Informação de upgrade gratuito para o Office 2010 vaza na web

Detalhes de um suposto upgrade gratuito para o Office 2010 vazou na web essa semana, antes mesmo da Microsoft anunciar a informação em seu site.

Um porta-voz da empresa não confirmou e nem negou as informações, dizendo apenas que a Microsoft ainda não disponibilizou uma garantia para o Office 2010. Mas de acordo com informações do site Ars Technica, a Microsoft irá disponibilizar o programa em 5 de março com upgrade gratuito até o dia 30 de setembro.

Usuários que comprarem uma cópia verdadeira do Office 2007 durante esse período poderão baixar a versão correspondente do Office 2010 gratuitamente, quando a nova suite for lançada em junho. Os usuários que preferirem um DVD de instalação terão de pagar uma pequena taxa de frete.

Compradores do Office Home and Student 2007 receberão uma cópia gratuita da versão similar do Office 2010, enquanto os compradores do Office Standard 2007 irão receber uma cópia gratuita do Office Home and Business 2010, uma nova edição da linha Office. Compras tanto da versão Office Small Business 2007 ou Office Professional 2007serão substituídas pela versão Office Professional 2010.

A Microsoft normalmente faz promoções de upgrade nos meses que antecedem o lançamento de um produto, para manter as vendas mesmo quando os consumidores sabem que haverá uma atualização em breve. Um exemplo recente foi o upgrade do Windows 7 para manter as vendas do Vista.

A empresa também ofereceu negócios similares de upgrades gratuitos do Office 2003 para o Office 2007. Recentemente a Microsoft também confirmou os preços do Office 2010 e afirmou que não venderá edições de upgrade mais baratas, como já fez anteriormente.

Alguns analistas argumentaram que a Microsoft abandonou os upgrades para evitar que usuários corporativos usassem de artimanhas para não precisar pagar as altas taxas de manutenção cobradas pela Microsoft.

Fonte: IDG Now!

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Comitê Gestor defende empresa pública para plano de banda larga

Para Demi Getschko, do CGI.br, empresa pública não deve ser “resgate da antiga Telebrás”, mas vai garantir inclusão em áreas remotas.

A criação de uma empresa pública para implementar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é uma forma de garantir a inclusão digital em regiões remotas do País, defende o diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.br), do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Demi Getschko.

“Há espaço sim para uma ação também da área de governo para incluir brasileiros que estão fora das áreas em que o mercado teria interesse em atuar”, afirma Getscho, que participou de uma reunião entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e representantes da sociedade civil para discutir propostas para o PNBL.

Getscho disse que a reativação da Telebras, proposta pelo governo federal, não deve representar um ‘revival’ (resgate) do antigo sistema estatal de telecomunicações. “Se esta empresa chama-se Telebras ou não, isso é uma questão de nome”, afirma do diretor do CGI.br, “E mesmo que seja uma empresa pública, ela deveria ter um plano de metas, competir no mercado e retornar investimento. Não seria um fundo perdido”.

Durante a reunião com o presidente Lula, o diretor do CGI.br,citou discussões sobre a expansão de banda larga em países como Austrália, África do Sul e Finlândia, que mostram a eventual necessidade de ação do governo também na área. “Então isso não é algo que leve à exclusão da área privada, ao contrário, mas leva a uma ação do governo também nesta área”, explica.

Getschko também levanta o problema de ociosidade em redes de fibra óptica na infraestrutura de companhias de energia elétrica. “Não tem sentido ter ociosidade nesta área e certamente seria muito importante que tivesse boa aplicação destes recursos parados principalmente porque regiões do Norte, que não têm conectividade, se beneficiariam com isso”, afirma.

Nesta sexta-feira (5/2) é a vez das operadoras de telecomunicações se reunirem com o governo federal para discutir o PNBL e questionar eventuais conflitos da reativação da Telebrás com suas operações no segmento.

Getschko conclui que a presença de uma empresa pública “não quer dizer que seria uma empresa estatal dominante no mercado”. Segundo ele, a “arte” do PNBL será definir uma proposta em que haja ação do governo sem que isso afete a competitividade do mercado.”

Fonte: IDG Now!

O que 7 gigantes da web estão fazendo para adotar o IPv6

Google, Microsoft, Twitter, Facebook, eBay, Yahoo e Wikipedia sofrem cada vez mais pressão para se adequar ao novo protocolo da internet.

Cresce a pressão para que os sites mais populares da internet integrem suas redes ao IPv6, o tão aguardado upgrade do principal protocolo da internet, que atualmente está na versão 4.

