IMPORTANTE – Celulares MP10, MP11… MPx

São diversos modelos, uns com TV outros com Wi-fi, similares a celulares de grandes marcas como Apple e Nokia. Conhecidos como MP7, MP8, MP9…MPx (tem até MP15).

1- NÃO EXISTE NADA ALÉM DE MP4.

A tecnologia é MPEG2 e MPEG4. Não existe MP5, Não existe MP6… Isso é só mercadologia. Alguém achou que MP5 era mais evoluído que MP4 e foi isso. Aliás a maioria desses celulares mal conseguiriam executar MP4 nativo com qualidade e decência.

2- Qualidade de produção

Na sua maioria não tem qualidade de produção nem de acabamento. Salvo raros casos. Não são tão resistentes (os Motorola também não são… então não dá pra se guiar por isso), sem contar que nem um português-brasileiro decente não se tem.

3- Anatel, radiação e câncer

Esses celulares não homologados pela Anatel, portanto não se sabe exatamente os níveis de radiação que eles podem emitir. Lembra daquela história que celular dá câncer? Pois é, não dá na teoria, levando em consideração às especificações e limites vigentes. Mas nesses celulares não dá pra ter noção de quanto de radiação (microondas, diga-se de passagem) eles emitem, interferências (lembro-me de um amigo que comprou um MP9 e ele causava interferência em microfones sem fio de palestrantes a 50m de distância).

4- Baterias

Também não dá pra dizer com 100% de certeza condições específicas das baterias que esses “caras” carregam. Os carregadores também não são confiáveis. Minha recomendação é que sempre carreguem longe do rosto (tipo, não fique trabalhando com o celular na mesa e ligado à tomada. CLARO, todos celulares são suscetíveis a explosão. Mas uma bateria que muitas vezes nem tem identificação de fabricante, tu não terás nem quem processar por uma plástica. Pense nisso.

Inexistência de casos não justificam cuidado? Isso até acontecer. Daí vira até reportagem de Repórter Record/ Globo Repórter…

5- O legal

O Legal desses celulares são a reunião de recursos legais (wi-fi, bluetooth, touchscreen, TV ($#@% analógica… mas tem) a preços populares… também a alteração e várias atualizações de firmware promovidas por vários desses “fabricantes” são no mínimo interessantes.

6- Garantia

La Garantía soy yo. O próprio vendedor/loja é responsável. Normalmente eles são legais. Ou seja, se o celular explodir na sua mão ou pior, no bolso de sua calça próximo ao passarinho eles vão ter dindin dinheiro para pagar seu tratamento? O fabricante (só um exemplo, olhe atrás do HiPhone, o FCC ID é da Apple, já começa por aí) que você nem sabe quem é vai pagar seu passarinho tratamento?

7 – Conclusão

Não digo que não sejam legais, com muitos recursos de celulares CAROS. E MUITO CAROS. No entanto, só pela radiação que não sabemos fica complicado confiar. Pode ser que seja até menor do considerado normal, pode ser que não seja abusivo. MAS SE FOR? Vale a pena assar teus neurônios ou teu passarinho (no caso dos meninos) pra ter um celular desses. Depois se a coisa assar e parar de funcionar, não diga que eu não avisei. :)

Deixe um comentário, quero saber sua opinião sobre tudo que eu comentei. Se puderem, repassem aos seus amigos, principalmente àqueles que têm ou pretendem comprar um desses aparelhos.

GVT e Oi trocam acusações de fraude na portabilidade

A GVT propôs ações na Justiça Federal e na Anatel contra o que considera condutas anticompetitivas do grupo Oi. Em comunicado divulgado hoje pela assessoria de imprensa, a GVT informa que a Oi praticou fraude no processo de portabilidade numérica, fez corte intencional de cabos da GVT, deixando parte de seus clientes sem serviço. “A empresa solicita a suspensão das práticas anticompetitivas, indenizações e punições rigorosas para o grupo Oi de forma a combater os casos de abuso do poder econômico que prejudicam a qualidade e até mesmo a prestação do serviço ao consumidor final”, diz a nota. A Oi nega as acusações e acusa a GVT de criar dificuldades no processo da portabilidade e se negar a assinar contrato de compartilhamento de infra-estrutura.

