Telefónica quer que Google pague por melhorias na infraestrutura de internet

Já reparou que, nos últimos anos, os preços da banda larga têm despencado, enquanto os megabits por segundo só fazem aumentar? É assim nas principais capitais, que contam com serviços como Speedy, Oi Velox, NET Virtua e GVT. O problema é que a conta de melhorar as telecomunicações está ficando cada vez mais alta.

Mesmo tendo lucros fabulosos, as operadoras de telefonia parecem ter perdido fôlego para continuar investindo na expansão das redes de dados. E a melhor solução para esse problema é mandar a conta da internet para o Google e outros provedores de conteúdo pagarem, ao menos se depender da Telefónica (da Espanha). A informação foi levantada pelo El Mundo.

O presidente da empresa, que controla a Telefônica e a Vivo no Brasil, admitiu durante o Mobile World Congress que está conversando com o gigante das buscas a respeito desse assunto. César Alierta disse que a liquidez das operadoras caiu, enquanto os custos continuam a subir.

Lá na Europa a previsão é de que as empresas de telecom invistam 91 bilhões de euros (mais de R$ 200 bilhões, ou o equivalente a 4,5 Eikes Batistas) para atualizar suas redes até 2014. Do total, 61 bilhões são para as redes móveis, enquanto os demais 26 bilhões de euros devem ser empregados em fibra ótica.

Caso não seja suficiente, a Telefónica, Vodafone e demais companhias europeias correm o risco de desembolsar até 147 bilhões de euros por essa atualização. Considerando-se que o Google tem lucro bilionário atrás de lucro bilionário, bem que ele podia ajudar a pagar essa conta.

Essa não é a primeira vez que o presidente da Telefónica fala em pedir ajuda financeira aos provedores de conteúdo. Na MWC 2010, Alierta disse em tom raivoso que os buscadores usam a rede das telecoms sem pagar nada por isso. Ele ainda prometeu emitir contas de uso indevido da infraestrutura de rede para o Google, o Bing e o Yahoo. Nesse ano, Alierta mostrou mais calmo e pronto para negociar com os buscadores e demais serviços que sugam boa parte da banda mundial.

Será que ele consegue convencer o Google a pagar pelas melhorias na infraestrutura? Algo me diz que o sr. Alierta terá dificuldades para conseguir um cheque assinado por Eric Schmidt.

Outra notícia relacionada:


César Alierta, presidente mundial da Telefônica, afirmou durante uma conferência que sua companhia pretende começar a enviar faturas ao Google, Bing, Yahoo e outros mecanismos de busca pelo uso indevido de sua estrutura para indexar conteúdo da web.

“Os mecanismos de busca costumam usar nossa rede sem pagar nada, o que é bom pra eles e ruim para a gente. Obviamente que essa situação precisa mudar”, afirmou durante um evento empresarial organizado pela empresa Price Walterhouse Coopers. Para o executivo, as empresas que têm lucros com a web precisam dividir seus rendimentos com as operadoras responsáveis pela infra-estrutura da internet.

Especialistas apontam a possibilidade dos sistemas de busca simplesmente serem bloqueados caso de recusem a pagar o pedágio que pode ser imposto pelos espanhóis.

Atualmente operando em 25 países, incluindo o Brasil, a Telefônica é uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, com aproximadamente 270 milhões de usuários em sua base de clientes. Suas estratégias de crescimento são voltadas sobretudo para Europa e América Latina.

Fonte: Tecnoblog

Meu comentário:

Tá bom… então tá, daqui a pouco tão cobrando R$ 0,33 por mensagem no MSN. Já pagam pra usar a infra da Telecômica e agora querem cobrar do destinatário dos pacotes. Já tô até vendo um registro de pingos como na propaganda da TIM.

Vamos ser francos. Isso que a Telefônica quer é só não arcar sozinho com as despesas. Por que então eles não negociam um ponto a ponto direto ao IDC do Google? Uma conversa nesse sentido é bem mais adequado do que tarifar o Google, Yahoo ou quem quer que seja.

Aí se alguém acessar seu blog vai ter uma tarifa paga pelo blogueiro. Se é por isso tirem esses cabos todos daqui porque isso NÃO é viável. Nem para o Google. Não é porque lucra bilhões é que tem que dividir com qualquer $%$¨@!#$@ que aparece. Ahhhh, esperaí, eu já vi isso em algum lugar…. deixa eu lembrar…. ahhh sim. O nome disso é ASSALTO. Você trabalha e um vagabundo vem e te rouba porque pura e simplesmente a vida dele não é boa.

Telefônica, menos. Menos.