E essa pressão foi elevada em mais um grau esta semana, com a notícia de que o Google ativou o suporte ao IPv6 para o site de vídeos YouTube. O Google já oferece acesso IPv6 a seu site de buscas e a muitos outros serviços da web.

Conteúdo pronto para o IPv6 é “uma das coisas que precisamos ter”, diz Timothy Winters, um gerente sênior do Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de New Hampshire, que testa produtos IPv6. “Com todas essas redes de banda larga sem fio migrando para o IPv6, os provedores de conteúdo não têm escolha a não ser criar conteúdo móvel e oferecê-lo em IPv6″.

Winters lembra que o recente anúncio da operadora americana Comcast, de que está efetuando testes com o IPv6, é outro sinal de que é hora de os sites populares oferecer suporte ao IPv6.

“Estamos começando a ver grandes sites adotando o IPv6″, conta Winters, que lembra que a empresa de aluguel de vídeos online Netflix fez uma demonstração de uso de IPv6 no ano passado. “É muito fácil ativar o suporte ao IPv6 em um servidor web… O maior problema está no software cliente. É por isso que muitos sites, como o Google e o Netflix, criam instalações IPv6 à parte. Se você tem um endereço IPv6, é para eles que você vai, porque as empresas não querem que o site fique lento.”

O eBay, por exemplo, já roda IPv6 em laboratório e planeja estender o novo protocolo a sua rede corporativa interna ainda este ano. Já o site público eBay será atualizado para uma solução ‘dual-stack’, de combinação de protocolos IPv6 e IPv4, em 2011.

Próxima geração
“O IPv6 é a próxima geração. É o futuro da internet, pelo menos para aquelas pessoas que querem ver a internet continuar a crescer e que querem fazer parte de sua infraestrutura”, diz Peter Manzella, diretor sênior de serviços globais de rede do eBay. “É óbvio que estamos nessa.”

Manzella diz que até agora a equipe de serviços de rede do eBay não enfrentou problemas nos testes com o IPv6.

“Não esperamos ter dificuldades”, diz. “Precisamos é entender o IPv6. Queremos nos certificar de que a transição, quando ocorrer, será transparente… Há algumas questões de segurança que precisamos testar… Precisamos tomar as precauções necessárias para garantir que nossa comunidade terá uma experiência segura no site.”

O IPv6 resolve um sério problema que ISPs e outros operadores de rede têm de enfrentar desde já: a escassez de endereços IPv4. As combinações de endereços deverão se esgotar definitivamente em 2012. Em janeiro de 2010, menos de 10% dos endereços possíveis estavam livres para uso.

O IPv4 usa endereços de 32 bits, o que permite cerca de 4,3 bilhões de dispositivos endereçáveis na internet. Já o IPv6, por sua vez, usa endereços de 128 bits, e pode abarcar tantos dispositivos que somente uma expressão matemática – 2 elevado à potência de 128 – pode quantificar seu tamanho.

John Curran, presidente e CEO da American Registry for Internet Numbers (ARIN), conclama os sites web a habilitarem o acesso IPv6 em suas instalações até 1.º de janeiro de 2010. A ARIN distribui intervalos de endereçamento IPv4 e IPv6 a provedores de internet na América do Norte.

Saiba o que sete dos principais domínios da internet estão fazendo em relação ao IPv6.

1. Google
Líder absoluto na adoção do IPv6, o Google ativou o protocolo em seus produtos Search, Alerts, Docs, Finance, Gmail, Health, iGoogle, News, Reader, Picasa, Maps, Wave, Chrome e Android. Na semana passada, o Google ativou o suporte a IPv6 ao YouTube. Engenheiros do Google disseram que a empresa quer ter todo seu conteúdo pronto para o IPv6 quando os provedores de internet começarem a atribuir endereços IPv6 a seus clientes.

2. Facebook
Com mais de 350 milhões de usuários ativos – 65 milhões deles acessando o site por meio de dispositivos móveis – o Facebook está planejando a adoção de IPv6 nativo em seu backbone. O Facebook diz querer suportar tanto clientes IPv4 como IPv6. Um porta-voz da empresa disse que o Facebook “espera suportar totalmente as requisições nativas IPv6 provenientes de usuários entre junho e julho de 2010.”

