DNS da GVT com problemas em Porto Alegre
Postado por rasga, em DNS, GVT, TragédiaDNS da GVT apresentou problemas hoje por volta das 16h.
Sugestão para quem não consegue acessar nada: usem os DNS do Google:
DNS primário 8.8.8.8
DNS da GVT apresentou problemas hoje por volta das 16h.
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Cenário anterior:
Atendia na minha localidade somente Oi e Virtua. Oi terrível. Virtua cada vez mais lenta, no fim de semana era uma lentidão só, VoIP só cortava.
Cenário atual:
GVT veio pra cá. Tentei migrar, mas já não haviam “vagas”. Resultado: boa parte (estimo acima de 60%) migrou da Oi e Virtua para GVT. Agora o Virtua está rápido como sempre.
Obrigado GVT!
Grupo francês paga R$ 56 por ação da GVT e fica com 57,5% da operadora. Valor da oferta totaliza R$ 7,2 bilhões.
O grupo francês Vivendi surpreendeu o mercado e anunciou a aquisição de 37,9% da GVT, nesta sexta-feira (13/11), da GVT. A Vivendi pagou 56 reais por ação e tem opção de compra incondicional de outros 19,6% da GVT. Com isso, a operadora francesa passa a deter 57,5% da GVT.
O valor total do negócio é de cerca de 7,2 bilhões de reais. O preço por ação é 33% superior aos 42 reais por ação inicialmente oferecidos pela Vivendi. A aquisição foi fechada com os acionistas fundadores e controladores da operadora brasileira, conforme informa comunicado da Vivendi divulgado no mercado francês.
No texto, o CEO da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, afirma que a oferta pela GVT reflete a qualidade excepcional do operador e suas equipes. Com as soluções e produtos inovadores em telefonia e internet, a GVT tem o melhor desempenho, entre operadores brasileiros, de banda larga larga, informa o documento.
Vivendi e Telefônica estavam interessadas na compra da GVT e vinham disputando a operadora nos últimos dois meses. Nesta quinta-feira (12/11), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o pedido de anuência prévia para a mudança societária da GVT e abriu caminho para a realização do negócio. Na decisão, a Anatel estabeleceu condições para que a mudança do controle acionário da GVT apenas para uma possível compra pela Telefônica. Como a Vivendi é um grupo novo entrante no mercado nacional, o órgão regulador não impôs restrições.
Procurada por Computerworld, a assessoria de imprensa da Telefônica informou que “a respeito da notícia veiculada pela imprensa na final do dia, a empresa manifesta seus melhores desejos e boa sorte à GVT”. Em comunicado, a operadora ressalta queo Brasil continua sendo um mercado estratégico e que estará sempre atenta a novas oportunidades que surjam no setor de telecomunicações. Segundo o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, o valor de 50,50 reais por ação oferecidos pela operadora espanhola pela GVT era a oferta máxima que poderia ser feita pela empresa.
Fonte: ComputerWorld
O Conselho de Administração da Telesp, empresa que controla a Telefônica, aprovou o aumento da oferta pela operadora GVT para 50,50 reais por ação, ante os 48 reais oferecidos há quase um mês. Com isso, o valor total da operação subiria de 6,5 bilhões para 6,95 bilhões de reais.
A decisão do conselho ocorreu um dia após a assembleia geral de acionistas da GVT ter eliminado mecanismos de proteção da dispersão da base acionária, previstos nos estatutos da companhia. Uma das condições para que a cláusula seja eliminada é que a oferta por ação teria de ser no mínimo de 48 reais.
Em nota à imprensa, a companhia anuncia que o incremento na oferta tem como objetivo reforçar a intenção da Telefônica em adquirir 100% das ações da GVT. O mesmo comunicado informa que o preço adicional é baseado nas informações a respeito dos bons resultados apresentados pela GVT no terceiro trimestre de 2009.
Fonte: ComputerWorld
Por unanimidade, controladores dispensaram aplicação de ‘cláusula de proteção da dispersão da base acionária’ para ofertas em dinheiro.
Os acionistas da GVT aprovaram nesta terça-feira (03/11), por unanimidade, uma mudança no estatuto social da empresa fundamental para permitir a venda da operadora para a Telefônica ou a Vivendi.
Em assembleia geral extraordinária, os acionistas aprovaram a dispensa da aplicação dos artigos 43 e 44 do estatuto social da empresa que tratam da “proteção da dispersão da base acionária”, também chamada de “poison pill” (pílulas de veneno) no jargão do mercado financeiro. Mecanismo de defesa para evitar a dispersão do capital da empresa no mercado, em casos de aquisições hostis.
Fonte: IDG Now!
A GVT tá apresentando problemas hoje, desde às 10h30.
