A melhor propaganda da ZeroHora que eu já ví…

Estrelando Noronha…

Cinco tecnologias de virtualização com código aberto

Agora que a virtualização ganhou o status de tecnologia dominante na maioria das grandes empresas, os maiores fornecedores do mercado, como EMC/VMware, IBM e Microsoft estão investindo pesadamente em soluções proprietárias para a execução de sistemas operacionais de múltiplos clientes em uma única máquina.

O mercado, no entanto, não é feito só de produtos comerciais. Existe um ecossistema latente de soluções de virtualização de código aberto que podem ser consideradas pelos CIOs para suas infraestruturas de nuvem públicas ou privadas.

Entre as opções, cinco se destacam pelo potencial de cumprir a missão de consolidar infraestrutura sem prejudicar as economias que virtualização proporciona:

KVM

Abreviação para Kernel-based Virtual Machine, a solução não é tão amplamente implementada como outros hypervisors de código aberto, mas sua estatura está crescendo rapidamente. Ele tem a possibilidade de rodar clientes Windows e Linux, mas o sistema operacional do pinguim leva vantagem, pois os Linux desde o kernel 2.2.20 possuem um componente do KVM incluído.

A principal validação do KVM veio no final de 2008, quando o fornecedor Red Hat comprou a desenvolvedora da ferramenta, Qumranet. Agora a Red Hat baseia sua estratégia corporativa de virtualização na ferramenta.

Site: http://www.linux-kvm.org
Licença: GPL

Xen

O hypervisor Xen começou a ser criado por uma startup financiada pela Microsoft na Universidade de Cambridge e logo se tornou padrão no universo Linux.

O Xen dá suporte à virtualização (modalidade na qual o sistema operacional sofre modificação para ser rodado em máquina virtual) e virtualização assistida por hardware para clientes modificados e não modificados.

Os clientes podem ser Linux ou Windows, mas a maioria absoluta dos clientes é variante Linux, principalmente no universo de hosting.

Alguns anos atrás, fornecedores comerciais, como Novell e Oracle, adotaram Xen, antes que a startup fosse comprada pela Citrix. Empresas importantes já adotaram o sistema de código aberto como plataforma de nuvem privada.

Site: http://www.xen.org
Licença: GPL

OpenVZ

A ferramenta OpenVZ é um sistema de virtualização para Linux que se tornou bastante popular nos mercados de host de massa, já que usar Linux é a forma mais barata de fornecer servidores privados virtuais. Ela promete oferecer performance de máquina virtual semelhante às de máquinas nativas.

Uma das vantagens do OpenVZ é a compatibilidade com Parallels Virtuozzo Containers, solução comercial oferecida pela empresa Suiça Parallels

Site: http://openvz.org
Licença: GPL

VirtualBox

VirtualBox é uma tecnologia de virtualização especializada em desktops, que foi adquirida pela Sun em fevereiro de 2008, e logo passou para as mãos da Oracle, que manteve o desenvolvimento e anunciou o lançametno da versão 4.0 em dezembro de 2010.

VirtualBox tem a vantagem de rodar em Windows, Linux, Solaris e Mac OS X, suportando também todos esses sistemas operacionais como clientes.

Apesar de ter mais apelo para desktops, o VirtualBOX também pode ser usado em servidores.

Site: http://www.virtualbox.org
Licença: GPL e CDDL

Lguest

Criado por um desenvolvedor independente australiano, o Lguest é voltado para Linux, permitindo múltiplas cópias do mesmo kernel, rodando simultaneamente. Mesmo não sendo um hypervisor de virtualização pura, o Lguest se orgulha da facilidade de uso e da utilização do mesmo kernel para o sistema operacional do host e do cliente.

Ainda não existe muito registro sobre o uso do Lguest como sistema corporativo em ambientes de produção, mas dependendo do que a empresa espera de uma ferramenta de virtualização, vale a pena testar.

Site: http://lguest.ozlabs.org/
Licença: GPL

Fonte: Computerworld

Yahoo vai fechar AltaVista, Delicious e seis outros sites

Informação sobre fechamento e fusão de sites vazou de webcast transmitido internamente; executivo diz não ver a hora de achar o responsável.

