Microsoft divulga correção para falha grave nas versões 5, 6 e 7 do IE

São Paulo – Em atualização urgente, Microsoft corrige falha grave que permitia que usuários do browser fossem infectados apenas navegando.

A Microsoft divulgou na tarde desta quarta-feira (17/12) uma atualização de segurança fora do calendário para uma falha nas versões 5, 6 e 7 do navegador Internet Explorer, como prometido pela empresa.

A falha no IE, descoberta no começo do mês inicialmente apenas no Internet Explorer 7, atinge também as duas versões anteriores do navegador, conforme admitiu a Microsoft na semana passada.

A brecha foi considerada “grave” por permitir que um usuário tenha um cavalo-de-tróia instalado em seu PC apenas de visitar um site malicioso.

Com o malware instalado no seu sistema, o usuário poderia ser vítima de crackers que usam o cavalo-de-tróia para executar ações maliciosas, como enviar spams e roubar dados.

A correção, classificada como “urgente” pela Microsoft, forçou a companhia a quebrar seu tradicional protocolo de correções, reservado apenas para as segundas terças-feiras de todo mês, em processo conhecido como “Patch Tuesday”.

O boletim MS08-078 pode ser baixado no site Microsoft Update ou na ferramenta Windows Update integrada ao sistema operacional de mesmo nome.

Fonte: IDG Now!

Volume de ataques de negação de serviço dobrou em 2008, diz pesquisa

Framingham – Cada vez mais poderosos, os ataques distribuídos de negação de serviço ganharam muito espaço no ano, de acordo com a Arbor Networks.

Os ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) estão cada vez mais freqüentes, seja contra os provedores de internet ou contra consumidores.

De acordo com pesquisa da Arbor Networks, os DDoS mais do que dobraram no último ano. As informações são do levantamento anual da Arbor Networks com provedores de internet na América do Norte, Europa e Ásia.

Os ataques de negação de serviço agora atingem intensidade de 42Gb por segundo, contra 24Gb por segundo em 2007 e 17Gb por segundo em 2006.

“A força desse ataque é a maior que já vimos,” disse o Chief Technology Officer (CTO) da Arbor Rob Malan. Ele acredita que o crescimento dos ataques de negação de serviço está relacionado com o crescimento dos backbones dos provedores de internet assim.

Para Malan, a maioria dos ataques de DDos buscam atingir e inundar a infra-estrutura dos provedores de internet e aplicações web de consumidores comuns. “Com isso, eles conseguem um pedido que usa ao mesmo tempo o banco de dados e o servidor web. Eles estão procurando por vulnerabilidades,” disse.

De acordo com 15% dos entrevistados, o tempo médio para controlar esse tipo de ataque foi de 15 minutos ou menos. Já 29% dos entrevistados levaram entre 16 a 30 minutos. Levou uma hora para 26% dos entrevistados com 30% dos ouvidos levando mais de uma hora para controlar esse ataque.

Os equipamentos mais visados dos provedores de internet são os serviços de DNS, roteadores, componentes de VoIP e balanceadores de carga.

Apesar do perigo, a maior preocupação dos ISPs não está nos DDoS. O spam ocupa o posto de líder de ataques que drenam recursos operacionais, seguido por DDoS e uso da rede da empresa para transferência em P2P.

Ellen Messmer – Network World, EUA
Fonte: IDG Now!

Microsoft explica por que demorou para corrigir ‘bug de 7 anos’

Framigham – Porta-voz diz que correção poderia tornar inoperantes os aplicativos baseados em rede. Patch ocorreu quando risco foi minimizado.

A Microsoft explicou na quarta-feira (11/11) por que levou mais de sete anos para reparar uma falha. Eles disseram que apenas há um ano descobriram como corrigir o bug sem destruir a maioria dos aplicativos baseados na rede.