Nova versão do GAOSP – Android 2.2 15/12/2010

Saiu a versão 0.71, de 15/12/10 para o Samsung Galaxy (i7500/i7500L) com Android 2.2

Changelog:

* Native usb tethering ( issue 106 ) (bukington)
* Added min and max cpu frequency option to GaospConf (Obihoernchen)
* Fixed CPU frequency table. Added frequencies up to 796.8 MHz. (Obihoernchen)
* Added compass calibration (AndroBot and Obihoernchen)
* Fixed gps importing last openetna patch

Download

Fique de olho no meu blog, sempre que sair versão nova vou postar!

“Nasce um trouxa por minuto”, diz Stallman

Fundador da Free Software Foundation alerta sobre os perigos legais do sistema e a fragilidade de se confiar dados pessoais à computação em nuvem.

O fundador da Free Software Foundation criticou o Chrome OS, da Google, dizendo que ele forçará os usuários de PC a colocar seus dados em risco, já que eles serão armazenados na nuvem e não na sua máquina pessoal.

Richard Stallman, que também criou o sistema operacional GNU, afirmou ao The Guardian que o sistema vai “empurrar as pessoas no caminho da computação descuidada” já que, ao guardar seus dados na nuvem, os usuários de PC perderão os direitos legais sobre seus dados e a capacidade de controlá-los.

“Nos Estados Unidos, você até perde direitos legais se armazenar seus dados nas máquinas de uma empresa em vez de suas próprias”, afirmou.

“A polícia precisa apresentar a você um mandado de busca se quiser obter seus dados; mas se eles estiverem armazenados no servidor de uma companhia, a polícia poderá obtê-los sem mostrar nada a você. Eles podem até nem precisar mostrar um mandado à empresa.”

Stallman disse esperar que muita gente “continuará a adotar o modelo de computação descuidada, porque a cada minuto nasce mais um trouxa no mundo”.

“No entanto, se um número suficiente de pessoas continuar a manter seus dados sob seu próprio controle, nós ainda poderemos fazê-lo. E é melhor que seja assim, senão a opção poderá desaparecer.”

Sistema engessado
Stallman sustentou que, na essência, o sistema da Google é “o sistema operacional GNU/Linux. Contudo, ele é entregue sem as aplicações de costume, e engessado de forma a impedir e desestimular a instalação de aplicações.”

Oficialmente, a Google mostrou seu sistema na semana passada, cerca de dois anos depois de ter sua existência anunciada.

O sistema, que atualmente tem sido testado por empresas e por um pequeno grupo de consumidores, guarda o menor número possível de dados dentro da máquina. Em vez disso, ele se apóia em uma conexão à Internet para armazenar dados nos servidores da Google.

A Google ainda precisa revelar se ou quando terá planos de produzir seus próprios laptops rodando o sistema operacional.

No entanto, espera-se que as primeiras máquinas com o sistema, produzidas pela Acer e pela Samsung, estejam disponíveis em meados de 2011.

Fonte: Carrie-Ann Skinner, IDG Now!

Samsung Galaxy i7500L – Como atualizar pro GAOSP – Android 2.2

Update: 17/12/2010

Pra quem não conhece, o Drakaz (www.drakaz.com), figura lendária no mundo Android está com uma versão nightly público do Android 2.2

Link do projeto GAOSP: Port of the Android Open Source Project / CyanogenMOD 6 on Samsung Galaxy
Ele é compatível com o Galaxy i7500 (sem o L). No Brasil são vendidos unidades com o modelo i7500L, não se sabe bem o que é diferente, o fato é que o GAOSP funciona perfeitamente no i7500L, vou descrever um passo-a-passo. Por mais que seja nightly (nem beta ainda), já está estável, e eu uso no dia-a-dia tranquilamente.

1- Instalei o Recovery 6.2 6.5 (do Drakaz também, encontrado em www.drakaz.com)

2- Copie o arquivo do GAOSP (baixado no site oficial ) para o SD interno (na raiz)

3- Copie o arquivo do  Google Apps  ( baixado de http://www.multiupload.com/FLC5R6KM8E ) para o SD interno ( na raiz )

4- Reinicie no Recovery Mode

5- Faça um backup do sistema inteiro usando Nandroid, é importante caso algo dê errado dá pra voltar como estava.

6- Vá na opção Wipe data/factory reset

7- Vá na opção Apply any zip from sd – selecione o arquivo do GAOSP e use o botão home (aquela entre o voltar e o desligar, sim, tem um botão ali, também notei hoje).

8- Vá na opção Apply any zip from sd – selecione o arquivo do Google Apps e aperte o botão home novamente.

