NET Porto Alegre com problema de DNS

É isso aí. Achei que fosse a conexão, mas não era só o DNS mesmo.

Sugestão: usem DNS do Google:

1- 8.8.8.8

2- 8.8.4.4

Lula diz que programa de banda larga ficará pronto em 15 dias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante uma coletiva de imprensa em Três Lagoas (MS) nesta sexta-feira (19/2), que o Programa Nacional de Banda Larga deve ficar pronto em duas semanas. “Talvez mais uns 15 dias para frente possamos ter um programa de banda larga”.

Segundo o presidente, o projeto demorou para ficar pronto – a apresentação final foi adiada quatro vezes – porque ele quis ouvir todas as partes envolvidas na questão para formatar uma proposta.

“Convoquei uma reunião com o governo, não fiquei satisfeito. Convoquei uma segunda, uma terceira, não me agradaram. Então convoquei uma quarta reunião com o governo”, disse.

“Depois dos encontros com o governo pedi para o pessoal uma reunião com todas as empresas privadas. Depois quis uma reunião com todos os bichos grilos que discutem banda larga neste País”.

“Agora já ouvimos todo mundo. Está quase pronto”, afirmou.

O presidente também confirmou a utilização da Telebrás para ofertar banda larga.

“Que ela (Telebrás) vai crescer, vai, porque nós vamos recuperar a Telebrás. Nós vamos utilizar ela para fazer banda larga neste país”, disse.

Lula tratou de ressalvar, no entanto, que será uma empresa diferente daquela que o país um dia conheceu.
“O que seria uma Telebrás? Eu não quero uma Telebrás com três mil, quatro mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos ao governo”.

O mercado estava esperando o anúncio de reativação da Telebrás na última reunião entre Lula e os técnicos do governo para apresentação do PNBL no último dia 10/02. Entretanto, técnicos afirmam que o governo ainda tinha dúvidas sobre o estatuto de criação da empresa, uma vez que a nova estatal terá papel diferente da atual. A nova Telebrás será responsável pela infraestrutura que vai entrega banda larga pública.

Logo após a confirmação pública da intenção de reativação da Telebrás pelo presidente Lula, as ações da companhia valorizaram 14,8%, repetindo o que já havia acontecido no dia 3 de fevereiro, após a informação de que Lula havia afirmado o mesmo para representantes da sociedade civil em reunião sobre o PNBL em Brasília.

Em setembro do ano passado, o papel da antiga estatal era oferecido na Bovespa a 42 centavos. Era uma ação praticamente sem liquidez e presença na carteira de grandes corretoras. Mas desde outubro do ano passado começou a valorizar.

A Bovespa e BM&F chegaram até a pedir explicações para o diretor de relações com investidor da Telebras, Jorge da Motta Silva, sobre as fortes oscilações registradas com as ações ordinárias e preferenciais de emissão da estatal durante o mês de janeiro.

Analistas do mercado afirmam que antes de o governo federal anunciar a volta da Telebras os papéis da estatal estavam no ostracismo. E reconhecem que esse comportamento é um movimento especulativo para atrair investidores.

Iniciativa privada vai participar

No que se refere à participação da iniciativa privada, Lula declarou que cobrará das companhias um serviço a preço acessível na última milha.

“Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, está fora. Para isso, o Estado tem de ter capacidade de barganhar”.

Fonte: IDG Now!

Bom, empresa pública de banda larga. Legal. Será que terá Traffic Shapping ou monitoramento da PF mesmo?

(!) IMPORTANTE – Depoimento de um viciado

Novo tema

Estou à procura de um novo tema pro meu site, então se você visitar e o tema estiver mudando ou estiver tudo deformado, então, você já sabe o que é :)

A Anta da Década

Palavras do Cardoso do MeioBit:


AVISO: O texto abaixo é bara 1337 Hax0rs ou pelo menos profissionais experientes de computação.

Nos últimos dias um vídeo fez a alegria do pessoal de TI: Um guri metido a hacker postou um vídeo no YouTube ensinando sua técnica secreta (usando Windows XP) de descobrir quanta gente está acessando um site, e seus respectivos IPs.

O GÊNEO demonstra como conseguir tal proeza utilizando o comando… TRACERT.

Isso mesmo. Por algum motivos obscuro o pequeno cérebro himenóptero do guri o levou a concluir que o TRACERT é uma ferramenta hacker e que os endereços listados numericamente são… IPs acessando o servidor.

Vídeo da anta:

Vídeo do Stress

Velha, mas ainda atual…. Descreve realmente como a “coisa” é…

Comitê Gestor defende empresa pública para plano de banda larga

Para Demi Getschko, do CGI.br, empresa pública não deve ser “resgate da antiga Telebrás”, mas vai garantir inclusão em áreas remotas.

A criação de uma empresa pública para implementar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é uma forma de garantir a inclusão digital em regiões remotas do País, defende o diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.br), do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Demi Getschko.

“Há espaço sim para uma ação também da área de governo para incluir brasileiros que estão fora das áreas em que o mercado teria interesse em atuar”, afirma Getscho, que participou de uma reunião entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e representantes da sociedade civil para discutir propostas para o PNBL.

