Review – Como escolher operadora 3G?

Tarefa nem sempre fácil pois independe da “marca” do serviço ou seja, da operadora, mas a qualidade da rede importa muito, tanto da torre até você quanto da torre em diante.

Isso vale tanto pro telefone quanto para os modems 3G, na real a rede é a mesma, se você acessa no celular ou no modem dá no mesmo. Apesar das operadoras cobrarem tarifas diferenciadas, nada muda do lado deles, não se engane. A diferença é que pouca gente tem paciência para navegar na internet longos períodos no celular o que é bem diferente de quem acessa no computador.

No Brasil temos 4 operadoras fortes em 3G: Claro, Oi, TIM e VIVO, mas como escolher? Vou mostrar os prós e os contras, já que já utilizei todas em vários estados. Vou abordar qualidades técnicas, problemas e valores médios.

Por ordem alfabética.

CLARO


Qualidade da rede em capitais:Ótima, rede cobre a maior parte das cidades com UMTS e/ou HSDPA.

Qualidade da rede no interior do estado: Boa, cobre a maior parte das cidades maiores e nas menores em EDGE tem qualidade aceitável.

Entrega de banda prometida: Sim, dentro de condições boas de sinal.

Operadoras de saída: Normalmente sai pela Embratel o que mantém boa velocidade e qualidade geral de rotas.

Atendimento telefônico: Alguns atendentes com sotaque quase incompreensível, voz abafada, não compreendem o que você pede. Tem que repetir várias vezes.

Atendimento por e-mail: Respondem 2 dias depois ou mais. Não resolvem o problema e ainda mandam ligar pro atendimento telefônico.

Atendimento por chat: O atendimento pelo chat só funciona corretamente no Internet Explorer (sim, existe Firefox, Chrome, Opera também, viu Claro?…) só serve pra dúvidas rápidas, atendimento impreciso e lento.

Resolução de problemas: Todos os problemas que eu tive eram culpa do São Pedro, do Papa, menos com a Claro. Claro teste pra cancelar é um parto. erram na conta como na NET. Só quem tem sabe… mas leva quase 15 dias em vários telefonemas pra conseguir alguma solução. Anatel sempre é a melhor escolha.

Tarifas: Várias opções de pacotes de dados por Mega. Tanto pra celular quanto pra computador. Consulte a tarifa pro seu estado no site da Claro. É a melhor em custo x benefício, mas se precisar de atendimento você estará ferrado.

Custo x Benefício: 4.0/5

Conclusão: A Claro com certeza deve ser uma das suas primeiras opções. Pena que o atendimento peca demais.

OI

Qualidade da rede em capitais: Muito boa. Maior parte da cidade coberta com UMTS ou HSDPA

Qualidade da rede no interior do estado: Ruim. Maior parte coberta por EDGE e lenta.

Entrega de banda prometida: Nas capitais boa. No interior ruim.

Operadoras de saída: Oi (não precisa comentar contrata 100 vem 10…)

Atendimento telefônico: Pós-confusão depois da Brasil Telecom virar Oi o atendimento está razoável. Se não resolve, Anatel resolve. Voz de fácil compreensão mas com vários sotaques.

Atendimento por e-mail: Se existe nunca usei.

Resolução de problemas: Único problema é que eu pegava quase 10x a banda contratada, pra mais, então nunca reclamei. As contas sempre vieram certas. Tirando os aumentos bem acima do autorizado pela Anatel ainda assim eram bem melhores que a concorrência. E com a banda a mais… foi ótimo. Hoje a banda está na velocidade contratada, nas capitais.

Tarifas: Por mega, piorou muito depois da entrada da Oi na região da Brasil Telecom.

Custo x Benefício: Deve ser sempre sua última opção.

Conclusão: 3.0/5 – São muito desorganizados. Da mesma forma que me entregavam pra mais poderiam me entregar pra menos…

TIM

Qualidade da rede em capitais: Ótima. E tem melhorado. UMTS ou HSDPA constante.

Qualidade da rede no interior do estado: Uma bosta. Não tinha como definir diferente. Se você mora no interior, a TIM não é sua opção.

Entrega de banda prometida: Sim, mesmo em EDGE dá pra ter boa performance.