Depois de anunciar que iria demitir 4% de sua força de trabalho, o Yahoo revelou nesta quinta-feira (16/12) que vai fechar oito de seus sites.

Entre os sites marcados para morrer estão Delicious, AltaVista, MyBlogLog, Yahoo Picks, Yahoo Buzz e Yahoo Bookmarks.

A notícia sobre o fim destes produtos vazou na forma de uma captura de tela de um webcast interno transmitido pela empresa e publicado no Twitter por Eric Marcoullier, o fundador do MyBlogLog, segundo informou o Wall Street Journal.

Aaaaaand that’s all she wrote for Delicious and MyBlogLog. #EndOfAnEra /cc @joshu http://yfrog.com/h3z89pless than a minute ago via TweetDeckEric Marcoullier
bpm140

O MyBlogLog foi comprado pelo Yahoo em 2007 e posteriormente abandonado. Marcoullier não tem mais ligações com a empresa.

O slide vazado também identifica diversas propriedades do Yahoo que teriam como destino algum tipo de fusão. Entre eles estão Fire Eagle, Yahoo Events, Yahoo People Search e Sideline.

Não surpreende que o Yahoo não tenha ficado feliz com o fato de informações supostamente sigilosas terem caído em domínio público. Em um tuite a Marcoullier, o principal executivo de produtos do Yahoo, Blake Irving, jurou vingança contra o responsável pelo vazamento. “Mal posso esperar para descobrir como você conseguiu o webcast”, escreveu. “Seja quem for, está fora!”

@bpm140 @joshu Really dude? Can’t wait to find out how you got the web cast. Whoever it is, gone!less than a minute ago via webBlake Irving
Blakei

Depois que a notícia se espalhou, o Yahoo aparentemente viu-se obrigado a comentar publicamente o assunto. “Parte de nossa estratégia organizacional envolve o corte de investimentos em produtos com baixo desempenho ou que não se alinha com nossa estratégia, para concentrar melhor os esforços em nossas capacidades mais fortes e custear as inovações que virão nos próximos anos”, afirmou a empresa, em comunicado.

“Nós avaliamos e priorizamos continuamente nosso portifólio de produtos e serviços, e planejamos fechar alguns produtos nos próximos meses, como Yahoo! Buzz, nossa API de tráfego, e outros”, continuou. “Nós divulgaremos planos mais específicos quando for apropriado.”

Fonte: John Mello, IDG Now!

Samsung Galaxy i7500L – Como atualizar pro GAOSP – Android 2.2

Update: 17/12/2010

Pra quem não conhece, o Drakaz (www.drakaz.com), figura lendária no mundo Android está com uma versão nightly público do Android 2.2

Link do projeto GAOSP: Port of the Android Open Source Project / CyanogenMOD 6 on Samsung Galaxy
Ele é compatível com o Galaxy i7500 (sem o L). No Brasil são vendidos unidades com o modelo i7500L, não se sabe bem o que é diferente, o fato é que o GAOSP funciona perfeitamente no i7500L, vou descrever um passo-a-passo. Por mais que seja nightly (nem beta ainda), já está estável, e eu uso no dia-a-dia tranquilamente.

1- Instalei o Recovery 6.2 6.5 (do Drakaz também, encontrado em www.drakaz.com)

2- Copie o arquivo do GAOSP (baixado no site oficial ) para o SD interno (na raiz)

3- Copie o arquivo do  Google Apps  ( baixado de http://www.multiupload.com/FLC5R6KM8E ) para o SD interno ( na raiz )

4- Reinicie no Recovery Mode

5- Faça um backup do sistema inteiro usando Nandroid, é importante caso algo dê errado dá pra voltar como estava.

6- Vá na opção Wipe data/factory reset

7- Vá na opção Apply any zip from sd – selecione o arquivo do GAOSP e use o botão home (aquela entre o voltar e o desligar, sim, tem um botão ali, também notei hoje).

8- Vá na opção Apply any zip from sd – selecione o arquivo do Google Apps e aperte o botão home novamente.

9- Reboot

10 – Depois de reiniciar vem as partes importantes, dê Skip em todas as opções que aparecer.

11- NÃO configure o Wifi, se fizer isso as APN não vão funcionar, pelo menos pra mim não funcionou.