Getscho disse que a reativação da Telebras, proposta pelo governo federal, não deve representar um ‘revival’ (resgate) do antigo sistema estatal de telecomunicações. “Se esta empresa chama-se Telebras ou não, isso é uma questão de nome”, afirma do diretor do CGI.br, “E mesmo que seja uma empresa pública, ela deveria ter um plano de metas, competir no mercado e retornar investimento. Não seria um fundo perdido”.

Durante a reunião com o presidente Lula, o diretor do CGI.br,citou discussões sobre a expansão de banda larga em países como Austrália, África do Sul e Finlândia, que mostram a eventual necessidade de ação do governo também na área. “Então isso não é algo que leve à exclusão da área privada, ao contrário, mas leva a uma ação do governo também nesta área”, explica.

Getschko também levanta o problema de ociosidade em redes de fibra óptica na infraestrutura de companhias de energia elétrica. “Não tem sentido ter ociosidade nesta área e certamente seria muito importante que tivesse boa aplicação destes recursos parados principalmente porque regiões do Norte, que não têm conectividade, se beneficiariam com isso”, afirma.

Nesta sexta-feira (5/2) é a vez das operadoras de telecomunicações se reunirem com o governo federal para discutir o PNBL e questionar eventuais conflitos da reativação da Telebrás com suas operações no segmento.

Getschko conclui que a presença de uma empresa pública “não quer dizer que seria uma empresa estatal dominante no mercado”. Segundo ele, a “arte” do PNBL será definir uma proposta em que haja ação do governo sem que isso afete a competitividade do mercado.”

Fonte: IDG Now!

Bug em roteadores D-Link pode abrir tela de configuração a invasores

Dos seis modelos afetados, três – DIR-615, DIR-635 e DIR-655 – são vendidos pelo canal formal da empresa no Brasil.

O fabricante de roteadores D-Link admitiu nesta sexta-feira (15/1) que alguns de seus roteadores têm uma vulnerabilidade que pode permitir a hackers o acesso às configurações de administração do aparelho. A empresa de Taiwan afirmou que já publicou correções para as brechas.

De acordo com uma nota de 9/1 publicada no blog da SourceSec Security Research, alguns roteadores da D-Link têm uma implementação insegura do protocolo de administração de rede doméstica (HNAP, na sigla em inglês), o que poderia permitir a uma pessoa não autorizada mudar as configurações do roteador (posteriormente, a nota foi retirada do ar).

A SourceSec publicou uma ferramenta chamada HNAPOwn, que serve de prova-de-conceito e que poderia facilitar a invasão – uma ação que foi criticada pela D-Link. “Ao publicar suas ferramentas e dar instruções específicas, os autores do relatório delinearam publicamente como a segurança poderia ser violada, o que poderia ter sérias consequências para nossos clientes”, afirmoju a D-Link em comunicado.

A fabricante disse apenas que parecia ser possível invadir os roteadores usando a ferramenta de software divulgada, mas não simplesmente com o código publicado.

Opiniões diferentes
A D-Link e a SourceSec têm opiniões divergentes sobre os modelos vulneráveis. A SourceSec escreveu que suspeita de todos os roteadores D-Link fabricados desde 2006, com suporte a HNAP. Mas eles admitiram não ter testado todos eles.

Já a D-Link informou que os modelos afetados são o DIR-855 (versão A2), DIR-655 (versões A1 a A4) e DIR-635 (versão B). Três modelos descontinuados – DIR-615 (versões B1, B2 e B3), DIR-635 (versão A) e DI-634M (versão B1) – também são afetados. A empresa informa que novas atualizações de software têm sido oferecidas em seus sites na web. Dos modelos afetados, três – DIR-615, DIR-635 e DIR-655 – são vendidos pelo canal formal da D-Link no Brasil.

A subsidiária brasileira da empresa informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que aguarda orientação da matriz para a publicação, no site local, da correção para a falha.

Fonte: PC World

Pirataria via web ultrapassa mídias físicas

A pirataria está longe de acabar, principalmente no Brasil. Mas a prática está mudando de “cara”.

Um balanço da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) mostra que esse tipo de crime está migrando das mídias físicas para a internet.

O estudo foi divulgado nesta terça-feira e mostra que, em 2009, foram apreendidos 1,13 milhão de CDs piratas no país, bem menos do que no ano anterior, que registrou 1,6 milhão.

Segundo a Reuters, além disso, a associação também informou que 313 sites destinados à venda de produtos ilegais, além de 19,3 mil anúncios, foram retirados do ar. Esses números representam um aumento de 26% em relação a 2008.

Conforme pesquisa da Business Software Aliance e do IDC, a pirataria no Brasil tem diminuído nos últimos anos, mas continua alta. Com um índice de 58%, o país tem a segunda taxa de pirataria mais baixa da América Latina. Porém, ainda é maior do que a média mundial, que fica na casa dos 51%.

Para se ter uma ideia do prejuízo, só em 2008, o Brasil perdeu US$ 1,645 bilhão com o comércio ilegal de softwares.

Fonte: Adrenaline