Operadoras de saída: Intelig, ótima infra, ótima latência, IPv6.

Atendimento telefônico: Nunca tive problemas com a TIM até esse ano onde ainda estou tentando me entender com eles… mas nada que atrapalhe o uso dos serviços. De um ano pra cá a voz é abafada e de difícil compreensão pra maioria dos atendentes.

Atendimento por e-mail: É mandar e esperar. Esperar e esperar. E não resolvem.

Resolução de problemas: Normalmente resolvem os problemas. Às vezes precisa mais de uma ligação.

Tarifas: Tarifam por pingos megas, horas e ilimitado pra celular.

Custo x Benefício: Se você mora na capital e raramente vai pro interior é a sua primeira opção.

Conclusão: 4.5/5

VIVO

Qualidade da rede em capitais: Muito boa – cobertura completa na maior parte das cidades com UMTS e HSDPA. Mas tem dias que cai, dá problema, fala dentro de lata e só volta funcionar bem no outro dia.

Qualidade da rede no interior do estado: Muito boa, se você mora no interior a VIVO deve ser fortemente considerada.

Entrega de banda prometida: Nem sempre. Segundo eles depende do relevo da região… tá, depende também, mas não há promessas de banda, apesar de normalmente entregar.

Operadoras de saída: Telefonica.

Atendimento telefônico: Qualidade boa de áudio. Sotaque aceitável. Mas 500 protocolos para uma coisa simples.

Atendimento por e-mail: Se tem nunca usei.

Resolução de problemas: Resolução em menos de uma semana \o/

Tarifas: Por mega. Se excede reduz a velocidade. Dependem de cada estado.

Custo x Benefício: Pelo geral é muito bom.

Conclusão: 4.5/5

Passei uma idéia geral das experiências que eu tive com as operadoras. Acho que já é um bom começo, de consumidor para consumidor, de optar pelo melhor (ou menos pior) de cada uma.

Se você tem comentários, eles sempre são bem-vindos. Se você têm uma experiência diferente, relate aqui no blog, mas não esqueça de incluir sua cidade e estado!

Lula diz que programa de banda larga ficará pronto em 15 dias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante uma coletiva de imprensa em Três Lagoas (MS) nesta sexta-feira (19/2), que o Programa Nacional de Banda Larga deve ficar pronto em duas semanas. “Talvez mais uns 15 dias para frente possamos ter um programa de banda larga”.

Segundo o presidente, o projeto demorou para ficar pronto – a apresentação final foi adiada quatro vezes – porque ele quis ouvir todas as partes envolvidas na questão para formatar uma proposta.

“Convoquei uma reunião com o governo, não fiquei satisfeito. Convoquei uma segunda, uma terceira, não me agradaram. Então convoquei uma quarta reunião com o governo”, disse.

“Depois dos encontros com o governo pedi para o pessoal uma reunião com todas as empresas privadas. Depois quis uma reunião com todos os bichos grilos que discutem banda larga neste País”.

“Agora já ouvimos todo mundo. Está quase pronto”, afirmou.

O presidente também confirmou a utilização da Telebrás para ofertar banda larga.

“Que ela (Telebrás) vai crescer, vai, porque nós vamos recuperar a Telebrás. Nós vamos utilizar ela para fazer banda larga neste país”, disse.

Lula tratou de ressalvar, no entanto, que será uma empresa diferente daquela que o país um dia conheceu.
“O que seria uma Telebrás? Eu não quero uma Telebrás com três mil, quatro mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos ao governo”.

O mercado estava esperando o anúncio de reativação da Telebrás na última reunião entre Lula e os técnicos do governo para apresentação do PNBL no último dia 10/02. Entretanto, técnicos afirmam que o governo ainda tinha dúvidas sobre o estatuto de criação da empresa, uma vez que a nova estatal terá papel diferente da atual. A nova Telebrás será responsável pela infraestrutura que vai entrega banda larga pública.

Logo após a confirmação pública da intenção de reativação da Telebrás pelo presidente Lula, as ações da companhia valorizaram 14,8%, repetindo o que já havia acontecido no dia 3 de fevereiro, após a informação de que Lula havia afirmado o mesmo para representantes da sociedade civil em reunião sobre o PNBL em Brasília.