No comunicado, a GVT explica que a fraude no processo de portabilidade numérica foi descoberta a partir de ligações telefônicas feitas para o Call Center da GVT, com pedidos de cancelamento de portabilidade numérica, a partir das centrais de atendimento do grupo Oi localizadas em Niterói (RJ), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR). “Nestas ligações, os atendentes da Oi simulavam ser os usuários da Oi ou Brasil Telecom solicitando o cancelamento da portabilidade, e por vezes chegaram a ser desmascarados pelos atendentes da GVT antes do fim da ligação”, diz a nota, informando ainda que o grupo Oi manifestou-se oficialmente reconhecendo a realização das ligações e a Anatel emitiu circular reiterando a proibição de tal prática.

“A GVT inverteu a situação”, garante Alain Riviere, diretor de regulamentação da Oi. Segundo ele, quem criou dificuldades no processo da portabilidade foi a GVT (pelas regras, a empresa cujo cliente quer portar o número tem o direito de fazer uma oferta de retenção para o cliente) que não aceitava quando o cliente voltava atrás, após a oferta da Oi. “A GVT dizia que tinha que pagar multa de R$ 200 reais, que não existe, alegava que o sistema tinha caído e outras dificuldades”, conta Riviere. Em função dessas dificuldades, explicou, a Oi consultava os clientes e ligava para a GVT com o consentimento dos mesmos. O embate entre as duas operadoras foi tema de uma reunião de mediação na quarta-feira da semana passada na Anatel.

Corte de cabos

Ainda segundo o comunicado da GVT, o grupo Oi assumiu ainda a responsabilidade pelo corte de cabos em Salvador (cinco ocorrências) e numa cidade satélite do Distrito Federal (uma ocorrência). A prática foi suspensa pela justiça, por meio de liminar emitida pela 20ª. Vara Federal de Brasília. Para a GVT essa prática representa uma ruptura na ocupação de acessos prediais na área de concessão da Oi vigente nos últimos 10 anos, e uma modificação sem qualquer amparo jurídico, que prejudicaria usuários, e afetaria também operadores de TV a cabo e de transmissão de dados, que sempre utilizaram a mesma infra-estrutura para acesso predial.

De acordo com Riviere, todas as demais operadoras, à exceção da GVT, assinaram contrato de compartilhamento de infraestrutura com a Oi. “Temos contratos de compartilhamento de torres com as móveis e de dutos com a NET, enfim, centenas de contratos assinados. No caso da GVT, ela tem invadido a infraestrutura da Oi para chegar na residência de seu cliente”, afirma Riviere. Segundo ele, tanto em Salvador quanto em Belo Horizonte, técnicos da empresa identificaram cabos clandestinos na infraestrutura, retiraram esses cabos e, mais tarde, a Oi soube que pertenciam a GVT. “Eu mesmo procurei o Carlos Alberto Nunes, da área de regulamentação da GVT, para discutir o assunto e propor um contrato de compartilhamento, mas a empresa não aceitou”. De acordo com Riviere, esse embate se intensificou em novembro do ano passado, está em discussão na Anatel e na justiça e, na reunião da semana passada, quando a Oi propôs que as duas empresas contratassem uma perícia independente para determinar de quem é a propriedade da infraestrutura, a GVT não aceitou.

Fonte: Tele Síntese

Anatel oficializa resolução que permitirá banda larga pela rede elétrica

Brasília – Agência publica no Diário Oficial regulamentação que impõe restrições para banda larga pela rede elétrica no Brasil.

Dez dias após aprovada, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13/04) a regulamentação que permite o uso da internet pela rede elétrica.

A Resolução n.º 527 impõe algumas restrições como permitir serviços apenas em faixas de frequência pré-determinadas pela Anatel ou sistema para desligamento remoto, a partir de uma central de controle, de equipamentos que causem “interferência prejudicial”.

Segundo o texto, caso o funcionamento de estações que usem sistemas de banda larga pela rede elétrica estiver associado a serviços de telecomunicações, será necessária a autorização do Serviço de Comunicação Multimídia ou do Serviço Limitado Privado, bem como o licenciamento das estações.

