Pelo critério dos EUA, banda larga no Brasil praticamente não existe

Relatório revela que 68% da banda larga americana não atende ao critério mínimo de 4 Mbps; no Brasil, 63,5% das conexões têm menos de 2 Mbps.

Segundo um relatório divulgado pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês), 68% das conexões de Internet consideradas “banda larga” pelos provedores de acesso não atingem os requisitos técnicos mínimos para serem consideradas “banda larga”.

Traduzindo: mais de dois terços dos americanos que pagam pelo que pensam ser banda larga estão sendo enganados. É como comprar uma cartela de uma dúzia de ovos no supermercado e descobrir que dentro havia apenas 10 ovos. A diferença é que muitos consumidores ficariam mais indignados com a falta dos ovos, pois é algo que eles podem conferir.

Muito poucos poderiam determinar se sua conexão “banda larga” está ou não de acordo com o real significado do termo.

A chave para entender o relatório da FCC é esta: para o órgão, “banda larga” é uma conexão capaz de oferecer no mínimo 4 Mbps para download e 1 Mbps para upload.

A conclusão do estudo é que, dos mais de 133 milhões de conexões de banda larga existentes nos EUA, mais de 90 milhões falham em atingir o padrão mínimo definido. Mais revoltante – para o consumidor americano – é saber que 58% têm velocidades abaixo de 3 Mbps.

A definição de banda larga muda de tempos em tempos. O que era considerado ultrarrápido em 2002 é muito diferente do que entendemos por alta velocidade hoje. Bem, padrões são padrões e, com base nos últimos testes, muita gente nos EUA não tem recebido banda larga.

Banda estreita
A julgar pelo padrão adotado pela FCC, o Brasil teria muito pouco a considerar como “banda larga”, se considerarmos o estudo divulgado na segunda-feira (13/12) pela empresa de tecnologia de redes Cisco.

Pelo levantamento, feito sob encomenda pelo IDC, em junho de 2010 63,5% das conexões banda larga de Internet no País tinha no máximo 2 Mbps. O estudo não informa o número de conexões acima de 4 Mbps.

Além disso, dos 12,3 milhões de conexões banda larga fixa que o Brasil tinha em junho de 2010, cerca de 1 milhão tem velocidade de 255 Kbps ou menor. O número de conexões com velocidades entre 256 Kbps e 999 Kbps é de pouco menos de 4 milhões.

No estudo que o IDC realizou para a Cisco, banda larga foi definida como “conexão permanente à Internet com velocidade igual ou superior a 128 Kbps, tanto para upload quanto para download”.

Segundo a consultoria Teleco, dados de 2009 colocavam o Brasil em 97.º no ranking das bandas largas mais caras do mundo (28,03 dólares por conexão de 1 Mbps), abaixo da Nova Zelândia e acima da África do Sul. Os Estados Unidos aparecem na lista em 123.º lugar, com custo de 19,95 dólares por 1 Mbps.

Fonte: IDG Now!

Agora meu comentário: E aquelas “banda larga” 3G? 300k ? 60k ?  Temos uma banda estreita com nome de larga no Brasil por culpa de uns e outros que oferecem 8 Mbits e entregam 800k. Isso que estão considerando é a velocidade contratada, mas a nível de Brasil o que é entregue é muito diferente da contratada.

Mais uma da Oi – Agora será um VOADOR (sem uma asa)

Oi força a TAM a voar só com uma asa.

Agora você será também um VOADOR!!!

http://www.voesimplesassim.com.br/

Imagem: reprodução.

Oi rastreia dados dos clientes (incluindo orkut)

A notícia é do dia 8. Mas é importante:
Depois de cortar os cabos da concorrente (GVT) em algumas regiões do país, a Oi Internet adotou um programa que rastreia TUDO que os seus clientes fazem na internet. Basicamente, em termos bastante simples: se você acessar o Orkut e procurar o nome da sua namorada (ou do seu namorado) a Oi terá acesso à todas essas informações.