Em setembro do ano passado, o papel da antiga estatal era oferecido na Bovespa a 42 centavos. Era uma ação praticamente sem liquidez e presença na carteira de grandes corretoras. Mas desde outubro do ano passado começou a valorizar.

A Bovespa e BM&F chegaram até a pedir explicações para o diretor de relações com investidor da Telebras, Jorge da Motta Silva, sobre as fortes oscilações registradas com as ações ordinárias e preferenciais de emissão da estatal durante o mês de janeiro.

Analistas do mercado afirmam que antes de o governo federal anunciar a volta da Telebras os papéis da estatal estavam no ostracismo. E reconhecem que esse comportamento é um movimento especulativo para atrair investidores.

Iniciativa privada vai participar

No que se refere à participação da iniciativa privada, Lula declarou que cobrará das companhias um serviço a preço acessível na última milha.

“Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, está fora. Para isso, o Estado tem de ter capacidade de barganhar”.

Fonte: IDG Now!

Bom, empresa pública de banda larga. Legal. Será que terá Traffic Shapping ou monitoramento da PF mesmo?

Telefônica ainda não tem definição sobre lançamento da banda larga popular

Embora afirme não ter até o momento novidades sobre o projeto, companhia diz que mantém intenção de apresentar serviço até o final de janeiro.

A Telefônica informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda tem não novidades sobre sua oferta de banda larga popular, projeto que faz parte do programa de internet de alta velocidade anunciado pelo governo do Estado de São Paulo no dia 15/10/2009.

Mas a companhia reafirma, mais uma vez segundo seu departamento de comunicação, que nada mudou em relação à previsão de apresentar o serviço ao mercado até o final de janeiro, conforme posição tomada pela empresa em 8/12/2009. Isso quer dizer então que o projeto deve ser lançado até o final desta semana.

Diante da proximidade do término do prazo – dia 31/1/2010 é no próximo domingo -, a reportagem perguntou se o lançamento estava programado para a Campus Party, evento de cultural digital patrocinado pela Telefônica que começou ontem em São Paulo e se estenderá até domingo. “Não há nada programado em relação a isso para o evento”, disse a assessoria de imprensa da companhia.

Histórico
A intenção da companhia de comercializar o serviço foi divulgada durante a Futurecom, feira do setor de telecomunicações realizada em São Paulo em outubro.

Na ocasião, a operadora afirmou que o projeto seguirá as especificações do decreto da banda larga popular formatado pelo governo do Estado de São Paulo, que estabelece a isenção de ICMS para serviços de internet. A ideia inicial da Telefônica era começar as vendas no dia 9/11/2009.

Mas o projeto foi adiado. A mudança nos planos, em novembro, ocorreu pouco tempo depois de a companhia se envolver em uma polêmica. A Telefônica havia anunciado que seu pacote de banda larga popular estaria disponível apenas para seus clientes. Assim, os interessados deveriam contratar um plano de telefonia fixa para então assinarem a internet de alta velocidade a preços acessíveis.

O governo de São Paulo, no entanto, informava que, para receber isenção do ICMS, a oferta deveria seguir as normas estipuladas no decreto que estabeleceu o programa. E, por essas regras, o plano de banda larga popular não poderia estar vinculado à aquisição de qualquer outro produto.
Questões técnicas

A internet rápida popular da Telefônica será oferecida por meio de tecnologia sem fio Wi-Mesh ou Wi-Fi.

Segundo declarou à Computerworld em outra ocasião o diretor do segmento residencial da empresa, Fabio Bruggioni, a solução é mais adequada para comunidades verticais, como os conjuntos habitacionais da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), e menos para regiões horizontais, como a comunidade de Heliópolis, porque os equipamentos são mais facilmente instalados e melhor distribuídos do ponto de vista geográficos em prédios.

“Esta é uma forma de conseguirmos oferecer o produto para quem não é cliente Telefônica”, afirmou o executivo.

Fonte: IDG Now!