O problema num componente do Windows chamado Server Message Block (SMB), usado para compartilhar documentos e arquivos via redes de computadores, foi reparado na atualização da última terça-feira (10/11). A falha deixava redes corporativas vulneráveis por meio de um malware enviado por e-mail que poderia roubar as credenciais de autenticação da vítima.

Em um texto postado no blog Microsoft Security Response Center (MSRC), o porta-voz Christopher Budd reconheceu a vulnerabilidade de sete anos. “Quando este problema foi levantado em 2001, dissemos que poderíamos não fazer as mudanças necessárias para corrigi-las sem impactar negativamente os aplicativos baseados na rede. Para ser claro, o impacto poderia deixar muitos, até mesmo todos os aplicativos inoperantes”, disse Budd.

Em vez de interromper os aplicativos, a Microsoft descartou a correção e disse às empresas que elas poderiam se proteger usando uma assinatura SMB, apesar de esta não ser uma solução suficiente. “A realidade é que havia obstáculos semelhantes que tornaram impraticável para clientes implementarem a assinatura SMB” admitiu Budd.

Ao mesmo tempo, o “SMB relay attacks”, nome dado ao ataque quando ele foi comprovado por um cracker em 2001, foi possível.

Mas a Microsoft não se deixou levar pela questão, disse Budd. “Ao longo do ano passado, no entanto, o contínuo trabalho nos mostrou um modo de resolver a questão descrita no ataque e também minimizou o impacto nos aplicativos em rede”. O resultado foi a correção da última terça-feira.

Para especialistas como Eric Schultze, da empresa de segurança Shavlik Technologies LLC, que trabalhou na falha assim que foi descoberta, parece que a Microsoft foi simplória sobre isso por um tempo. “Poderíamos ter resolvido isso em poucos meses se tivéssemos usado a cabeça. Estou contente pelo bug ter sido consertado, mas isso poderia ter sido reparado na época”, disse ele.

Gregg Keizer, editor da Computerworld, dos EUA
Fonte: IDG Now!

Falha no AVG provoca reboot no XP em português

São Paulo – Empresa divulga correção de erro que afeta versões gratuita e comercial do antivírus AVG 7.5 e AVG 8.0 e dispara reboot no PC.

A AVG Technologies divulgou, nesta quarta-feira (12/11) esclarecimentos sobre a correção de um erro nas versões gratuita e comercial do antivírus AVG 7.5 e AVG 8.0. O problema provoca o reboot contínuo de máquinas rodando o sistema operacional Windows XP em português, italiano, holandês, francês e espanhol.

O erro no scanner do AVG acusa o arquivo “user32.dll” de conter o cavalo-de-tróia PSW.Banker4.APSA ou Generic9TBN e aconselha o usuário a remover o arquivo. O procedimento leva diversas máquinas a entrarem em loop de reinicialização.

No comunicado, a AVG informa que está liberando imediatamente uma nova atualização dos softwares afetados para corrigir o problema. A empresa também comunica a criação de uma seção de informações específicas no website da AVG para permitir que os usuários resolvam o problema.

Para obter informações adicionais e fazer o download da ferramenta para correção, os usuários devem acessar os seguintes links: http://www.avg.com/support/HotTopics1574 FalsePositiveuser32.dll http://www.avg.com/support/HotTopics1574 FalsePositiveuser32.dll – fix tool

“Os usuários que não conseguirem usar seus PCs devem entrar em contato com seu revendedor da AVG ou pedir a algum amigo para fazer o download das informações e da ferramenta de correção. Após rodar a ferramenta de correção, os usuários devem colocar em funcionamento o programa de atualização do AVG para fazer o download e instalar a atualização correta da AVG”, explica a empresa em seu comunicado, reforçando um pedido de desculpas pelo inconvenientes aos usuários do antivírus.

Fonte: IDG Now!

Microsoft leva mais de 7 anos para correção

São Francisco – Falha no componente SMB foi descoberta em março de 2001 e permitia roubar senha e controlar computadores remotamente.