Recentemente a Oi adquiriu os serviços da empresa inglesa americana chamada Phorm. O sistema, que vem sendo testado desde março, é chamado no Brasil de “navegador” e a tecnologia utilizada sempre promove controvérsias. Ora, se por meros cookies as pessoas já reclamam, imagine todos os dados utilizados pelos clientes?

A empresa anunciou parceria com os portais iG, Terra e UOL. No início, o sistema será usado apenas no Rio de Janeiro, com previsão de expansão para todo o estado até o final de 2010. Segundo a empresa, o objetivo é fazer um ambiente customizável: os internautas teriam acesso as informações personalizadas de acordo com os seus gostos. Parece que a Oi Internet escolheu a “melhor” empresa para oferecer um novo serviço: a Phorm foi acusada, em países onde as políticas de privacidades são mais severas, de práticas abusivas. O que ela fez? Simples, voltou seu foco para mercados emergentes, onde os países ainda não se importam tanto com a privacidade. Sim, o Brasil é um deles.

Utilizando um nome dúbio, que levará muitos usuários a agirem por impulso (aceitando para variar, sem ler os termos) o tal “sistema” visa facilitar a navegação. Lembrando que a empresa já recebeu notificações dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra após desenvolverem um programa parecido, cujo funcionamento era muito semelhante ao de um spyware.

O sistema já virá habilitado. O usuário terá a opção de desativar, ou não. Sabe aquelas caixinha que já vem marcada, em muitos instaladores que geralmente instalam aquelas barras de ferramentas no Internet Explorer? Pois bem, o sistema já virá marcado. Você precisa olhar com cuidado para não deixar de desmarcar. A diferença entre ele e um spyware, é que o sistema não ficará instalado no computador do usuário e sim “na rede”. Complicado vai ser para desabilitar depois…

Fonte: MeioBit

Se já não bastasse o traffic shapping sem-vergonha e imundo que a Oi usa e não confessa, agora isso.

Opções: VPN e SSL (https já serve).

Oi, nem de graça. Tchau.

Novos Planos Oi – Extra oficial

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Oi, Telefônica e BrT ignoram novas regras do call center, diz Idec

De 31 pontos analisados pelo órgão de defesa do consumidor sobre novas regras do SAC, Oi cumpriu apenas 14, Telefônica 18 e Brasil Telecom 21.

As operadoras de telefonia fixa BrT, Oi e Telefônica apresentam uma série de irregularidades quanto ao cumprimento das regras impostas pela nova lei de call center, ou lei do SAC, aponta uma pesquisa realizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

O estudo realizado entre os dias 21 e 24 de julho deste ano envolveu quatro ligações para cada uma das operadoras com o objetivo de avaliar a acessibilidade do serviço, a qualidade do atendimento, o acompanhamento das demandas e o procedimento para a resolução, além do tratamento dado ao pedido de cancelamento do serviço.

Dos 31 critérios analisados pelo Idec, a Oi cumpriu menos da metade (14 quesitos), a Telefônica fez 18 pontos e a Brasil Telecom, que se fundiu à Oi, completou 21 pontos, mostra a análise publicada na revista do Idec, em setembro.

O Decreto 6.523/08, que está em vigor desde 1º de dezembro de 2008, estabelece uma série regras para o SAC dos setores regulados pela esfera federal (entre eles o de telefonia), incluindo prazo máximo de um minuto de espera pelo consumidor e opção de acesso direto ao operador do call center no menu inicial.

“Quando o objetivo era cancelar o serviço, o desrespeito foi notável” destaca o Idec. “Embora o Decreto determine que a solicitação deva ser atendida imediatamente e pelo primeiro atendente, os operadores não foram objetivos e tentaram dissuadir o consumidor do cancelamento.”

A qualidade do atendimento foi o que mais deixou a desejar, segundo a pesquisa. “Nenhum funcionário, por exemplo, soube explicar adequadamente sobre a portabilidade numérica, embora a medida esteja em vigor em todo o país desde março”, afirma o instituto.

Em relação à portabilidade, segundo o Idec, o atendente da BrT deu a informação incorreta de que o cliente deveria cancelar a linha antes de solicitar a portabilidade à outra operadora e não mencionou os documentos necessários para a mudança. Já o atendente da Telefônica afirmou ser papel da empresa para a qual o pesquisador estava interessado em migrar esclarecer as suas dúvidas.

