Review – Como escolher operadora 3G?

Tarefa nem sempre fácil pois independe da “marca” do serviço ou seja, da operadora, mas a qualidade da rede importa muito, tanto da torre até você quanto da torre em diante.

Isso vale tanto pro telefone quanto para os modems 3G, na real a rede é a mesma, se você acessa no celular ou no modem dá no mesmo. Apesar das operadoras cobrarem tarifas diferenciadas, nada muda do lado deles, não se engane. A diferença é que pouca gente tem paciência para navegar na internet longos períodos no celular o que é bem diferente de quem acessa no computador.

No Brasil temos 4 operadoras fortes em 3G: Claro, Oi, TIM e VIVO, mas como escolher? Vou mostrar os prós e os contras, já que já utilizei todas em vários estados. Vou abordar qualidades técnicas, problemas e valores médios.

Por ordem alfabética.

CLARO


Qualidade da rede em capitais:Ótima, rede cobre a maior parte das cidades com UMTS e/ou HSDPA.

Qualidade da rede no interior do estado: Boa, cobre a maior parte das cidades maiores e nas menores em EDGE tem qualidade aceitável.

Entrega de banda prometida: Sim, dentro de condições boas de sinal.

Operadoras de saída: Normalmente sai pela Embratel o que mantém boa velocidade e qualidade geral de rotas.

Atendimento telefônico: Alguns atendentes com sotaque quase incompreensível, voz abafada, não compreendem o que você pede. Tem que repetir várias vezes.

Atendimento por e-mail: Respondem 2 dias depois ou mais. Não resolvem o problema e ainda mandam ligar pro atendimento telefônico.

Atendimento por chat: O atendimento pelo chat só funciona corretamente no Internet Explorer (sim, existe Firefox, Chrome, Opera também, viu Claro?…) só serve pra dúvidas rápidas, atendimento impreciso e lento.

Resolução de problemas: Todos os problemas que eu tive eram culpa do São Pedro, do Papa, menos com a Claro. Claro teste pra cancelar é um parto. erram na conta como na NET. Só quem tem sabe… mas leva quase 15 dias em vários telefonemas pra conseguir alguma solução. Anatel sempre é a melhor escolha.

Tarifas: Várias opções de pacotes de dados por Mega. Tanto pra celular quanto pra computador. Consulte a tarifa pro seu estado no site da Claro. É a melhor em custo x benefício, mas se precisar de atendimento você estará ferrado.

Custo x Benefício: 4.0/5

Conclusão: A Claro com certeza deve ser uma das suas primeiras opções. Pena que o atendimento peca demais.

OI

Qualidade da rede em capitais: Muito boa. Maior parte da cidade coberta com UMTS ou HSDPA

Qualidade da rede no interior do estado: Ruim. Maior parte coberta por EDGE e lenta.

Entrega de banda prometida: Nas capitais boa. No interior ruim.

Operadoras de saída: Oi (não precisa comentar contrata 100 vem 10…)

Atendimento telefônico: Pós-confusão depois da Brasil Telecom virar Oi o atendimento está razoável. Se não resolve, Anatel resolve. Voz de fácil compreensão mas com vários sotaques.

Atendimento por e-mail: Se existe nunca usei.

Resolução de problemas: Único problema é que eu pegava quase 10x a banda contratada, pra mais, então nunca reclamei. As contas sempre vieram certas. Tirando os aumentos bem acima do autorizado pela Anatel ainda assim eram bem melhores que a concorrência. E com a banda a mais… foi ótimo. Hoje a banda está na velocidade contratada, nas capitais.

Tarifas: Por mega, piorou muito depois da entrada da Oi na região da Brasil Telecom.

Custo x Benefício: Deve ser sempre sua última opção.

Conclusão: 3.0/5 – São muito desorganizados. Da mesma forma que me entregavam pra mais poderiam me entregar pra menos…

TIM

Qualidade da rede em capitais: Ótima. E tem melhorado. UMTS ou HSDPA constante.

Qualidade da rede no interior do estado: Uma bosta. Não tinha como definir diferente. Se você mora no interior, a TIM não é sua opção.

Entrega de banda prometida: Sim, mesmo em EDGE dá pra ter boa performance.