Sete anos e meio. Esse foi o tempo que a Microsoft levou para corrigir um problema em um componente do Windows chamado Server Message Block (SMB), usado para compartilhar documentos e arquivos via redes de computadores. A falha foi descoberta em março de 2001 e, desde então, hackers desenvolveram vários códigos para explorar a vulnerabilidade. O problema só foi corrigido na terça-feira (11/11), com a divulgação do pacote de correções mensal da Microsoft.

“Isso e, definitivamente, fora do comum”, disse o gerente de pesquisas da Symantec, Ben Greenbaum. Ele disse que não sabe o motivo de a Microsoft ter demorado tanto tempo para corrigir a falha.

“Esperei desde 2001 por essa correção”, disse Eric Schultze, Chief Technology Officer da Shavlik Technologies. Segundo Schultze, a falha deixava as redes corporativas muito vulneráveis.

Para explorar a falha no componente SMB, é preciso precisa enviar um e-mail malicioso que tentaria se conectar a um servidor administrado pelo hacker. Esse servidor tentaria então roubar as credenciais de autenticação da vítima. Teoricamente, uma aplicação de firewall bloquearia esse tipo de ataque. Mas dentro de uma rede corporativa, as chances de esse ataque funcionar são bem maiores.

Por isso mesmo, Schultze disse que considera o patch “crítico” para computadores em ambientes corporativos. Segundo ele, é muito fácil executar um ataque SMB hoje em dia. Procurada pela reportagem, a Microsoft não se manifestou.
Robert McMillan, editor do IDG News Service, em São Francisco

Fonte: IDG Now!

Comodo Internet Security GRÁTIS

Pra quem já conhece o firewall produzido pela Comodo, agora é a vez do antivírus.

O pacote contém: antivírus, firewall e defesa pró-ativa (detecta alterações do registro, keyloggers, root-kits, trojans, e vários tipos de malware).

Baixe Já!

Phishing em nome do Banco Central

Brasília – Para roubar dados das vítimas, novo golpe inclui link malicioso convidando para o acesso a suposto sistema de segurança.

O Banco Central revelou nesta quarta-feira (05/11) que pessoas mal intencionadas estão enviando phishings em nome da instituição, tentando induzir os internautas a preencher cadastros, copiar arquivos ou executar outros procedimentos.

O BC esclareceu que não envia mensagens de correio eletrônico diretamente a correntistas e usuários do sistema financeiro nacional, exceto em resposta a consultas específicas pedidas por clientes do sistema.

Os phishings, segundo a instituição, vêm com o logo e convida os clientes a atualizar um suposto sistema de segurança por meio de um link para uma página maliciosa.

Em março deste ano, crackers também criaram um golpe em nome do Banco Central, requisitando o preenchimento de um cadastro para tornar as transações mais seguras.

Fonte: IDG Now!

Snort

Pessoal da universidade de skovde na Suécia  montou esse excelente poster/resumo  com informações sobre o funcionamento do snort, muito bom para ensinar e conhecer o snort.

Para acessá-lo:

 http://www.snort.org/vrt/docs/white_papers/snortposter.pdf

Fonte: Rodrigo Montoro(Sp0oKeR) da Comunidade Snort Brasil (http://www.snort.org.br/)

63% dos usuários clicam em botão “Ok” de pop-up

São Francisco – Pesquisa revela que internautas têm uma reação padrão para mensagens de erro que aparecem a partir de seus browsers: clicar no “Ok”.

Psicólogos da Universidade do Estado da Carolina do Norte descobriram que usuários de computadores têm dificuldades para distinguir entre mensagens de alarmes falsos do Windows e as reais.

Em uma experiência que testou a reação de 42 estudantes universitários usuários de internet, revelou-se que quase dois terços deles (63%) clicariam em “Ok” sempre que vissem uma pop-up de alerta, fossem falsas ou não.