12- Delete qualquer APN, por mais correta que ela esteja e adicione manualmente, preste atenção nos proxys e portas.

13- Se quiser, pode configurar o wifi nessa etapa.

14- Reboot

15- Espere carregar, faça login na conta do Google e showtime! wink

Testado com a TIM e a Claro no RS.

Faça por sua conta e risco.

Market funciona, bem como aplicações como Twitter oficial também.

Eu já tinha atualizado pro donut (1.6), versão final JC6.

Vou publicar as atualizações com regularidade no meu blog.

Endereços IPv4 estão perto do fim. E os que sobram podem estar poluídos

É o que diz pesquisador americano, que detectou tráfego intenso em sub-redes que deveriam estar sem uso; problema pode acelerar migração para o IPv6.

Os poucos blocos de endereços Internet que ainda restam para ser alocados sob o velho protocolo IPv4 parecem abrigar alguns hotspots de tráfego não solicitado, e qualquer um que consiga tais endereços seria levado a pagar por esse tráfego pirata, alertou um pesquisador na conferência North American Operators Group (Nanog), na segunda-feira (14/6).

Ninguém pode configurar um servidor web sem um endereço IP (Internet Protocol) que não tenha sido alocado. Mas qualquer um pode escrever código que aponte para endereços não utilizados. A atividade inesperada encontrada nesses “espaços negros” pode vir de diversas fontes, desde ataques na Internet até um código benigno feito para testar uma aplicação ou um PC.

Apesar de o tráfego não representar uma ameaça de segurança em si, a empresa que comprar um endereço afetado de um provedor de serviços de Internet (ISP) poderia ter que pagar pela transmissão de pacotes irrelevantes, disse Manish Karir, pesquisador da Merit Network. A Merit é uma operadora de rede educacional e um centro de pesquisas de Internet com sede em Michigan (EUA).

O IPv4 permite a criação de no máximo 4,3 bilhões de endereços, e este suprimento deverá chegar ao fim dentro de dois anos. Se alguns dos endereços restantes forem poluídos por tráfego não solicitado, isso poderia tornar o problema ainda mais urgente para as empresas que precisam de endereços IPv4 novos e utilizáveis.

Do fundo do tacho
Os endereços IP são alocados por administradores regionais de Internet, geralmente para ISPs. Estes, por sua vez, cedem pequenos blocos deles para seus clientes corporativos. Apenas uma pequena fração de blocos de endereços IPv4 ainda espera por ser utilizada. Karir e um grupo de outros pesquisadores buscaram descobrir se os endereços do fundo do tacho virtual são tão bons como aqueles que já foram fornecidos.

“Há uma preocupação crescente de que esses blocos possam ser rejeitados”, disse Karir. A base dessa preocupação são os tipos de tráfego que foram bloqueados ou movidos dos blocos já alocados e que migraram para outros que ainda estão livres.

A equipe de Karir trabalhou em parceria com a APNIC, a entidade registradora da Internet para a região da Ásia-Pacífico, para testar um bloco novo, chamado 1.0.0.0/8, porque se sabe que ele tem sido utilizado em exemplos e situações de teste ao longo dos anos. Ao capturar pacotes num período de cerca de 10 dias, eles encontraram uma grande quantidade de tráfego.

No bloco inteiro 1.0.0.0/8, havia uma média de 170 Mbps (milhões de bits por segundo) de tráfego permanente, a uma média de 150 pacotes por segundo, disse Karir.

Parte desse tráfego ocorreu em uma sub-rede chamada 1.1.1.0, que é geralmente utilizada para testar configurações de computadores e de roteadores. Mas os pesquisadores foram surpreendidos por uma grande quantidade de tráfego em outra sub-rede, responsável por quase 35% de todo o tráfego no bloco inteiro de endereços.
Eles usaram então o analisador de protocolo Wireshark para reconstruí-los. O tráfego consistia de sinais de ocupado e de mensagens de áudio avisando que o número de telefone chamado estava errado. “Se você gostaria de fazer uma chamada, por favor, verifique o número e tente de novo”, dizia uma das mensagens, que Karir reproduziu para a audiência da Nanog.