Operadoras de saída: Intelig, ótima infra, ótima latência, IPv6.

Atendimento telefônico: Nunca tive problemas com a TIM até esse ano onde ainda estou tentando me entender com eles… mas nada que atrapalhe o uso dos serviços. De um ano pra cá a voz é abafada e de difícil compreensão pra maioria dos atendentes.

Atendimento por e-mail: É mandar e esperar. Esperar e esperar. E não resolvem.

Resolução de problemas: Normalmente resolvem os problemas. Às vezes precisa mais de uma ligação.

Tarifas: Tarifam por pingos megas, horas e ilimitado pra celular.

Custo x Benefício: Se você mora na capital e raramente vai pro interior é a sua primeira opção.

Conclusão: 4.5/5

VIVO

Qualidade da rede em capitais: Muito boa – cobertura completa na maior parte das cidades com UMTS e HSDPA. Mas tem dias que cai, dá problema, fala dentro de lata e só volta funcionar bem no outro dia.

Qualidade da rede no interior do estado: Muito boa, se você mora no interior a VIVO deve ser fortemente considerada.

Entrega de banda prometida: Nem sempre. Segundo eles depende do relevo da região… tá, depende também, mas não há promessas de banda, apesar de normalmente entregar.

Operadoras de saída: Telefonica.

Atendimento telefônico: Qualidade boa de áudio. Sotaque aceitável. Mas 500 protocolos para uma coisa simples.

Atendimento por e-mail: Se tem nunca usei.

Resolução de problemas: Resolução em menos de uma semana \o/

Tarifas: Por mega. Se excede reduz a velocidade. Dependem de cada estado.

Custo x Benefício: Pelo geral é muito bom.

Conclusão: 4.5/5

Passei uma idéia geral das experiências que eu tive com as operadoras. Acho que já é um bom começo, de consumidor para consumidor, de optar pelo melhor (ou menos pior) de cada uma.

Se você tem comentários, eles sempre são bem-vindos. Se você têm uma experiência diferente, relate aqui no blog, mas não esqueça de incluir sua cidade e estado!

Pelo critério dos EUA, banda larga no Brasil praticamente não existe

Relatório revela que 68% da banda larga americana não atende ao critério mínimo de 4 Mbps; no Brasil, 63,5% das conexões têm menos de 2 Mbps.

Segundo um relatório divulgado pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês), 68% das conexões de Internet consideradas “banda larga” pelos provedores de acesso não atingem os requisitos técnicos mínimos para serem consideradas “banda larga”.

Traduzindo: mais de dois terços dos americanos que pagam pelo que pensam ser banda larga estão sendo enganados. É como comprar uma cartela de uma dúzia de ovos no supermercado e descobrir que dentro havia apenas 10 ovos. A diferença é que muitos consumidores ficariam mais indignados com a falta dos ovos, pois é algo que eles podem conferir.

Muito poucos poderiam determinar se sua conexão “banda larga” está ou não de acordo com o real significado do termo.

A chave para entender o relatório da FCC é esta: para o órgão, “banda larga” é uma conexão capaz de oferecer no mínimo 4 Mbps para download e 1 Mbps para upload.

A conclusão do estudo é que, dos mais de 133 milhões de conexões de banda larga existentes nos EUA, mais de 90 milhões falham em atingir o padrão mínimo definido. Mais revoltante – para o consumidor americano – é saber que 58% têm velocidades abaixo de 3 Mbps.

A definição de banda larga muda de tempos em tempos. O que era considerado ultrarrápido em 2002 é muito diferente do que entendemos por alta velocidade hoje. Bem, padrões são padrões e, com base nos últimos testes, muita gente nos EUA não tem recebido banda larga.

Banda estreita
A julgar pelo padrão adotado pela FCC, o Brasil teria muito pouco a considerar como “banda larga”, se considerarmos o estudo divulgado na segunda-feira (13/12) pela empresa de tecnologia de redes Cisco.

Pelo levantamento, feito sob encomenda pelo IDC, em junho de 2010 63,5% das conexões banda larga de Internet no País tinha no máximo 2 Mbps. O estudo não informa o número de conexões acima de 4 Mbps.