9- Reboot

10 – Depois de reiniciar vem as partes importantes, dê Skip em todas as opções que aparecer.

11- NÃO configure o Wifi, se fizer isso as APN não vão funcionar, pelo menos pra mim não funcionou.

12- Delete qualquer APN, por mais correta que ela esteja e adicione manualmente, preste atenção nos proxys e portas.

13- Se quiser, pode configurar o wifi nessa etapa.

14- Reboot

15- Espere carregar, faça login na conta do Google e showtime! wink

Testado com a TIM e a Claro no RS.

Faça por sua conta e risco.

Market funciona, bem como aplicações como Twitter oficial também.

Eu já tinha atualizado pro donut (1.6), versão final JC6.

Vou publicar as atualizações com regularidade no meu blog.

Será que o Google capturou seus segredos?

Acusado por todos os lados, o Google defende-se por ter capturado “acidentalmente” dados das redes Wi-Fi; mas sistemas com proteção simples estão imunes ao problema.

O Google está enfrentando acusações ao redor do mundo após revelações de que esteve capturando e arquivando dados de redes Wi-Fi durante os trabalhos de seus veículos do serviço Street View. É questionável se o Google deveria ter feito isso, mas não se duvida de que a empresa não deveria ter dado algum das redes dos usuários.

França, Itália e Alemanha – países que tem leis severas sobre privacidade – iniciaram investigações para descobrir que dados o Google coletou e o que fez com eles. Deputados americanos pediram à Comissão de Comércio que cheque se o Google violou alguma lei.

Embora possa parecer uma invasão de privacidade – e em alguns países é – não é necessariamente contra a lei nos EUA. De fato, não há como esperar privacidade quando você transmiter dados por ondas públicas.

Quase qualquer café ou restaurante atualmente oferece acesso Wi-Fi gratuito. Não há convenção sobre as SSIDs, o nome das redes wireless, então é impossível para usuários individuais na rua, ou mesmo o carro do Street View, de separar redes públicas das privadas, mesmo aquelas que deveriam ser fechadas e estão abertas.

Então, é possível que o Google tenha dados sensíveis ou confidenciais de sua empresa? A resposta poderia ser um inequívoco “não”, porque sua rede wireless deveria estar no mínimo protegida pela codificação WEP, certo?

Na verdade, sua rede deveria estar com a proteção WPA2, ou ao menos WPA. Sem a codificação ligada, seus dados podem ser interceptados por usuários não-autorizados (ou carros do Google Street View).

A postura do Google “Foi mal, capturamos e salvamos seus dados valiosos” parece meio suspeita, e em alguns casos pode ter violado leis. Apesar dos motivos da empresa, no entanto, se você tomou um mínimo de cuidado com sua rede wireless, não tem perigo de o Google ter guardados segredos seus.

Fonte: IDG Now!

Não parece inteligente usar uma rede sem fio pública, seja ela do Google ou não, para acessar algo além de Orkut e e-mails (com SSL). Eu não uso, não recomendo que ninguém use para nada além de Orkut, e-mail com SSL, Terra, UOL e coisas do tipo…

Outra coisa, Chrome, o “maravilhoso navegador espião do Google”. Você realmente acha que o Google não coleta dados de navegação, do que você navega, quando e talvez até porquê. Chrome nas minhas máquinas não entram.

Google terá busca segura com padrão SSL

A partir da próxima sexta-feira, o mecanismo de busca começará a liberar modo de busca codificada pelo padrão SSL para as pesquisas via web

Internautas que quiserem proteger suas buscas no Google contra uma possível espionagem agora têm a opção de codificar a sessão usando o padrão SSL.

A tecnologia SSL foi feita para prevenir acessos não autorizados aos dados que trafegam entre o computador do usuário e o servidor.

No caso da busca do Google, o SSL protege a transmissão dos termos inseridos pelo usuário e os resultados do serviço.

O Google começará a liberar a versão codificada da busca na próxima sexta-feira. Para usar, bastará digitar “https” em vez de “http” na barra de endereços do browser (https://google.com)

“Acreditamos que os usuários irão apreciar essa nova opção de busca. É uma adição útil à privacidade e segurança online, e continuaremos a adicionar codificação em mais opções de busca”, escreveu Evan Roseman, engenheiro de software do Google, no blog oficial da empresa.

A busca SSL será em modo beta (teste), e pode apresentar alguns bugs. Por exemplo, pode ser mais lenta que o normal, porque uma conexão segura precisa ser estabelecida. Inicialmente, a opção estará disponível somente para a busca via web, não as pesquisas de imagens e mapas.

