idec. &#8220;Embora o Decreto determine que a solicitação deva ser atendida imediatamente e pelo primeiro atendente, os operadores não foram objetivos e tentaram dissuadir o consumidor do cancelamento.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade do atendimento foi o que mais deixou a desejar, segundo a pesquisa. &#8220;Nenhum funcionário, por exemplo, soube explicar adequadamente sobre a portabilidade numérica, embora a medida esteja em vigor em todo o país desde março&#8221;, afirma o instituto.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à portabilidade, segundo o Idec, o atendente da BrT deu a informação incorreta de que o cliente deveria cancelar a linha antes de solicitar a portabilidade à outra operadora e não mencionou os documentos necessários para a mudança. Já o atendente da Telefônica afirmou ser papel da empresa para a qual o pesquisador estava interessado em migrar esclarecer as suas dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação da entidade, as operadoras não investiram o suficiente para se adequar às mudanças, e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) peca na fiscalização e na punição.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltas graves<br />
&#8220;Embora o SAC da BrT tenha obtido o melhor resultado, ainda está longe do ideal, visto que dez itens foram descumpridos&#8221;, informa o Idec. Entre os destaques negativos, a operadora realizou transferências indevidas em ligações para cancelamento de serviço, que ocorreram nas duas vezes em que o pesquisador ligou.</p>
<p style="text-align: justify;">A Telefônica, em segundo lugar, falhou ao exigir digitação do número do CPF do titular da linha antes de a ligação ser transferida ao atendente e não apresentar as opções de falar com um atendente, fazer reclamação e cancelar, no primeiro menu eletrônico, como determina a lei. Além disso, segundo a entidade de defesa do consumidor, o sistema de reconhecimento de voz da operadora não compreendeu a solicitação do pesquisador.</p>
<p style="text-align: justify;">A Oi apresentou o pior resultado no teste pelo atendimento inadequado em várias ligações. Em três delas, os primeiros atendentes disseram não ser aptos para resolver as demandas (inclusive cancelamento) e transferiram a ligação. &#8220;Para piorar, em algumas chamadas o segundo atendente pediu que o pesquisador repetisse sua solicitação&#8221;, observa a análise do Idec.</p>
<p style="text-align: justify;">O número do protocolo de atendimento continua sendo um problema entre as concessionárias de telefonia, que não enviam a informação por SMS ou e-mail ao cliente, mesmo com o pedido do cliente. &#8220;Os atendentes também não tinham acesso ao histórico das demandas, e nenhuma das três empresas enviou a gravação das ligações ao pesquisador, o que é gravíssimo&#8221;, aponta o Idec.</p>
<p style="text-align: justify;">A instituição conclui que &#8220;boa parte dos direitos do consumidor assegurados pela regulamentação é ignorada pelo atendimento das concessionárias de telefonia fixa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No final de julho deste ano, as operadoras de telefonia Oi e Claro foram acionadas pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), órgão ligado ao Ministério da Justiça, pelo descumprimento à Lei do Call Center. Em agosto, as operadoras propuseram ao Ministério da Justiça um acordo envolvendo melhorias em seus serviços para evitar o pagamento da multa de até 300 milhões de reais para cada empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IDG Now!</p>
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		<title>Dia de caos nos serviços de telefonia atormenta usuários</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Telefônica]]></category>
		<category><![CDATA[TIM]]></category>

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		<description><![CDATA[Operação das empresas Telefônica, em São Paulo, e Oi e TIM, em Minas Gerais, enfrentam sérios problemas na terça-feira (8/9). A volta do feriado foi caótica. Além da forte chuva que afeta diversas regiões do País, uma pane atrapalhou o serviço da Telefônica em boa parte da manhã. Enquanto a situação com a companhia espanhola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Operação das empresas Telefônica, em São Paulo, e Oi e TIM, em Minas Gerais, enfrentam sérios problemas na terça-feira (8/9).</p>
<p style="text-align: justify;">
A volta do feriado foi caótica. Além da forte chuva que afeta diversas regiões do País, uma pane atrapalhou o serviço da Telefônica em boa parte da manhã. Enquanto a situação com a companhia espanhola bagunçou a vida dos paulistas &#8211; segundo a empresa, apenas a capital e região metropolitana de São Paulo tiveram o serviço interrompido -, Minas Gerais sofreu com problemas na operação de pelo menos outras duas companhias: Oi e TIM.</p>
<p style="text-align: justify;">Responsável por prestar o serviço de telefonia fixa no mercado mineiro, a Oi emitiu comunicado sobre os problemas. &#8220;A Oi informa que, devido à ocorrência de uma falha numa central da empresa em Belo Horizonte, observou-se congestionamento pela manhã na capital mineira em seu serviço de longa distância&#8221;, consta no comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado é que os usuários tiveram dificuldades para completar as chamadas. &#8220;O congestionamento durou até o fim da manhã, quando os serviços foram normalizados&#8221;, finaliza a nota feita pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A companhia de telefonia celular TIM afirmou que os problemas enfrentados por seus clientes hoje decorreram exatamente da instabilidade nos serviços da Oi. A operação no mercado mineiro ficou prejudicada por volta das &#8220;10h em função de uma falha no equipamento da Telemar&#8221;, disse a TIM por meio de comunicado, referindo-se à operadora que hoje adota a marca Oi.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os usuários TIM da área 31 não conseguiram originar chamadas para números da Telemar, nem utilizar o código de seleção de prestadora (CSP) 31. Clientes TIM das áreas 32, 33 e 37 não conseguiram fazer ligações com o CSP 31. Os serviços foram restabelecidos por volta das 13h de hoje&#8221;, consta na nota enviada pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Explicações</p>