O serviço Vono está afetado também.
Podem ocorrer lentidões, principalmente para acesso a destinos nos 3 estados do sul e SP.
A Telefônica encaminhou fato relevante à CVM na manhã desta quarta, 7, informando a aprovação, por seu conselho de administração, de uma oferta pública voluntária para a aquisição de 100% das ações da GVT ao preço de R$ 48,00 pagos em dinheiro, sujeita a algumas condições. Com isso, faz uma oferta superior à da Vivendi, que era de R$ 42,00 por ação.
Assim como a oferta da Vivendi, a Telefônica coloca como condição o controle de pelo menos 51% das ações, a dispensa dos mecanismos de proteção de dispersão da base acionária previstos em estatuto pela GVT e a aprovação pela Anatel. Ao contrário da oferta da Vivendi, não existe um acordo prévio entre a Telefônica e os controladores da GVT (Grupo Swarth e Global Village Telecom Holland BV), que controlam cerca de 30% do capital da empresa. Pelo menos, esse acordo prévio não está explícito no fato relevante, o que leva a crer que se trata de uma oferta por parte da Telefônica não esperada pela GVT.
Segundo o fato relevante da empresa espanhola, a oferta total pode chegar a R$ 6,5 bilhões e se justifica por conjugar suas operações no Brasil e as da GVT, o que “apresenta uma lógica estratégica bastante atraente para ambas as companhias”. Segundo a Telefônica, “as operações da GVT apresentam um encaixe geográfico perfeito com as operações da Telesp e a complementaridade dos seus negócios não apenas permitirá que a Telesp tenha uma presença efetiva na Região II do PGO, como também propiciará a ampliação da concorrência no mercado de telecomunicações em âmbito nacional. A alta administração da GVT é um exemplo comprovado de capacidade de criação de uma empresa líder de telecomunicações no Brasil e a Telesp tem muito interesse em manter essas habilidades, experiência e motivação no grupo resultante”.
A oferta está sendo feita antes do prazo final de 16 de outubro estabelecido pela Vivendi para a conclusão do acordo. Com isso, as ações da GVT iniciaram as negociações em bolsa nesta quarta com alta de 15,65% no meio da manhã e cotadas em R$ 47,30.
A GVT teve nos 12 meses encerrados em junho receita líquida e EBITDA ajustado de R$ 1,5 bilhão e R$ 574 milhões, respectivamente. Em 30 de junho de 2009 a GVT tinha aproximadamente 2,3 milhões de linhas em serviços, incluindo voz, banda larga, dados e serviços de VoIP. Recentemente, a GVT deu início à implementação de sua rede de ultra banda larga.
Fonte: Teletime News
Operadora apresenta nova família Power, que tem ofertas com velocidades a partir de 3 Megabits por segundo. O custo começa em R$ 49,90.
A operadora de telefonia fixa e banda larga GVT anunciou, nesta quinta-feira (30/7), a nova família Power, que oferece banda larga com velocidade de até 100 Megabits por segundo (Mbps).
A oferta com menor velocidade é a de 3 Mbps e sua mensalidade é de 49,90 reais. O usuário pode optar ainda pelas velocidades de 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps, 50 Mbps e 100 Mbps. Os valores são, respectivamente, 69,90 reais, 99,90 reais, 199,90 reais, 299,90 reais e 499,90 reais. Estes preços valem para a aquisição do serviço de internet em alta velocidade nos pacotes Unique e Smart Maxx, que incluem telefonia fixa e custam a partir de 102,87 reais a 552,87 reais.
A família Power, que começa a ser comercializada em agosto, substitui a TurboNet, que continua para a base de assinantes. “Nossa expectativa é que nossos clientes migrem para a Power”, afirma o vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto. Os interessados podem degustar o serviço no site Power GVT a partir de domingo (2/8).
Os habitantes de 56 cidades brasileiras – entre as 82 em que a operadora atua em massa – poderão contratar a banda larga Power. Os Estados que terão acesso à nova família de produtos são Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, além do Distrito Federal.
A expectativa da operadora é aumentar a base de clientes adeptos ao pacote com velocidade de 10 Mbps, tornando-a a maior da empresa, afirma Pinto. Atualmente, são 21% que têm esta velocidade. Todos os clientes que contratam 10 Mbps ou pacote superior recebem um modem da GVT, “adequado para as necessidades da conexão”, garante o executivo.
Devido à concessão, a fidelização aos planos é de um ano. Por enquanto, “cerca de 25% de nossa receita de banda larga vem dos pacotes de 10 Mbps”, diz.
A empresa tem investido para aumentar a agilidade de seus serviços. “Nos últimos três meses, aumentamos em 40% nossa equipe para instalação de banda larga”, explica o vice-presidente de marketing.