Ofertas 4G devem ser lançadas por no mínimo 12 operadoras em 2010

São Paulo – ABI Research avalia que disponibilidade de espectro é fundamental para lançamento de serviço. No Brasil, tema está indefinido.

Pelo menos 12 operadoras devem lançar serviços de quarta geração de telefonia celular (4G) baseados no padrão Long Term Evolution (LTE) no próximo ano, informou a consultoria ABI Research nesta terça-feira (16/06). O mercado de assinantes desse serviço ultrarrápido de dados deve chegar a 34 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010.

A promessa é que o LTE ofereça velocidades capazes de concorrer à altura do cabo (como o Virtua, da NET, e o Ajato, da TVA) e do DSL (no Brasil representado por serviços como o Speedy, da Telefônica, e o Velox, da Oi). Segundo a consultoria, a disponibilidade de espectro é o principal fator a impactar os planos de desenvolvimento.

Em países onde os órgãos reguladores do setor de telecom estão tornando o espectro disponível, muitas operadoras anunciaram planos para lançar ofertas de LTE, incluindo Estados Unidos e China, por exemplo. Já onde não há espectro disponível, as empresas estão postergando esses planos.

A faixa de frequência homologada e mais adotada pelos países para o LTE é a de 2,5 GHz (embora, nos Estados Unidos, a opção tenha sido pela de 700 MHz), que atualmente é ocupada no Brasil por serviços oferecidos pelas operadoras de TV a cabo por meio da tecnologia Multipoint Multichannel Distribution (MMDS).

A ocupação desta faixa de frequência é um assunto que está sendo debatido pelo governo, Agência Nacional de Telecomunicações e indústria. Fabricantes como Qualcomm, Nokia-Siemens, Alcatel-Lucent, NEC e Ericsson defendem que essa faixa de frequência seja destinada ao LTE, seguindo um alinhamento mundial que daria maior escala econômica à tecnologia e consequente queda de custos.

“São 300 mil usuários de TV por assinatura contra 155 milhões de telefonia celular. Deve haver um deslocamento de serviços para outra faixa”, avalia Newton Scartezini, consultor do setor de telecomunicações. “A proposta que existe é no sentido de reservar parte ou toda a faixa para o serviço móvel”, completa.

Globalmente, as primeiras operadoras que pretendem lançar LTE em 2010 são Verizon Wireless, MetroPCS Wireless e U.S. Cellular, nos Estados Unidos; NTT-DoCoMo e KDDI, no Japão; TeliaSonera, Tele2 e Telenor, na Europa; e a maior operadora do mundo, a China Mobile, que deve oferecer os serviços a partir de 2011.

No Brasil, os especialistas dizem que a demanda por serviços de dados e o crescimento da base de assinantes 3G levarão as operadoras a necessitar de mais espectro para dar vazão às necessidades dos usuários. “Existindo ou não o LTE, elas [as teles] precisarão de mais espectro”, pondera Scartezini.

Paulo Breviglieri, presidente da Qualcomm, estima que, em função do crescente consumo de dados por parte dos clientes 3G, em no máximo dois anos as operadoras móveis alcançarão o limite de sua capacidade de espectro.

Por isso, o executivo acredita que ainda este ano a Anatel chegue a uma definição sobre o uso de frequências, mesmo que elas não sejam colocadas em oferta imediatamente – até porque as teles móveis investiram milhões de reais no leilão das faixas de 3G em 2007 e ainda não recuperaram o investimento.

Os defensores do Long Term Evolution argumentam que esta é a tecnologia que oferece a melhor relação econômica para a prestação de serviços de banda larga móvel, uma vez que tem o apoio de diversos fabricantes e operadoras em todo o mundo.

Breviglieri cita projeções da consultoria Pyramid Research que indicam que em 2014 haverá 100 milhões de usuários LTE, contra 10 milhões de assinantes WiMax (que chegou a ser apontada como rival do Long Term Evolution) e 1 bilhão de clientes 3G. “É difícil ser competitivo com uma escala econômica inferior”, observa, referindo-se ao WiMax.

O executivo da Qualcomm faz questão de dizer que a empresa é agnóstica em relação a tecnologias, mas acredita que o WiMax terá aplicações de nicho, como por exemplo o backhaul (que pode ser definido como a capacidade de transmissão da rede).