Além disso, dos 12,3 milhões de conexões banda larga fixa que o Brasil tinha em junho de 2010, cerca de 1 milhão tem velocidade de 255 Kbps ou menor. O número de conexões com velocidades entre 256 Kbps e 999 Kbps é de pouco menos de 4 milhões.

No estudo que o IDC realizou para a Cisco, banda larga foi definida como “conexão permanente à Internet com velocidade igual ou superior a 128 Kbps, tanto para upload quanto para download”.

Segundo a consultoria Teleco, dados de 2009 colocavam o Brasil em 97.º no ranking das bandas largas mais caras do mundo (28,03 dólares por conexão de 1 Mbps), abaixo da Nova Zelândia e acima da África do Sul. Os Estados Unidos aparecem na lista em 123.º lugar, com custo de 19,95 dólares por 1 Mbps.

Fonte: IDG Now!

Agora meu comentário: E aquelas “banda larga” 3G? 300k ? 60k ?  Temos uma banda estreita com nome de larga no Brasil por culpa de uns e outros que oferecem 8 Mbits e entregam 800k. Isso que estão considerando é a velocidade contratada, mas a nível de Brasil o que é entregue é muito diferente da contratada.

Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo

Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.

O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.

Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.

“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.

Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.

Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil

Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.

“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.

No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.

Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.

Fonte: IDG Now!

Dia de caos nos serviços de telefonia atormenta usuários

Operação das empresas Telefônica, em São Paulo, e Oi e TIM, em Minas Gerais, enfrentam sérios problemas na terça-feira (8/9).

A volta do feriado foi caótica. Além da forte chuva que afeta diversas regiões do País, uma pane atrapalhou o serviço da Telefônica em boa parte da manhã. Enquanto a situação com a companhia espanhola bagunçou a vida dos paulistas – segundo a empresa, apenas a capital e região metropolitana de São Paulo tiveram o serviço interrompido -, Minas Gerais sofreu com problemas na operação de pelo menos outras duas companhias: Oi e TIM.

Responsável por prestar o serviço de telefonia fixa no mercado mineiro, a Oi emitiu comunicado sobre os problemas. “A Oi informa que, devido à ocorrência de uma falha numa central da empresa em Belo Horizonte, observou-se congestionamento pela manhã na capital mineira em seu serviço de longa distância”, consta no comunicado.

O resultado é que os usuários tiveram dificuldades para completar as chamadas. “O congestionamento durou até o fim da manhã, quando os serviços foram normalizados”, finaliza a nota feita pela empresa.

A companhia de telefonia celular TIM afirmou que os problemas enfrentados por seus clientes hoje decorreram exatamente da instabilidade nos serviços da Oi. A operação no mercado mineiro ficou prejudicada por volta das “10h em função de uma falha no equipamento da Telemar”, disse a TIM por meio de comunicado, referindo-se à operadora que hoje adota a marca Oi.

“Os usuários TIM da área 31 não conseguiram originar chamadas para números da Telemar, nem utilizar o código de seleção de prestadora (CSP) 31. Clientes TIM das áreas 32, 33 e 37 não conseguiram fazer ligações com o CSP 31. Os serviços foram restabelecidos por volta das 13h de hoje”, consta na nota enviada pela empresa.

Explicações

Detalhes das razões que motivaram todas essas panes ainda não são plenamente conhecidos. No caso da Telefônica, segundo informações fornecidas pela área de atendimento da operadora de telefonia, as dificuldades para realização de chamadas durante a manhã seriam resultado de instabilidades nos backbones da empresa.

Numa segunda tentativa de contato com o suporte da Telefônica, a reportagem do IDG Now! relatou que identificou problemas na região do ABC, por exemplo. Recebeu como resposta – por meio do atendimento eletrônico – que o respectivo problema não estava na linha do assinante para o qual a reportagem telefonou, mas sim na rede responsável pela região.

A reportagem também tentou contato com a assessoria de imprensa da organização por volta das 12h, por meio de um aparelho fixo, mas não conseguiu completar a chamada por esse sistema. O contato só foi efetivado por meio do celular.