3. eBay
Líder em comércio eletrônico, o eBay mantém uma instalação IPv6 em operação em seu laboratório, e vai levar o protocolo a sua rede corporativa interna nos próximos seis ou oito meses, diz Manzella. “Em relação ao site eBay.com, nós daremos início a uma abordagem em etapas para migrar para o IPv6 no fim deste ano”, diz. “O trabalho deverá ser finalizado no meio do ano que vem.”

4. Yahoo
O Yahoo é um participante ativo da comunidade IPv6, que discute o tema nos encontros da Internet Society e do Grupo de Operadores de Rede da América do Norte (Nanog, na sigla em inglês). A empresa começou o pareamento de IPv6 ao redor do mundo com vários provedores de internet. A empresa ainda não abriu o acesso IPv6 aos usuários, mas um porta-voz da empresa disse que o portal planeja ativar o IPv6 “tão cedo quanto possível”.

5. Microsoft
A Microsoft opera dois dos sites mais populares da internet: o Windows Live (que inclui o serviço de busca Bing) e a Microsoft Network, também conhecida como MSN. Apesar de a Microsoft não ter respondido a nossas perguntas sobre quando os dois sites serão habilitados para o IPv6, pudemos descobrir que havia tráfego IPv6 vindo dos números de sistema autônomo que congregam esses sites. Também descobrimos que a Microsoft se engajou em acordos de pareamento IPv6 com pelo menos nove operadoras ao redor do mundo, incluindo a Hurricane Electric, a rede de backbone IPv6 líder da internet.

6. Wikipedia
A enciclopédia online gratuita não revelou quando seu site vai suportar IPv6. Mas a Wikipedia habilitou o IPv6 em seu servidor de e-mail e em sua aplicação de rastreamento de bugs em 2008. Outros serviços, como lists.wikimedia.org, svn.wikimedia.org e download.wikimedia.org, também podem ser encontrados via IPv6. Há três anos, em 2006, a Wikipedia ativou serviços IPv6, mas decidiu desligá-los por causa de problemas de desempenho.

7. Twitter
O Twitter não comentou seus planos para IPv6. Em agosto de 2009, 19% dos americanos disseram usar o Twitter, de acordo com pesquisa da Pew Internet Life. Esses usuários usam mais dispositivos móveis que a média dos usuários da internet – 40% deles acessam a internet via celulares e smartphones. Com base nessa estatística, conclui-se que o Twitter está sob intensa pressão para oferecer suporte a IPv6 antes que as operadoras como a Verizon nos EUA coloquem em operação suas redes móveis de próxima geração, que vão demandar suporte a IPv6.
(Carolyn Duffy Marsan)

Fonte: IDG Now!

Senado estuda proposta para criação de centro para alerta do clima

Matéria tramita na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, com relatoria da senadora Marina Silva (PV-AC).

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), avaliará nos próximos dias o projeto que institui a criação do Centro de Prevenção de Desastres Climáticos (CPDC).

De autoria do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), o órgão terá atuação federal, e será destinado a emitir alertas nas situações de risco de calamidades e estabelecer canais de comunicação eficazes com a mídia, os municípios e a população.

Segundo o projeto (PLS 490/09), o CPDC será estruturado de forma centralizada com o objetivo de receber, analisar e transmitir informações geoclimáticas, e um centro que irá operar como instrumento para adoção de medidas preventivas nas situações em que houver risco de desastres ambientais.

A matéria tramita na CMA, com relatoria da senadora Marina Silva (PV-AC), onde seguirá depois para a Comissão de Ciência, Tecnologia, Informação, Comunicação e Informática (CCT).
Com informações da Agência Senado

Fonte: IDG Now!

Telefônica ainda não tem definição sobre lançamento da banda larga popular

Embora afirme não ter até o momento novidades sobre o projeto, companhia diz que mantém intenção de apresentar serviço até o final de janeiro.

A Telefônica informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda tem não novidades sobre sua oferta de banda larga popular, projeto que faz parte do programa de internet de alta velocidade anunciado pelo governo do Estado de São Paulo no dia 15/10/2009.

Mas a companhia reafirma, mais uma vez segundo seu departamento de comunicação, que nada mudou em relação à previsão de apresentar o serviço ao mercado até o final de janeiro, conforme posição tomada pela empresa em 8/12/2009. Isso quer dizer então que o projeto deve ser lançado até o final desta semana.

Diante da proximidade do término do prazo – dia 31/1/2010 é no próximo domingo -, a reportagem perguntou se o lançamento estava programado para a Campus Party, evento de cultural digital patrocinado pela Telefônica que começou ontem em São Paulo e se estenderá até domingo. “Não há nada programado em relação a isso para o evento”, disse a assessoria de imprensa da companhia.