A regulamentação também exige que empresas interessadas em oferecer o serviço apresentem à Anatel, um mês antes do lançamento do serviço, informações que integrarão uma base de dados pública, disponível a qualquer interessado.

Os equipamentos que compõem o sistema devem possuir certificação expedida ou aceita pela Anatel e atender às normas referentes ao sistema elétrico expedidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
*com informações da Agência Brasil.

Fonte: IDG Now!

Brasileiros terão banda larga via rede elétrica ainda em 2009, diz Anatel

Brasília – De acordo com conselheira da Anatel, relatório a respeito da regulamentação da oferta deve ficar pronto no final de março.

Emília Ribeiro, conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), afirmou que os brasileiros poderão acessar internet por meio da rede de energia elétrica ainda em 2009 e garantiu que seu relatório sobre a regulamentação da oferta estará pronto ainda no fim de março.

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Emília afirmou, à Agência Brasil, que é muito importante decidir a questão, porque é uma forma barata de expandir a banda larga para todo o país e aumentar a competição no setor.

Com a transmissão de dados em alta velocidade pela rede elétrica, sistema também conhecido como BPL ou PLC, as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede. A conselheira explica que os dados são transmitidos por meio de fio elétrico ou por outro cabeamento no poste de energia e levado para dentro da residência por meio da caixa de energia elétrica.

Emília aproveitou para defender a disseminação da banda larga no serviço público e nas escolas. Segundo a conselheira, não custaria muito para o governo um estudo que faça o serviço chegar à segurança, à saúde, à cultura, entre outros.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IDG Now!

Oi-BrT: TCU determina que Anatel não dê parecer sobre a fusão

São Paulo – Agência não possui as informações necessárias para conceder anuência prévia para a operação, diz Tribunal de Contas da União.

O Tribunal de Contas da União (TCU) expediu uma medida cautelar impedindo que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decida sobre a anuência prévia para a fusão entre a Oi e a Brasil Telecom.

De acordo com decisão do ministro Raimundo Carreiro, a agência deve se abster de deliberar sobre a anuência prévia da operação por não ter informações suficientes, necessárias e exigidas em lei para decidir fundamentadamente sobre a possibilidade da fusão.

Carreiro, em sua decisão, aponta “insuficiência dos elementos que permitam avaliar os impactos da futura fusão para os usuários dos serviços correspondentes, especialmente em termos sócio-econômicos e concorrenciais”.

A medida cautelar também aponta falta de “transparência do processo de anuência prévia, especialmente no que diz respeito à falta de submissão ao escrutínio público das contrapartidas ou condicionantes a serem exigidas”.

A reunião do conselho diretor da Anatel, que estava prevista para começar na manhã de hoje (17/12), foi adiada para hoje à tarde. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, os conselheiros da agência estão reunindo informações para prestar esclarecimentos ao tribunal.

Fonte: IDG Now!

Velox sem provedor

São Paulo – Liminar da Justiça do Pará – válida em todo Brasil – considera oferta do Velox da Telemar com provedor adicional ‘venda casada’.

A Telemar será obrigada a oferecer acesso à internet sem provedor adicional para os clientes do serviço Velox de todo o Brasil. A liminar, do juiz federal Antonio Carlos de Almeida Campelo, da 5ª Vara Federal em Belém, Pará, considera que a prática da Telemar é uma venda casada, que é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Segundo o Ministério Público Federal, a Telemar havia alegado que só poderia oferecer acesso à internet por meio de algum provedor pago. Porém, uma investigação da Coordenadoria de Informática do MPF apontou que, ao contrário do acesso à internet discada, o acesso em banda larga fornecido pelo Velox (ADSL) permite a conexão utilizando apenas a infraestrutura de servidores DNS (domain name system) e o endereço IP (internet protocol) da própria Telemar, o que torna desnecessário o provedor de conteúdo.

Para o MPF, a Telemar pratica venda casada “porque bloqueia o direito de escolha do consumidor, impedindo que ele use provedores gratuitos, por exemplo”.

Procurada pela reportagem, a Telemar disse que ainda não se pronunciará sobre o assunto por se tratar de um processo “ainda em curso”.