Efeito colateral
Os pesquisadores acreditam que estes sinais foram o efeito colateral de problemas com SIP (Session Initiation Protocol), uma tecnologia bastante utilizada em voz sobre IP e outros tipos de comunicação baseada em pacotes. Os sinais teriam surgido no “espaço negro” por causa de servidores SIP mal configurados ou por causa de ataques do tipo “convite SIP”, no qual um sistema é inundado com convites malformados para iniciar uma sessão SIP, disse Karir. Por causa de um “padrão codificado em hardware”, os sinais de ocupado são configurados para chegar a esta sub-rede particular, disse ele.

Outra fonte de pacotes para o bloco de endereços – mais de 17% do total – era composta de pesquisas DNS mal direcionadas, embutidas nas páginas web que os usuários costumam clicar.

Com base nas descobertas, a APNIC decidiu bloquear as piores sub-redes no bloco 1.0.0.0/8. O corte dos dez piores hotspots reduziu significativamente o tráfego não solicitado, disse Karir.

No entanto, os pesquisadores encontraram evidências de tipos semelhantes de poluição em diversos outros blocos de endereços não alocados, e é difícil prever em que bloco tal tráfego poderá ressurgir, disse o pesquisador.

“Cada ‘espaço negro’ é diferente (…) porque os hotspots surgem em lugares estranhos e imprevisíveis”, disse Karir.

Ele aconselhou aos administradores de rede que recebem blocos poluídos a negociar com seus ISPs sobre uma possível troca. Mas isso pode ser difícil, já que os endereços IPv4 estão cada vez mais perto do fim, alertou. Há apenas 16 blocos remanescentes com 16,7 milhões de endereços cada – há três meses, eram 22 blocos, disse Karir.

Fonte: Stephen Lawson, IDG Now!

Tráfego na web brasileira caiu 70% durante estreia da seleção

Os dados são do CEPTRO.br, departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão que administra a internet no país.

O tráfego na web brasileira caiu mais de 70% durante a estreia da seleção na Copa 2010.

Os dados são do Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão que administra a internet no país.

O CEPTRO registrou uma queda significativa no tráfego nos Pontos de Troca de Tráfego Metropolitanos (PTTMetro), gerenciados pela entidade.

Na quarta-feira (16/06), o tráfego caiu dos esperados 35 Gb/s (gigabits por seg.) para 12 Gb/s no horário da partida entre Brasil e Coreia do Norte, comuma visível subida no intervalo do jogo. A queda foi maior do que a que ocorre aos sábados e domingos.

Os PTTs são infraestruturas em Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Londrina, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Eles permitem que a troca de tráfego entre grandes redes, os chamados Autonomous Systems (AS), ocorra o mais próximo possível e com um número reduzido de intermediários.

Nas empresas, a redução foi ainda maior – de até 75%, de acordo com números da Tecla Serviços de Internet.

Fonte: IDG Now!

Google terá busca segura com padrão SSL

A partir da próxima sexta-feira, o mecanismo de busca começará a liberar modo de busca codificada pelo padrão SSL para as pesquisas via web

Internautas que quiserem proteger suas buscas no Google contra uma possível espionagem agora têm a opção de codificar a sessão usando o padrão SSL.

A tecnologia SSL foi feita para prevenir acessos não autorizados aos dados que trafegam entre o computador do usuário e o servidor.

No caso da busca do Google, o SSL protege a transmissão dos termos inseridos pelo usuário e os resultados do serviço.

O Google começará a liberar a versão codificada da busca na próxima sexta-feira. Para usar, bastará digitar “https” em vez de “http” na barra de endereços do browser (https://google.com)

“Acreditamos que os usuários irão apreciar essa nova opção de busca. É uma adição útil à privacidade e segurança online, e continuaremos a adicionar codificação em mais opções de busca”, escreveu Evan Roseman, engenheiro de software do Google, no blog oficial da empresa.

A busca SSL será em modo beta (teste), e pode apresentar alguns bugs. Por exemplo, pode ser mais lenta que o normal, porque uma conexão segura precisa ser estabelecida. Inicialmente, a opção estará disponível somente para a busca via web, não as pesquisas de imagens e mapas.

Fonte: IDG Now!