A empresa confirmou que o serviço enfrentou problemas nesta manhã em São Paulo, mas disse que não tem informações detalhadas sobre a pane. É possível que a forte chuva que caiu sobre a região metropolitana hoje tenha afetado o serviço.

O serviço telefônico da organização passou a dar sinais de normalização a partir aproximadamente das 13h, quando começou novamente a ser possível a realização de chamadas.

Histórico de problemas

A pane sofrida hoje pelo serviço da Telefônica soma-se a outros casos. Em 9 de junho, por exemplo, as linhas mantidas pela empresa ficaram mudas ou não completaram chamadas no Estado de São Paulo. Além da capital, consumidores de regiões como Jundiaí, Ribeirão Preto, São José dos Campos e Praia Grande, entre outros locais, queixaram-se da interrupção do serviço. A pane foi provocada por uma “falha humana cometida pela equipe de um fornecedor que presta serviços na rede da empresa”, alegou a operadora por meio de comunicado divulgado na ocasião.

Em abril, o Speedy, provedor de banda larga da companhia, passou por instabilidade durante dois dias, pouco tempo depois de outra parada no serviço de acesso à internet da organização.

No mês de julho de 2008, a empresa enfrentou uma queda generalizada em sua estrutura de voz e dados que desconectou não apenas o usuário doméstico, mas também órgãos do governo estadual.

A recorrência nos problemas com o serviço seriam resultado, segundo especialistas no setor, da falta de investimento em infraestrutura e na qualificação de pessoal, entre outros fatores.

Justiça obriga telefônicas a testar sinal antes de vender serviço 3G

Liminar deu ganho de causa à Comissão de Defesa do Consumidor.
Oi, Tim, Vivo e Claro, que ainda não foram intimadas, podem recorrer.

As quatro empresas de telefonia móvel que operam os serviços de internet 3G (banda larga) vão ter de testar os computadores dos usuários e verificar o sinal nos locais onde serão mais utilizados antes de vender os serviços. A decisão de liminar concedida pela juíza Fernanda Galliza do Amaral, da 4ª Vara Empresarial, que deu ganho de causa à Comissão de Defesa do Consumidor a Assembleia Legislativa (Alerj).

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça, as empresas Oi, Tim, Vivo e Claro, que ainda não foram informadas oficialmente da decisão da ação civil pública, terão dez dias para entrar com recurso.

A sentença dada no dia 25 de agosto só passa a valer depois que Oi, Tim, Vivo e Claro forem notificadas. Elas não se pronunciaram a respeito da liminar.

Reclamações desde 2007

De acordo com o advogado Paulo Girão Barroso, da comissão, desde o final de 2007 aumentou sensivelmente o número de reclamações de consumidores que contratavam um serviço que não recebiam.

“Eles tinham de comprar um modem e pagar a mensalidade, mas, por problemas como incompatibilidade com o computador do usuário ou falta de sinal, o serviço não era acessado pelos consumidores ou a conexão se dava numa velocidade muito inferior à contratada. E quando pediam para cancelar o serviço, os consumidores tinham de pagar multa recisória. Ou seja, tinham um duplo prejuízo”, explicou Girão.

O advogado acredita que, mesmo que as empresas entrem com recurso no tribunal, a decisão da juíza deverá ser mantida. Na sentença, ela diz que as empresas que não cumprirem a intimação, serão multadas diariamente em R$ 2000, por cada evento.

Fonte: G1

3G da VIVO – Review

Realizei os testes com o modem da Huawei, USB.

Contrato

Dependende do plano, pode ser usado avulso com pagamento salgado ou com pagamento mensal partindo do plano 250 Mb.

Conexão

Todo procedimento de discagem, autenticação, DHCP, leva em torno de 10 segundos. Conexão estável e sem quedas.

Rede 3G e Cobertura

Rede estável, via HSDPA, funciona praticamente em toda Porto Alegre sem problemas.

Rede 2G e Cobertura

Não testado.

Região Metropolitana

Alvorada – Rede 3G, boa velocidade de navegação.

Cachoeirinha – Rede 3G, velocidade mediana.

Canoas – Não testado.

Gravataí – Não testado.