Fonte: IDG Now!

Garantindo assim que você possa ignorar as normas da empresa onde trabalha onde proíbem que você busque por “mulher pelada”, “pirata”, “warez” e agregados… se não esqueçam que ao clicar no link você sai do SSL…

Google propõe criação de rede de banda larga de alta velocidade

Rede experimental de fibra óptica deve levar acesso rápido a 50 mil pessoas em pequenas localidades dos Estados Unidos, anuncia empresa.

O Google planeja criar uma rede experimental de ultra banda larga em algumas regiões dos Estados Unidos. A proposta anunciada no blog da empresa nesta quarta-feira (10/2), prevê a oferta de acesso à internet “100 vezes mais rápido do que a maioria dos norte-americanos possui hoje, a 1 Gigabit por segundo, por meio de conexões de fibra óptica ponto a ponto”.

A empresa de buscas disse estar iniciando um experimento próprio para incentivar a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) a “buscar formas novas e criativas de implantar seu Plano Nacional de Banda Larga“.

A rede experimental deve beneficiar 50 mil pessoas, inicialmente, chegando a 500 mil no futuro, informa a empresa. “Nosso objetivo é experimentar novas formas de tornar o acesso à internet melhor e mais rápido para todos”, diz o Google.

Entre as os usos específicos da nova rede, o Google pretende incentivar a criação de aplicações de nova geração para redes de alta velocidade, bem como testar novas formas de construir redes de fibra ótica. Além disso, a empresa pretende operar uma rede “de acesso aberto”, dando opção de escolhe de diferentes provedores pelos internautas. “Vamos administrar nossa rede de uma forma aberta, sem discriminação e transparente”, disse o Google.

A iniciativa começa hoje com uma espécie de consulta pública para ajudar a identificar as comunidades interessadas em sua rede experimental e aguarda respostas de administrações públicas locais, bem como dos cidadãos pelo site www.google.com/appserve/fiberrfi .

Fonte: IDG Now!

Listas de torrents atraem internautas com “versões” do Chrome OS

Google decidiu abrir código, mas não oferece beta; arquivos da web podem esconder software malicioso e abrir brechas de segurança no PC.

Um dia após o anúncio, pelo Google, de que o código-fonte do Chrome OS seria oferecido sob a licença de código aberto, redes de torrents já fornecem links para internautas baixarem o sistema.

No Mininova.org, é possível encontrar arquivos com os nomes “Google Chrome OS Virtual Machine” (718 MB), “Chrome OS VMWare Image” (280 MB), “ChromeOS vmdk” (704 MB) e “Chrome OS build” (2,7 GB). Todos foram carregados hoje (20/11).

O Pirate Bay, por sua vez, indica os arquivos “chromeos-image” (280 MB), “Google Chromium OS VM Image VMDK” (702 MB) e “Chrome OS .i686-0.4.223″ (550 MB). O primeiro foi carregado ontem e o segundo, hoje. Já o terceiro tem data de 14 de novembro.

Na apresentação feita ontem (19/11), o Google disse que não iria fornecer versões beta do sistema, cujo lançamento foi sugerido para o fim de 2010, junto com máquinas projetadas especificamente para recebê-lo.

Se for baixar os arquivos, o internauta deverá precaver-se contra software malicioso que poderia tornar o sistema vulnerável.

O recomendável é usar uma máquina exclusiva para testes, que possa ser reformatada depois.

Fonte: IDG Now!

Chrome OS não concorre com o Windows 7 e Linux, diz executivo do Google

Gerente global do Google defende que Chrome OS não compete nem com Windows 7 nem com distribuições de Linux e se esquiva quanto restrições.

Nem bem foi detalhado oficialmente pelo Google, o sistema operacional Chrome OS se viu em meio a dúvidas relativas tanto ao papel que ocupa no mercado de netbooks como às restrições que o buscador imporá à sua venda.

Na entrevista ao IDGNOW!, Eitan explica o funcionamento dos painéis, diz que o Chrome OS não concorre nem com o Windows 7 nem com distribuições de Linux e aponta que, sem internet, netbooks com Chrome OS apenas executam arquivos multimídia.

Questionado sobre a incoerência entre a liberdade de desenvolvimento e a restrição de uso do sistema, disponível apenas em máquinas que o Google aprovar, o executivo elegantemente se esquivou.

O Google anunciou nesta quinta-feira (19/11) que abriria o código do Chrome OS para que desenvolvedores sugerissem modificações no sistema. O Chrome OS deverá ser lançado apenas no final de 2010.