A liminar também aponta a Anatel como responsável, pois ter editado uma norma determinando o uso de provedores pagos para o acesso a internet induzindo, assim, os usuários a um gasto que poderia ser evitado, além de limitar a livre concorrência e o direito à informação para a sociedade.

Anatel e Telemar terão que pagar multa diária de 100 mil reais em caso de descumprimento da decisão judicial, que começa a valer assim que forem notificadas pela Justiça Federal. Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Em 2007, a Telecômica Telefonica também foi proibida de exigir contratação de provedores de internet junto a seu serviço de banda larga Speedy.

Fonte: IDG Now!

Telefônica culpa roteador em Sorocaba e pede laudo

São Paulo – Empresa afirma desconhecer motivos que causaram problemas no aparelho; resultados de análise devem ser divulgados em dez dias.

O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, afirmou que uma falha em um roteador da rede MPLS, localizado na central telefônica de Sorocaba, interior de São Paulo, foi o responsável por deixar boa parte do estado de São Paulo sem internet entre quarta-feira (02/07/08) e quinta-feira (03/07/08).

O executivo revelou, contudo, que a empresa ainda não determinou exatamente quais foram os motivos que causaram a falha no aparelho e no sistema de redundância da rede. “Temos que identificar o problema e por que os sistemas de níveis superiores da rede também não funcionaram”, declarou o presidente da Telefônica.

Laudo indicará causa

A empresa solicitou ao CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) um laudo técnico do roteador que apresentou o problema. Segundo Valente, o equipamento está isolado e todo o processo de recolhimento de dados foi realizado por técnicos do CPqD e acompanhado por funcionários da Anatel. O resultado final está prometido para, no máximo, daqui dez dias corridos.

Segundo Vladimir Barbiere, vice-presidente do segmento de empresas da Telefônica, a rede MPLS da operadora de telefonia conta com 7 mil clientes, sendo 6,5 mil empresas e 500 órgãos públicos. Segundo ele, metade dos 36 mil circuitos da rede foi afetada pelos problemas no roteador, o que teria atingido 3,5 mil clientes.

A empresa tem 900 grandes clientes, mas nem todos foram atingidos, porque em alguns casos o usuário é atendido pela rede MPLS e pela rede frame relay.

Para identificar a razão da pane, a Telefônica afirma que investigou partes da rede na cidade São Paulo, na região de Campinas, São José dos Campos até descobrir a origem do incidente em Sorocaba. “Cada etapa exige tempo para ser cumprida. Dividimos a rede em segmentos para isolar o trecho com a falha e reestabelecer a estabilidade da rede”, explicou o presidente da Telefônica.

O executivo se negou a revelar o nome do fornecedor do equipamento que causou o problema. “Neste momento, a responsabilidade é completamente da Telefônica”, afirmou. A Cisco já mandou nota oficial negando que seja da empresa um dos seus aparelhos o responsável pela queda.

Ao ser questionado pela possível multa da Anatel, que pode atingir até 50 milhões de reais, Valente não acredita na punição máxima. O executivo também minimizou as suspeitas do incidente ter sido causado por sabotagem interna por conta de demissões recentes, dizendo que “não há nenhum elemento que indique que houve intenção de causar o problema, mas não podemos descartar nada”.

De acordo com Valente, o problema no roteador pode ter sido causado por falha humana, durante a inserção de códigos de atualização, por exemplo. “Muitas vezes existem erros de inserção de software ou de parte de software. São fatos relativamente corriqueiros”.

Falha começou na manhã de quarta

Os primeiros sinais de instabilidade na rede surgiram às 11h de quarta-feira (02/07) e às 20:30 de quinta-feira (03/07) a empresa identificou o trecho da rede que apresentava problemas. O serviço foi normalizado às 23h de quinta-feira, mas ao longo desta sexta-feira (04/07) ainda havia instabilidades em alguns pontos.

Segundo levantamento da empresa, até as 17h de sexta-feira, entre 1.600 delegacias, quatro ainda estavam com problemas; e seis de 560 unidades do Tribunal de Justiça de São Paulo apresentavam dificuldades de conexão. CET, agências do Poupatempo, unidades da secretaria de saúde, subprefeituras e hospitais estavam normalizados, informou a Telefônica.

Fonte: IDGNow!

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