Na avaliação da entidade, as operadoras não investiram o suficiente para se adequar às mudanças, e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) peca na fiscalização e na punição.

Faltas graves
“Embora o SAC da BrT tenha obtido o melhor resultado, ainda está longe do ideal, visto que dez itens foram descumpridos”, informa o Idec. Entre os destaques negativos, a operadora realizou transferências indevidas em ligações para cancelamento de serviço, que ocorreram nas duas vezes em que o pesquisador ligou.

A Telefônica, em segundo lugar, falhou ao exigir digitação do número do CPF do titular da linha antes de a ligação ser transferida ao atendente e não apresentar as opções de falar com um atendente, fazer reclamação e cancelar, no primeiro menu eletrônico, como determina a lei. Além disso, segundo a entidade de defesa do consumidor, o sistema de reconhecimento de voz da operadora não compreendeu a solicitação do pesquisador.

A Oi apresentou o pior resultado no teste pelo atendimento inadequado em várias ligações. Em três delas, os primeiros atendentes disseram não ser aptos para resolver as demandas (inclusive cancelamento) e transferiram a ligação. “Para piorar, em algumas chamadas o segundo atendente pediu que o pesquisador repetisse sua solicitação”, observa a análise do Idec.

O número do protocolo de atendimento continua sendo um problema entre as concessionárias de telefonia, que não enviam a informação por SMS ou e-mail ao cliente, mesmo com o pedido do cliente. “Os atendentes também não tinham acesso ao histórico das demandas, e nenhuma das três empresas enviou a gravação das ligações ao pesquisador, o que é gravíssimo”, aponta o Idec.

A instituição conclui que “boa parte dos direitos do consumidor assegurados pela regulamentação é ignorada pelo atendimento das concessionárias de telefonia fixa.”

No final de julho deste ano, as operadoras de telefonia Oi e Claro foram acionadas pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), órgão ligado ao Ministério da Justiça, pelo descumprimento à Lei do Call Center. Em agosto, as operadoras propuseram ao Ministério da Justiça um acordo envolvendo melhorias em seus serviços para evitar o pagamento da multa de até 300 milhões de reais para cada empresa.

Fonte: IDG Now!

Dia de caos nos serviços de telefonia atormenta usuários

Operação das empresas Telefônica, em São Paulo, e Oi e TIM, em Minas Gerais, enfrentam sérios problemas na terça-feira (8/9).

A volta do feriado foi caótica. Além da forte chuva que afeta diversas regiões do País, uma pane atrapalhou o serviço da Telefônica em boa parte da manhã. Enquanto a situação com a companhia espanhola bagunçou a vida dos paulistas – segundo a empresa, apenas a capital e região metropolitana de São Paulo tiveram o serviço interrompido -, Minas Gerais sofreu com problemas na operação de pelo menos outras duas companhias: Oi e TIM.

Responsável por prestar o serviço de telefonia fixa no mercado mineiro, a Oi emitiu comunicado sobre os problemas. “A Oi informa que, devido à ocorrência de uma falha numa central da empresa em Belo Horizonte, observou-se congestionamento pela manhã na capital mineira em seu serviço de longa distância”, consta no comunicado.

O resultado é que os usuários tiveram dificuldades para completar as chamadas. “O congestionamento durou até o fim da manhã, quando os serviços foram normalizados”, finaliza a nota feita pela empresa.

A companhia de telefonia celular TIM afirmou que os problemas enfrentados por seus clientes hoje decorreram exatamente da instabilidade nos serviços da Oi. A operação no mercado mineiro ficou prejudicada por volta das “10h em função de uma falha no equipamento da Telemar”, disse a TIM por meio de comunicado, referindo-se à operadora que hoje adota a marca Oi.

“Os usuários TIM da área 31 não conseguiram originar chamadas para números da Telemar, nem utilizar o código de seleção de prestadora (CSP) 31. Clientes TIM das áreas 32, 33 e 37 não conseguiram fazer ligações com o CSP 31. Os serviços foram restabelecidos por volta das 13h de hoje”, consta na nota enviada pela empresa.