Chip

128k

Latência

100-450ms

Messenger e Skype

Funciona corretamente. Webcam e aúdio usáveis, mas não espere grande coisa.

P2P

Funciona tanto uTorrent quanto eMule. Mas muito lento, chega dar raiva.

Horários

Estável, 24h.

IP

Válido, IPv4.

Conclusão

Uma das melhores opções de banda larga móvel, por sua estabilidade em qualquer canto da cidade (Porto Alegre). Não tem rotas boas pro exterior, latência astronômica. Mas pra ler e-mails e o básico dentro do Brasil, tá bom. Lembrando que apesar de umas das melhores opções, NÃO SUBSTITUA sua banda larga por cabo (seja cabo ou ADSL). Nem se compara.

3G da TIM – Review

Meus testes foram feitos com telefones 3G que permitiam acesso à internet. O plano que testei é de 1 Mb.

Contrato

Dependende do plano. No meu caso, mensal e cancelável a qualquer momento.

Conexão

Todo procedimento de discagem, autenticação, DHCP, leva em torno de 40 segundos. Conexão estável e sem quedas, mesmo em movimento.

Rede 3G e Cobertura

A TIM ainda tem que melhorar, aqui em Porto Alegre, o acesso à sua rede 3G, alguns pontos da cidade o sinal é fraco, mas a internet funciona, diferentemente da Oi que, quando o sinal é meio fraco a navegação fica muito sofrível.

Rede 2G e Cobertura

Funciona em EDGE, sem problemas, mais lento, mas, comparado com os concorrentes (Claro, Oi e Vivo) é MUITO melhor na minha opinião. Em 2G, tem estável praticamente em toda cidade (não digo em todas porque não fui em todas as áreas, mas nas que freqüento, sem problemas).

Região Metropolitana

Alvorada – Rede 3G, mas navegação lenta.

Cachoeirinha – Rede 3G próximo à Unimed e até +/- a prefeitura. Depois só EDGE

Canoas – 3G lenta. EDGE lenta.

Gravataí – EDGE e lentaaaa…

Chip

128k

Latência

150-1000ms

Messenger e Skype

Funciona corretamente. Webcam e aúdio usáveis, mas não espere grande coisa.

P2P

Funciona tanto uTorrent quanto eMule.

Horários

Estável, 24h.

IP

Válido, IPv4 e IPv6. Acessa normalmente sites IPv6 (usando rede IPv6, real).

Conclusão

Acesso com boa qualidade, estável, nos modelos de celulares (Samsung e LG) testados. Utilização de IPv6 já coloca o usuário na nova geração de IPs. Ponto pra TIM.

VIVO ZAP (3G) fora…

Não vi ninguém noticiar, mas a rede 3G (dados mesmo) da VIVO estava instável já haviam 3 dias e ontem saiu do ar, praticamente em todo país. Hoje pela manhã, aqui em Porto Alegre, continua fora. Os celulares também estão com muitos picotes…

Ofertas 4G devem ser lançadas por no mínimo 12 operadoras em 2010

São Paulo – ABI Research avalia que disponibilidade de espectro é fundamental para lançamento de serviço. No Brasil, tema está indefinido.

Pelo menos 12 operadoras devem lançar serviços de quarta geração de telefonia celular (4G) baseados no padrão Long Term Evolution (LTE) no próximo ano, informou a consultoria ABI Research nesta terça-feira (16/06). O mercado de assinantes desse serviço ultrarrápido de dados deve chegar a 34 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010.

A promessa é que o LTE ofereça velocidades capazes de concorrer à altura do cabo (como o Virtua, da NET, e o Ajato, da TVA) e do DSL (no Brasil representado por serviços como o Speedy, da Telefônica, e o Velox, da Oi). Segundo a consultoria, a disponibilidade de espectro é o principal fator a impactar os planos de desenvolvimento.

Em países onde os órgãos reguladores do setor de telecom estão tornando o espectro disponível, muitas operadoras anunciaram planos para lançar ofertas de LTE, incluindo Estados Unidos e China, por exemplo. Já onde não há espectro disponível, as empresas estão postergando esses planos.