Quanto a expansão territorial, Pinto aponta que a operadora considera algumas cidades em seu cronograma de planejamento. “Queremos atuação nacional e entrar em São Paulo com ofertas em massa”, afirma. Atualmente, a GVT atua, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, somente no segmento corporativo.
“No último trimestre, pretendemos entrar em mais três cidades, que somam 2,6 milhões de habitantes”, diz Pinto.
Fonte: IDG Now!
A GVT propôs ações na Justiça Federal e na Anatel contra o que considera condutas anticompetitivas do grupo Oi. Em comunicado divulgado hoje pela assessoria de imprensa, a GVT informa que a Oi praticou fraude no processo de portabilidade numérica, fez corte intencional de cabos da GVT, deixando parte de seus clientes sem serviço. “A empresa solicita a suspensão das práticas anticompetitivas, indenizações e punições rigorosas para o grupo Oi de forma a combater os casos de abuso do poder econômico que prejudicam a qualidade e até mesmo a prestação do serviço ao consumidor final”, diz a nota. A Oi nega as acusações e acusa a GVT de criar dificuldades no processo da portabilidade e se negar a assinar contrato de compartilhamento de infra-estrutura.
No comunicado, a GVT explica que a fraude no processo de portabilidade numérica foi descoberta a partir de ligações telefônicas feitas para o Call Center da GVT, com pedidos de cancelamento de portabilidade numérica, a partir das centrais de atendimento do grupo Oi localizadas em Niterói (RJ), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR). “Nestas ligações, os atendentes da Oi simulavam ser os usuários da Oi ou Brasil Telecom solicitando o cancelamento da portabilidade, e por vezes chegaram a ser desmascarados pelos atendentes da GVT antes do fim da ligação”, diz a nota, informando ainda que o grupo Oi manifestou-se oficialmente reconhecendo a realização das ligações e a Anatel emitiu circular reiterando a proibição de tal prática.
“A GVT inverteu a situação”, garante Alain Riviere, diretor de regulamentação da Oi. Segundo ele, quem criou dificuldades no processo da portabilidade foi a GVT (pelas regras, a empresa cujo cliente quer portar o número tem o direito de fazer uma oferta de retenção para o cliente) que não aceitava quando o cliente voltava atrás, após a oferta da Oi. “A GVT dizia que tinha que pagar multa de R$ 200 reais, que não existe, alegava que o sistema tinha caído e outras dificuldades”, conta Riviere. Em função dessas dificuldades, explicou, a Oi consultava os clientes e ligava para a GVT com o consentimento dos mesmos. O embate entre as duas operadoras foi tema de uma reunião de mediação na quarta-feira da semana passada na Anatel.
Corte de cabos
Ainda segundo o comunicado da GVT, o grupo Oi assumiu ainda a responsabilidade pelo corte de cabos em Salvador (cinco ocorrências) e numa cidade satélite do Distrito Federal (uma ocorrência). A prática foi suspensa pela justiça, por meio de liminar emitida pela 20ª. Vara Federal de Brasília. Para a GVT essa prática representa uma ruptura na ocupação de acessos prediais na área de concessão da Oi vigente nos últimos 10 anos, e uma modificação sem qualquer amparo jurídico, que prejudicaria usuários, e afetaria também operadores de TV a cabo e de transmissão de dados, que sempre utilizaram a mesma infra-estrutura para acesso predial.
De acordo com Riviere, todas as demais operadoras, à exceção da GVT, assinaram contrato de compartilhamento de infraestrutura com a Oi. “Temos contratos de compartilhamento de torres com as móveis e de dutos com a NET, enfim, centenas de contratos assinados. No caso da GVT, ela tem invadido a infraestrutura da Oi para chegar na residência de seu cliente”, afirma Riviere. Segundo ele, tanto em Salvador quanto em Belo Horizonte, técnicos da empresa identificaram cabos clandestinos na infraestrutura, retiraram esses cabos e, mais tarde, a Oi soube que pertenciam a GVT. “Eu mesmo procurei o Carlos Alberto Nunes, da área de regulamentação da GVT, para discutir o assunto e propor um contrato de compartilhamento, mas a empresa não aceitou”. De acordo com Riviere, esse embate se intensificou em novembro do ano passado, está em discussão na Anatel e na justiça e, na reunião da semana passada, quando a Oi propôs que as duas empresas contratassem uma perícia independente para determinar de quem é a propriedade da infraestrutura, a GVT não aceitou.