Porque restringir o Chrome OS apenas para novos netbooks? Esta atitude não contradiz a liberdade de desenvolvimento alardeada pelo Google?
O Google Chrome OS tem seu código aberto, então não existem restrições sobre o que você faz com o código.

Estamos trabalhando com diversas fabricantes de hardware para criar aparelhos especializados que são otimizados em segurança e velocidade, mas desenvolvedores já podem fazer com que o código base funcione em aparelhos sem estas eficiências.

Quem é o principal rival do Chrome OS: o Windows 7 ou distribuições de Linux?
Vemos o Chrome OS fundamentalmente como um modelo diferente de computação em relação a tudo que está aí – é um sistema operacional leve e aberto para usuários ávidos por internet construído ao redor de princípios como velocidade, simplicidade e segurança.

O vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, Sundar Pichai, afirmou que pretende reduzir o tempo de boot do Chrome OS, atualmente em 7 segundos. O quanto é possível diminuir este tempo?
Esperamos que, quando aparelhos com Chrome OS sejam lançados no próximo ano, usuários poderão ir do ligar a máquina aos seus e-mails em segundos.

Como o Chrome OS funcionará quando não houver conexão com a internet?
O uso primário do Chrome OS é para estar online. Atualmente, você pode executar arquivos (como músicas, vídeos e fotos) de cartões SD e pen drives quando está offline. Adicionalmente, aplicações online que usem HTML 5 funcionarão como esperado quando não houver conexão.

Que tipo de usos terão os painéis quando o Chrome OS estiver completo?
Painéis são pequenas janelas pop-up no canto inferior da tela que podem ser minimizadas.

Elas permitem ações como chat, cálculos ou execução de músicas sem se afastar da aba em que se trabalha. Painéis são a maneira do Chrome OS de lidar com a necessidade de diversas janelas, facilitando o gerenciamento.

Como o Google escolhe as aplicações que estão no “app menu”?
O Chrome OS ainda está a um ano do seu lançamento para consumidores tradicionais, e a interface, o design e as funções disponíveis agora provavelmente vão mudar no correr do próximo ano, já que continuaremos a desenvolver o produto.

Os atuais serviços que você vê no menu são apenas um exemplo dos tipos de aplicativos que podem aparecer e o que pode ser feito usando o Chrome OS. Netbooks vendidos provavelmente virão com um conjunto diferente de aplicativos.

Fonte: IDG Now!

Empresas de software preparam extensões para o Google Wave

SAP e Salesforce querem aproveitar a nova ferramenta de colaboração do Google e já desenvolvem extensões que beneficiam seus produtos.

Ainda em desenvolvimento, o Google Wave, plataforma de comunicação e colaboração do Google, já desperta o interesse de grandes fornecedores de aplicativos, como a norte-americana Salesforce.com e a alemã SAP.

Ambas construíram protótipos de aplicações utilizando a prévia do Wave disponibilizada para desenvolvedores. A mesma prévia foi oferecida para cerca de 100 mil usuários na quarta-feira (30/9).

O núcleo de pesquisas da SAP criou uma aplicação chamada Gravity, capaz de gerar um ambiente para desenvolvimento de modelos de processos. Criado o modelo, ele poderia ser exportado automaticamente para a ferramenta SAP BPM (business process modeling) para ser refinado.

Enquanto isso, a Salesforce.com mostrou um vídeo de uma ferramenta na qual um consumidor em busca de suporte usa o Wave para iniciar um diálogo com um robô. O sistema cria um registro do caso na plataforma Salesforce.com. Caso o robô não consiga responder às perguntas, o usuário pode solicitar um atendimento ao vivo com um humano, que se junta à conversa.

O Google já vislumbra monetizar a ferramenta com uma futura loja de extensões para o Wave, de acordo com post no blog oficial da companhia. Mas, de acordo com o analista da consultoria de tecnologia Redmonk, Stephen O’Grady, a ferramenta ainda não vai ao encontro das necessidades das empresas.

“Para ter aplicação no setor corporativo, a usabilidade da ferramenta terá de sofrer melhorias. A tecnologia ainda é intimidante para usuários menos técnicos”, afirma o analista. Para ele, o Google precisará criar uma grande sintonia com potenciais parceiros para remover complexidades desnecessárias e expor ao usuário somente as funcionalidades de negócios.

Em seu blog, o Google reconheceu que o Wave ainda é um projeto em andamento que carece de diversas melhorias. O Google Wave Combina tecnologias de compartilhamento de documentos e mensagens instantâneas para criar um ambiente de colaboração em tempo real.

Fonte: IDG Now!