Fonte: IDG Now!

Novo site do Terra

Pra quem ainda não notou. O Terra tá com nova cara.

Nem lembro que dia mudou, enfim, … to comentando porque se você é que nem eu que não olha todos os dias o Terra e só notou hoje, tá lá…

www.terra.com.br

BOMBA: TURBO ULTRA BANDA LARGA VIA FIBRA!

Brasil Telecom lança o Turbo Ultra Banda Larga, via fibra ótica.

Disponível somente nos seguintes bairros:

Brasília: Sudoeste
Porto Alegre: Bela Vista
Florianópolis: Beira-mar Norte
Curitiba: Vista Alegre
Goiânia: Setor Bueno

VELOCIDADES

14 Mbits de downstream e 1 Mbit de upstream – R$ 199,90 (0,90 nunca pode faltar…)

20 Mbits de downstream e 2 Mbit de upstream – R$ 225,90

30 Mbits de downstream e 2 Mbit de upstream – R$ 299,90

50 Mbits de downstream e 3 Mbit de upstream – R$ 499,90

70 Mbits de downstream e 5 Mbit de upstream – R$ 699,90

100 Mbits de downstream e 5 Mbit de upstream – R$ 999,90

Veja o hotsite:  http://ultraturbo.tv1.com.br/index.html

SEM LIMITE DE TRÁFEGO (“É mais prático | oferece download ilimitado.”)… e o contrato deixa claro que não há limite. http://ultraturbo.tv1.com.br/Util/regulamento.pdf

A questão toda é, com o backbone já atolado, será que vai? Deixe seu comentário!

Autenticação Speedy Grátis

O provedor Inter.net, tá com uma promoção específica para clientes Speedy que autenticam com internet@speedy.com.br.

No link abaixo é possível fazer o cadastro:

https://www.br.inter.net/assine/cadastro_bandalarga_speedy/index.php?origem=t

ISPs britânicos se unem pra enquadrar users de P2P

Londres – Aliança a ser anunciada por 6 provedores pretende enviar cartas para quem baixa música ilegalmente e supostamente encerrar conexões.

Seis dos maiores provedores britânicos estão prestes a anunciar nesta quinta-feira (24/07) que assinaram uma iniciativa apoiada pelo Governo que pretende diminuir a pirataria de música.

Os fornecedores de banda larga – provavelmente British Telecom, Virgin, Carphone Warehouse, Orange, Tiscali e Sky – deverão revelar detalhes de um memorando de entendimento assinado com a Indústria Fonográfica Britânica (da sigla em inglês, BPI) que resultará em provedores enviando cartas de alerta a suspeitos de baixar músicas sem pagar copyrights.

A BPI, que representa a indústria britânica de música, vem pressionando por anos provedores para que tomem medidas para acabar com o download ilegal de músicas. Gravadoras alegam que downloads gratuitos de serviços P2P impactam fortemente nas vendas e que os responsáveis devem ser penalizados.

No entanto, provedores têm se comportado historicamente de maneira protetora em relação a seus clientes quando se fala em entregar dados pessoais para terceiros.

“Não divulgaremos detalhes ou desconectaremos clientes, mas trabalharemos com detentores de direitos autorais para desenvolver uma abordagem sensível e legal fundada em proteger os direitos do consumidor e privacidade”, afirmou Charles Dunstone, CEO da Carphone Warehouse.

Sob o acordo que deverá ser anunciado hoje, os provedores enviarão centenas de milhares de cartas aos usuários reincidentes, ainda que não esteja claro quais passos eles tomariam caso o clientes se recuse a parar de baixar músicas ilegalmente uma vez que tenha recebido as cartas.

Uma idéia sugerida é que os provedores implementem uma regra de “três avisos e você está fora”, pela qual acusados sejam alvo de alertas escritos. Caso continuem a baixar música ilegalmente, podem ter seu acesso bloqueado.

A Virgin Media está na liderança do movimento. Neste ano, mais de 800 clientes de banda larga receberam alerta sobre participação no compartilhamento ilegal de arquivos no começo da campanha de 10 semanas para “educar usuários” sobre os perigos dos downloads.