Explicações

Detalhes das razões que motivaram todas essas panes ainda não são plenamente conhecidos. No caso da Telefônica, segundo informações fornecidas pela área de atendimento da operadora de telefonia, as dificuldades para realização de chamadas durante a manhã seriam resultado de instabilidades nos backbones da empresa.

Numa segunda tentativa de contato com o suporte da Telefônica, a reportagem do IDG Now! relatou que identificou problemas na região do ABC, por exemplo. Recebeu como resposta – por meio do atendimento eletrônico – que o respectivo problema não estava na linha do assinante para o qual a reportagem telefonou, mas sim na rede responsável pela região.

A reportagem também tentou contato com a assessoria de imprensa da organização por volta das 12h, por meio de um aparelho fixo, mas não conseguiu completar a chamada por esse sistema. O contato só foi efetivado por meio do celular.

A empresa confirmou que o serviço enfrentou problemas nesta manhã em São Paulo, mas disse que não tem informações detalhadas sobre a pane. É possível que a forte chuva que caiu sobre a região metropolitana hoje tenha afetado o serviço.

O serviço telefônico da organização passou a dar sinais de normalização a partir aproximadamente das 13h, quando começou novamente a ser possível a realização de chamadas.

Histórico de problemas

A pane sofrida hoje pelo serviço da Telefônica soma-se a outros casos. Em 9 de junho, por exemplo, as linhas mantidas pela empresa ficaram mudas ou não completaram chamadas no Estado de São Paulo. Além da capital, consumidores de regiões como Jundiaí, Ribeirão Preto, São José dos Campos e Praia Grande, entre outros locais, queixaram-se da interrupção do serviço. A pane foi provocada por uma “falha humana cometida pela equipe de um fornecedor que presta serviços na rede da empresa”, alegou a operadora por meio de comunicado divulgado na ocasião.

Em abril, o Speedy, provedor de banda larga da companhia, passou por instabilidade durante dois dias, pouco tempo depois de outra parada no serviço de acesso à internet da organização.

No mês de julho de 2008, a empresa enfrentou uma queda generalizada em sua estrutura de voz e dados que desconectou não apenas o usuário doméstico, mas também órgãos do governo estadual.

A recorrência nos problemas com o serviço seriam resultado, segundo especialistas no setor, da falta de investimento em infraestrutura e na qualificação de pessoal, entre outros fatores.

Mais notícias sobre os problemas da Oi

“Um rompimento de fibra na rede da OI/BrasilTelecom, na região de  Florianópolis afetou 7 anéis ópticos da operadora, gerando problemas nos enlaces entre Porto Alegre e Brasília e Florianópolis e Curitiba. As intituições conectadas ao PoP-RS encontram-se com conexão limitada. Ainda não há previsão de volta. Mais informações serão publicadas através do site do PoP-RS assim que disponíveis.”

Update: Foi restabelecida a conexão que isolou as instituições conectadas ao PoP-RS.  Três rompimentos acidentais de fibra da OI/Brasiltelecom foram a causa do comprometimento dos enlaces entre Florianópolis e Curitiba e Porto Alegre e Brasília na tarde de hoje (ontem).

Isso relacionado à rede da RNP. Os demais clientes da operadora continuaram com vários problemas de lentidão.

Fonte: PoP-RS – RNP

Rede da BrT/Oi fora no RS, SC e PR

Rede de celular da BrT ficou fora do ar em parte de Porto Alegre desde o horário do meio-dia até 14h15.

Foi afetada somente a rede de celular.

Update – 15:36 – O problema persiste e agora afeta regiões de prefixo 51, 53 e 54. Há problemas graves na rede de dados, principalmente na região 54.

Update – 15:41 – Foi reportado vários problemas em SC e PR.

Oi Retoma a vida

Aparentemente os serviços da Oi voltam ao normal, com eventuais lentidões na internet em alguns pontos. Telefonia celular aparenta funcionar normalmente.

Oi voltando ao normal…

Tá lentamente voltando ao normal a Oi no RS. Estou em Caxias e aqui está lento, como no normal.