A faixa de frequência homologada e mais adotada pelos países para o LTE é a de 2,5 GHz (embora, nos Estados Unidos, a opção tenha sido pela de 700 MHz), que atualmente é ocupada no Brasil por serviços oferecidos pelas operadoras de TV a cabo por meio da tecnologia Multipoint Multichannel Distribution (MMDS).

A ocupação desta faixa de frequência é um assunto que está sendo debatido pelo governo, Agência Nacional de Telecomunicações e indústria. Fabricantes como Qualcomm, Nokia-Siemens, Alcatel-Lucent, NEC e Ericsson defendem que essa faixa de frequência seja destinada ao LTE, seguindo um alinhamento mundial que daria maior escala econômica à tecnologia e consequente queda de custos.

“São 300 mil usuários de TV por assinatura contra 155 milhões de telefonia celular. Deve haver um deslocamento de serviços para outra faixa”, avalia Newton Scartezini, consultor do setor de telecomunicações. “A proposta que existe é no sentido de reservar parte ou toda a faixa para o serviço móvel”, completa.

Globalmente, as primeiras operadoras que pretendem lançar LTE em 2010 são Verizon Wireless, MetroPCS Wireless e U.S. Cellular, nos Estados Unidos; NTT-DoCoMo e KDDI, no Japão; TeliaSonera, Tele2 e Telenor, na Europa; e a maior operadora do mundo, a China Mobile, que deve oferecer os serviços a partir de 2011.

No Brasil, os especialistas dizem que a demanda por serviços de dados e o crescimento da base de assinantes 3G levarão as operadoras a necessitar de mais espectro para dar vazão às necessidades dos usuários. “Existindo ou não o LTE, elas [as teles] precisarão de mais espectro”, pondera Scartezini.

Paulo Breviglieri, presidente da Qualcomm, estima que, em função do crescente consumo de dados por parte dos clientes 3G, em no máximo dois anos as operadoras móveis alcançarão o limite de sua capacidade de espectro.

Por isso, o executivo acredita que ainda este ano a Anatel chegue a uma definição sobre o uso de frequências, mesmo que elas não sejam colocadas em oferta imediatamente – até porque as teles móveis investiram milhões de reais no leilão das faixas de 3G em 2007 e ainda não recuperaram o investimento.

Os defensores do Long Term Evolution argumentam que esta é a tecnologia que oferece a melhor relação econômica para a prestação de serviços de banda larga móvel, uma vez que tem o apoio de diversos fabricantes e operadoras em todo o mundo.

Breviglieri cita projeções da consultoria Pyramid Research que indicam que em 2014 haverá 100 milhões de usuários LTE, contra 10 milhões de assinantes WiMax (que chegou a ser apontada como rival do Long Term Evolution) e 1 bilhão de clientes 3G. “É difícil ser competitivo com uma escala econômica inferior”, observa, referindo-se ao WiMax.

O executivo da Qualcomm faz questão de dizer que a empresa é agnóstica em relação a tecnologias, mas acredita que o WiMax terá aplicações de nicho, como por exemplo o backhaul (que pode ser definido como a capacidade de transmissão da rede).

Fonte: IDG Now!

Oi inicia desbloqueio de modems 3G e lança banda larga móvel em SP

São Paulo – Clientes do Oi Velox 3G terão até 320 reais de crédito para comprar modem ou ter desconto na fatura. Planos vão até 1 Mbps.

A Oi anunciou nesta quarta-feira (15/04) seus serviços de banda larga 3G no Estado de São Paulo e o desbloqueio gratuito de mini-modems.

Os novos clientes do Oi Velox 3G ganharão um bônus de até 320 reais. O valor poderá ser gasto adquirindo um modem, um aparelho ou como desconto na fatura. O serviço está disponível para clientes Oi em 52 municípios brasileiros e a promoção é válida até 30 de abril de 2009.

O serviço oferece até 1 Mbps de velocidade e download de até 10 GB mensais.

Uma lista com as cidades e bairros cobertos pela rede 3G da operadora pode ser acessada no site da Oi.

Já pelo site Oi Liberdade Total, os usuários interessados podem obter a relação dos aparelhos e modems 3G que podem ser bloqueados gratuitamente pela operadora e o endereço das lojas.

Fonte: IDG Now!