Fonte: IDG Now!

BrT diz porque vai cortar ADSL Residencial

A Brasil Telecom divulgou nesta quarta-feira (23/07) em seu site que o provedor Zipline, baseado no Rio Grande do Sul, terá os serviços interrompidos por suposta falta de pagamento. Com isso, os cem mil assinantes do ZipLine podem ficar sem internet a partir do dia 1º de agosto.

De acordo com a operadora, o contrato com a Zipline Tecnologia Ltda. “foi rescindido por falta de pagamento e descumprimento das cláusulas contratuais relativas a qualidade do serviço”.

Uma sentença da 2ª Vara Cível da Comarca de Santa Maria do dia 18 de março teria garantido à BrT o direito de receber pela prestação do serviço.

Daivison Elias, sócio da Zipline, disse que o contrato com a Brasil Telecom feito em 2004 era apenas um acordo de parceria e não previa qualquer tipo de pagamento por parte do provedor à operadora.

“A partir de janeiro de 2007, eles começaram a cobrar e teríamos de pagar cerca de nove reais por usuário, sendo que nunca pagamos nada e não havia cobrança em contrato”, declarou.

Segundo Elias, assim que receberam a notificação de cobrança, entraram com uma ação na Justiça de Porto Alegre a qual deve ter uma resolução ainda nesta semana.

O Zipline usa o domínio @adslresidencial.com.br e tem planos a partir de 11,90 reais. Para Elias, a BrT estaria fazendo essa cobrança devido ao fato de terem os planos mais baratos do mercado, pois “os outros provedores oferecem conteúdo e outros serviços e o Zipline, apenas autenticação” para acesso à internet.

No sentido contrário, a Brasil Telecom afirma que “o contrato que existia anteriormente não previa a cobrança, porém previa atuação no Rio Grande do Sul e obrigatoriedade de suporte telefônico”, cláusulas descumpridas pelo provedor, segundo a operadora.

A Brasil Telecom alega que houve a assinatura de um novo contrato em abril de 2007 que previa custos (“sendo o máximo de R$ 5,25 liquido por cliente”, diz a provedora) e obrigações relativas à qualidade e a um suporte telefônico.

“Porém, (o provedor) novamente  não cumpriu com o contrato e (…) entrou com um pedido judicial para não ser obrigado a cumprí-lo. Porém a decisão judicial final foi de que o contrato vigente deveria ser cumprido, assim como já é feito pelos demais provedores”, afirma a companhia.

Fonte: IDG Now!

ADSL Residencial vai pro saco dia 01/08

NOTA OFICIAL BRASIL TELECOM

Brasília, 23 de julho de 2008_ O provedor Zipline, que usa o domínio @adslresidencial.com.br, terá seus serviços interrompidos a partir do dia 01 de agosto de 2008 por inadimplência das suas obrigações.
Para que os usuários do provedor não fiquem sem acesso à rede mundial, a Brasil Telecom disponibiliza pelo site www.brasiltelecom.com.br mais de 200 provedores que podem ser escolhidos pelo cliente. Adicionalmente, a Brasil Telecom também está com um atendimento especial para apoio aos clientes pelo telefone 0800 643 5010, de 2ª a sábado das 9:00 às 21:00h.
A operadora informa que seu contrato com o provedor Zipline Tecnologia Ltda. foi rescindido por falta de pagamento e descumprimento das cláusulas contratuais relativas a qualidade do serviço.
O dever deste pagamento e obrigação de cumprimento do contrato foi reconhecido pelo Juízo da 2ª. Vara Cível da Comarca de Santa Maria – RS, em sentença de 18 de março de 2008, em favor da Brasil Telecom, garantindo o direito da empresa de receber pela prestação do serviço.
A empresa esclarece ainda que já notificou ao provedor das ações que está adotando para cumprir a sentença judicial. Adicionalmente, a Zipline Tecnologia Ltda. também foi notificada para que restabeleça a verdade dos fatos em seu site publicando as informações corretas sobre o desdobramento do caso a que seus clientes, em nome da transparência e da lealdade, têm direito.

http://74.54.86.19/salaimprensa/Pressrelease/Ver.aspx?k=138