Garantindo assim que você possa ignorar as normas da empresa onde trabalha onde proíbem que você busque por “mulher pelada”, “pirata”, “warez” e agregados… se não esqueçam que ao clicar no link você sai do SSL…

Instabilidades na Locaweb já duram mais de dez dias, alertam clientes

Problema técnico em servidor de e-mail identificado em 26/3 ainda afeta serviços de hospedagem, cloud computing e banco de dados.

Clientes da Locaweb continuam enfrentando instabilidades em serviços de e-mail e computação em nuvem prestados pela empresa, dez dias após a identificação de um problema técnico em um dos servidores de e-mail da companhia.

“Estamos com problemas com a Locaweb e o pessoal da área técnica deles não resolve e nem dá previsão de retorno”, reclamou o cliente Arthur M., por e-mail à Computerworld, na terça-feira (6/4). “O problema está no cloud computing”, alertou o usuário.

Em comunicado emitido no início da semana, a Locaweb informa ter identificado problemas técnicos em um de seus servidores de e-mail no dia 26 de março e que as instabilidades foram resolvidas no dia 31/3. A empresa informou também que faria mudanças em sua rede. “Estamos realizando um processo de reestruturação que deve ser concluído na sexta-feira, 2/4, e todos os clientes que foram afetados pelo problema perceberão uma melhora gradativa até sua conclusão, quando o serviço voltará à normalidade”.

Na segunda-feira (5/4), os problemas não pareciam solucionados para diversos clientes. Pelo Twitter, usuários da Locaweb relataram que diversos serviços da empresa foram afetados e ainda estavam fora do ar. “Todos os serviços da #Locaweb estão fora, estamos com o mesmo problema no e-mail, hospedagem, banco de dados…”, relatou um usuário ao perfil da Computerworld.

Questionada pela reportagem da Computerworld sobre o prazo para solução das instabilidades recentes, a empresa informou somente que os problemas foram normalizados. “Como forma de demonstrar transparência, a Locaweb disponibiliza, desde julho de 2009, o “Statusblog” em http://statusblog.locaweb.com.br/, onde é possível obter informações on-line e em tempo real sobre eventuais dificuldades de larga escala apresentadas e prazo para solução das mesmas”, respondeu o diretor de Operações e Qualidade da Locaweb, Francisco Zapata, por e-mail.

No depoimento por e-mail, o usuário da empresa afirma que o status do serviço não estava atualizado. “No blog deles parece tudo tranquilo, pois lá consta que o problema foi resolvido, mas não foi não, e eu sou uma prova viva disso”, diz Arthur.

A empresa não esclarece se pretende ressarcir os usuários afetados pelos problemas. “A Locaweb tem um relacionamento aberto e claro com todos os clientes. Cada situação é analisada individualmente, e sempre trabalhamos na direção de satisfazer as expectativas dos clientes”, disse Zapata.

Atualmente, a Locaweb atende mais de 2 milhões de usuários, “mas apenas uma parcela destes foi afetada por esta situação”, afirma a empresa. A empresa conta com 200 mil clientes, hospeda 500 mil domínios e atende a mais de 3,5 mil clientes com soluções de cloud computing. “Todos os clientes afetados foram devidamente comunicados pelas vias normais de contato”, informou o executivo.

Fonte: Computerworld

Uma ressalva. Temos vários servidores em Cloud e não são dos planos baratinhos…. e NÃO FUI NOTIFICADO BOSTA NENHUMA DE NENHUMA MANEIRA. Aliás, ainda quando tentei contato via telefone não atendiam (número de Porto Alegre) nem via chat (40 minutos esperando e eu fechei a janela).

Alterações no site

Nos próximos dias vou realizar várias alterações no nosso site. Se você acessar e não tiver no ar volta mais tarde tá?

[]s

TIM em Caxias do Sul, RS

Tudo bem, não tem 3G. Perdoado.

Tudo bem, o áudio é muito bom cheguei a ver cristais de tão limpo. OK.

Internet em EDGE mais lenta que já acessei na vida. Não tem preço CHINELAGEM NÉ? Levar 2 minutos pra carregar o cabeçalho de 4 mensagens?

Não! Vão tomar vergonha na cara e dá um jeito nisso. É um pólo de negócios no RS (Caxias do Sul) e os indivíduos nem pra pôr um EDGE com link decente?