“Muitas pessoas caem nesse tipo de ataque por não reconhecer os elementos visuais que diferenciam as janelas de alertas falsos das reais”, concluíram os pesquisadores.

Para especialistas em segurança, essa é uma má notícia já que mensagens pop-up podem levar o usuário a lugares muito ruins na internet.

Na experiência, usuários consideravam as janelas pop-up irritantes e precisavam se livrar delas o mais rápido possível, disse Mike Wogalter, professor da universidade e co-autor do estudo. “Eles realmente não pensavam sobre aquilo”, disse ele.

Em um truque bem conhecido, vítimas enviam um e-mail com link para um site que promete um videoclipe interessante. Quando eles tentam assistir, no entanto, uma mensagem pop-up diz que eles precisam instalar um software codec para conseguir ver o vídeo.

Na verdade, o software é um cavalo-de-tróia que baixa programas maliciosos no computador da vítima para depois rastrear logins e senhas.

Para piorar tudo, pop-ups falsas estão cada vez mais sendo encontradas em sites legítimos, freqüentemente distribuídas via redes de publicidade online, disse Eric Howes, diretor de pesquisa da Sunbelt Software.

“Está se tornando um problema real porque poucos anos atrás você veria essas pop-ups fakes apenas em lugares suspeitos na internet”.

O professor assistente de Harvard, Ben Edelman, concorda que pop-ups enganosas são um grande problema. “Eles estão generalizados, especialmente quando você vai para novos sites muito enfeitados. Se você vai para o MySpace ou apenas visita a busca do Google e clica nos resultados, é provável que pise em falso sobre esses anúncios”, alertou Edelman.

Bancos brasileiros ganham domínio exclusivo

São Paulo – NIC.br coloca em operação o b.br, que só poderá ser usado em sites de instituições financeiras, que exigem transações seguras.

A partir da quarta-feira (24/09), os bancos brasileiros ganharam a liberdade de usar um domínio exclusivo na Internet, o b.br. Segundo dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o Brasil tem 30 milhões de usuários de Internet Banking.

Bradesco, Itaú, HSBC, Citibank e Citi e o banco de investimentos Schahin já solicitaram o novo domínio, de acordo com Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), que responde pelo registro de nomes de domínio na internet brasileira.

Getschko explica que a iniciativa aumenta o nível de segurança de operações bancárias realizadas por meio da Internet, por dois motivos. Primeiro, porque o b.br só poderá ser usado por instituições financeiras – a triagem das instituições será realizada pelo núcleo.

“Acho bom criar uma estrutura de domínios que separe determinadas comunidades do geral. Hoje, há 1,35 milhão de domínios .com e certamente muita gente usa esse fato para criar nomes semelhantes para criar alguma confusão”, afirma o presidente do NIC.br.

O segundo fator que aumenta a segurança, segundo o NIC.br, é que o novo domínio exige a adoção do protocolo DNSSEC, que adiciona segurança ao DNS. Com ele, a resposta do DNS é assinada, informando que a instituição que está respondendo é de fato a que deveria. “Não quer dizer que isso resolve todos os problemas, mas elimina parte do problema”, destaca Getschko.

Isso porque para que a possibilidade de fraude no DNS fosse eliminada, toda a cadeia de resolução usada pelo usuário final deveria adotar o DNSSEC, e não apenas o NIC.BR. Além do .b.br, o domínio .jus.br, criado no início do ano, também tem as características de exclusividade e obrigatoriedade de uso do protocolo DNSSEC. De acordo com Getschko, o .jus.br conta com aproximadamente 180 integrantes.

O presidente do NIC.br acredita que, inicialmente, ao acessar sites .b.br, o usuário será redirecionado para a página .com.br, mas Getschko ressalta que mesmo assim o acesso será mais seguro. Os bancos poderão manter os dois domínios ou, se preferirem, continuar apenas com o .com.br.

Fonte: IDGNow!