Fonte: Tele Síntese
Com investimento de R$ 10 milhões, operadora lança Vox IP como parte da sua gama de serviços NGS
A GVT, operadora que se destaca no desenvolvimento de soluções de telefonia, banda larga e Internet no Brasil, amplia ainda mais sua atuação como fornecedora de soluções de próxima geração (NGS) para o mercado corporativo. A empresa anuncia o Vox IP (www.voxip.com.br), primeira ferramenta do mercado baseada em protocolo Internet, que funciona exatamente como uma solução tradicional de telefonia, e complementa o leque de ofertas GVT para organizações.
Fruto de um investimento de R$ 10 milhões, o Vox IP integra o portfólio de soluções NGS da GVT, que já conta com produtos como o Vox NG, VPN MPLS e banda larga corporativa. A expectativa é atingir pelo menos 200 usuários do Vox IP até o final de 2009. Na prática, a nova solução utiliza acesso IP e canais SIP tornando mais eficiente o uso do PABX IP que passa a funcionar por meio de um circuito dedicado e convergente de voz e dados. O principal diferencial é que as ligações não circulam na rede pública Internet, o que garante ainda mais a sua qualidade e facilidade de uso, além de rentabilidade e sim apenas dentro de uma rede privada.
O produto promove economia em ligações de longa distância para telefones fixos em mais de 230 cidades e em chamadas móveis para 1.800 localidades. A empresa também pode dispor de números telefônicos locais de diversas áreas para receber chamadas. Assim, oferece ao público de outras cidades onde não tem presença física a possibilidade de entrar em contato com a sede da empresa fazendo ligação local e ainda cria o conceito de operação virtual na localidade, além de reduzir os custos com 0800. A solução também pode ser compartilhada com o produto Internet Corporativa, que oferece acesso dedicado com banda 100% garantida. Outra vantagem é que o Vox IP é oferecido em formato de serviço, ou seja, não exige que a empresa realize altos investimentos em infra-estrutura.
“Esta novidade, que complementa o nosso portfólio de serviços de próxima geração, é mais um movimento da GVT rumo à diferenciação no atendimento ao mercado corporativo, subindo na cadeia de valor com soluções completas e inovadoras, garantindo ao cliente não apenas conectividade, mas também serviços”, afirma Leonardo Queiroz, vice-presidente da unidade de Negócios Corporativos da operadora.
A unidade corporativa da GVT demonstrou uma forte tendência de crescimento no último ano, com uma alta de 44%. Somente na linha de serviços de próxima geração, que envolve transmissão de dados para empresas, Internet corporativa e serviços convergentes baseados em tecnologia IP, o aumento acumulado em receita nos últimos 12 meses é de 114%. Com isso, a área hoje é responsável por 25% da receita líquida anual da empresa, com crescimento concentrado, principalmente, na região Sudeste. Entre janeiro e setembro deste ano, a GVT registrou receita líquida de R$955 milhões, uma alta de 35% em relação ao mesmo período de 2007.
Serviços de gerência
Além do Vox IP, a operadora lançou recentemente uma nova plataforma para gerenciamento de voz, dados e Internet para empresas, por meio de uma ferramenta com informações centralizadas de todos os sistemas da GVT. O serviço permite ao cliente o monitoramento de todos os serviços contratados e verificação dos indicadores de desempenho, reduzindo custos de queda e antecipando as correções. As companhias ganham, assim, mais controle sobre as operações por meio do acesso a todos os dados necessários para a tomada de decisões relacionadas à ampliação de suas redes ou capacidade de link de Internet dedicado, por exemplo.
O serviço é destinado a médias e grandes companhias de diversos segmentos, em especial aquelas com redes corporativas dispersas, que abrangem diversos fornecedores, filiais, parceiros ou clientes. Também atende à necessidade de organizações com alto grau de dependência de infra-estrutura de telecomunicações. “Este serviço permeia todas as soluções voltadas ao mercado corporativo e possibilita que o usuário mantenha foco total em seus negócios, uma vez que não precisa desenvolver ferramentas ou medidas próprias para o controle dos serviços de telecomunicação”, conclui Queiroz.
Sobre a GVT
Primeira operadora do setor listada no Novo Mercado da Bovespa, a GVT é a empresa líder no desenvolvimento de soluções e prestação de serviços de telecomunicações e internet no Brasil. A companhia faz uma oferta diversificada de produtos inovadores e soluções avançadas de telefonia fixa convencional (local e longa distância pelo 25), transmissão de dados para empresas, serviços de internet banda larga de alta velocidade e serviços de Voz sobre IP (VoIP) para todos os segmentos de mercado. Atende diretamente os usuários finais sob suas marcas próprias: GVT, POP e Vono. A companhia pratica um padrão elevado de serviços ao consumidor, a um custo competitivo e com alta velocidade de desenvolvimento e implementação.
Fonte: Sala de Imprensa – GVT