<p style="text-align: justify;">Detalhes das razões que motivaram todas essas panes ainda não são plenamente conhecidos. No caso da Telefônica,  segundo informações fornecidas pela área de atendimento da operadora de telefonia, as dificuldades para realização de chamadas durante a manhã seriam resultado de instabilidades nos backbones da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa segunda tentativa de contato com o suporte da Telefônica, a reportagem do IDG Now! relatou que identificou problemas na região do ABC, por exemplo. Recebeu como resposta &#8211; por meio do atendimento eletrônico &#8211; que o respectivo problema não estava na linha do assinante para o qual a reportagem telefonou, mas sim na rede responsável pela região.</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem também tentou contato com a assessoria de imprensa da organização por volta das 12h, por meio de um aparelho fixo, mas não conseguiu completar a chamada por esse sistema. O contato só foi efetivado por meio do celular.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa confirmou que o serviço enfrentou problemas nesta manhã em São Paulo, mas disse que não tem informações detalhadas sobre a pane. É possível que a forte chuva que caiu sobre a região metropolitana hoje tenha afetado o serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço telefônico da organização passou a dar sinais de normalização a partir aproximadamente das 13h, quando  começou novamente a ser possível a realização de chamadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Histórico de problemas</p>
<p style="text-align: justify;">A pane sofrida hoje pelo serviço da Telefônica soma-se a outros casos. Em 9 de junho, por exemplo,  as linhas mantidas pela empresa ficaram mudas ou não completaram chamadas no Estado de São Paulo. Além da capital, consumidores de regiões como Jundiaí, Ribeirão Preto, São José dos Campos e Praia Grande, entre outros locais, queixaram-se da interrupção do serviço. A pane foi provocada por uma &#8220;falha humana cometida pela equipe de um fornecedor que presta serviços na rede da empresa&#8221;, alegou a operadora por meio de comunicado divulgado na ocasião.</p>
<p style="text-align: justify;">Em abril, o Speedy, provedor de banda larga da companhia, passou por instabilidade durante dois dias, pouco tempo depois de outra parada no serviço de acesso à internet da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês de julho de 2008, a empresa enfrentou uma queda generalizada em sua estrutura de voz e dados que desconectou não apenas o usuário doméstico, mas também órgãos do governo estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">A recorrência nos problemas com o serviço seriam resultado, segundo especialistas no setor, da falta de investimento em infraestrutura e na qualificação de pessoal, entre outros fatores.</p>
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		<title>Speedy: em menos de um mês, usuários relatam novos problemas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 04:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telefônica]]></category>
		<category><![CDATA[Telecômica]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; Telefônica diz investigar o que está ocorrendo. Atendimento telefônico do Speedy aponta que serviço está em manutenção. Desde o início da tarde desta quinta-feira (2/7), os usuários paulistas do serviço de banda larga da Telefônica, o Speedy, estão com problemas na conexão. Esta é a segunda vez que os clientes do Speedy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São Paulo &#8211; Telefônica diz investigar o que está ocorrendo. Atendimento telefônico do Speedy aponta que serviço está em manutenção.<br />
Desde o início da tarde desta quinta-feira (2/7), os usuários paulistas do serviço de banda larga da Telefônica, o Speedy, estão com problemas na conexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a segunda vez que os clientes do Speedy enfrentam dificuldades em menos de um mês. No dia 16 de junho, internautas começaram a relatar problemas de acesso. Na época, a operadora disse não ter identificado um bug generalizado.</p>
<p style="text-align: justify;">As vendas do Speedy foram suspensas no dia 23 de junho pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) devido a inúmeras panes no serviço.<br />
Após a decisão, a Telefônica apresentou um plano de 70 milhões de reais para melhorar a oferta. Os usuários, contudo, ainda enfrentam problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cristiano Oliveira, da cidade de São Paulo, afirma que em muitos momentos não consegue sinal e, ao obter sucesso na conexão, sua velocidade é de aproximadamente 17 Kb por segundo &#8211; seu plano é de 4 MB.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Vinicius Lombardi, de Guarulhos, ficou sem acesso por quase 2 horas &#8211; entre 13h15 e 15h15. Ao se conectar novamente, reclama que “é preciso recarregar a maioria das páginas, e a velocidade está abaixo do normal”.  O usuário Rodrigo Rox permaneceu sem conexão por cerca de 3 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Usar um sistema de domínios DNS (do inglês Domain Name System) alternativo foi a solução encontrada por Jefferson Midei, que na pane anterior, iniciada no dia 16 de junho, também foi vítima das falhas. “A conexão acontece, mas a navegação está muito lenta”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o usuário Gregori Pavan, da cidade de Peruíbe, um assistente da Telefônica confirmou, por meio de atendimento telefônico no número 10315, que o Speedy está em manutenção em todo o estado de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Telefônica confirmou a nova instabilidade no Speedy e disse que mobiliza equipes técnicas para solucionar as dificuldades de navegação.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IDG Now!</p>
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		<title>Problemas na Telefonica</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 11:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rasga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telefônica]]></category>
		<category><![CDATA[Telecômica]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que os problemas vão longe. Muitos usuários reclamam de lentidão e problemas constantes no DNS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que os problemas vão longe. Muitos usuários reclamam de lentidão e problemas constantes no DNS.</p>
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