Histórico
A intenção da companhia de comercializar o serviço foi divulgada durante a Futurecom, feira do setor de telecomunicações realizada em São Paulo em outubro.

Na ocasião, a operadora afirmou que o projeto seguirá as especificações do decreto da banda larga popular formatado pelo governo do Estado de São Paulo, que estabelece a isenção de ICMS para serviços de internet. A ideia inicial da Telefônica era começar as vendas no dia 9/11/2009.

Mas o projeto foi adiado. A mudança nos planos, em novembro, ocorreu pouco tempo depois de a companhia se envolver em uma polêmica. A Telefônica havia anunciado que seu pacote de banda larga popular estaria disponível apenas para seus clientes. Assim, os interessados deveriam contratar um plano de telefonia fixa para então assinarem a internet de alta velocidade a preços acessíveis.

O governo de São Paulo, no entanto, informava que, para receber isenção do ICMS, a oferta deveria seguir as normas estipuladas no decreto que estabeleceu o programa. E, por essas regras, o plano de banda larga popular não poderia estar vinculado à aquisição de qualquer outro produto.
Questões técnicas

A internet rápida popular da Telefônica será oferecida por meio de tecnologia sem fio Wi-Mesh ou Wi-Fi.

Segundo declarou à Computerworld em outra ocasião o diretor do segmento residencial da empresa, Fabio Bruggioni, a solução é mais adequada para comunidades verticais, como os conjuntos habitacionais da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), e menos para regiões horizontais, como a comunidade de Heliópolis, porque os equipamentos são mais facilmente instalados e melhor distribuídos do ponto de vista geográficos em prédios.

“Esta é uma forma de conseguirmos oferecer o produto para quem não é cliente Telefônica”, afirmou o executivo.

Fonte: IDG Now!

Lentidão no Virtua

Cara, to com nojo da NET. Nojo do Virtua.

Que raiva, tenho 2 conexões com o Virtua em locais diferentes de Porto Alegre. Faz 3 semanas que a imundícia tá lenta mais que revisão de INSS…

O que que fizeram? Problemas na rede? Congestionamento? Falta de infra…? O QUE?

Novo espelho de servidor DNS melhora acesso a sites no Brasil

NIC.br instala outro servidor raiz I em Porto Alegre; isso deve melhorar o tempo de resolução de nomes de domínios.

A resolução de nomes de domínios e a velocidade de conexão dos brasileiros à internet ficarão mais rápidas. A mudança se deve à instalação de uma cópia do servidor DNS (Domain Name Server) raiz I ao Ponto de Tráfego (PTT) de Porto Alegre (RS), na quarta-feira (13/1), pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) em parceria com a instituição sueca Autonomica.

Essa é a quarta cópia (“espelho”) de servidores raiz a operar no Brasil, informou o NIC.br, que faz parte do Comitê Gestor da Internet Brasileira (CGI.br), nesta sexta-feira (15/1). “O objetivo dessa ação é diminuir o tempo de resolução de nomes de todos os domínios, aumentando ainda a autonomia e a confiabilidade no acesso global ao DNS por brasileiros”, informa o órgão.

A melhora na qualidade de conexão está relacionada à rapidez com que a informação chega até o usuário, que depende além da largura de banda, da distância e rotas entre os computadores envolvidos na comunicação.

Poucos países possuem mais de quatro cópias de servidores DNS raiz, entre eles estão Alemanha, Austrália, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido.

Até 2003, o internauta que precisasse acessar os servidores DNS raiz mais próximos levava aproximadamente mais de 100 milissegundos para obter a resposta, o que tornava a navegação mais lenta. Com esse novo servidor, uma rede conectada ao PTT de Porto Alegre realizará o mesmo procedimento em menos de 10 milissegundos.

Embora o quarto espelho de servidor diminua o tempo de acesso a um site, a navegabilidade e o download do conteúdo ainda dependem da qualidade da banda larga, alerta o NIC.br

Fonte: PC World

Pesquisadores quebram proteção GSM usando PC comum em apenas 2 horas

Técnica ajudou a decifrar chave de 128 bits do algoritmo usado na criptografia de comunicações em redes 3G sem fio.

Um algoritmo de criptografia projetado para proteger chamadas em telefones GSM foi quebrado por três criptógrafos utilizando apenas um PC Dell Latitude com chip Intel de núcleo duplo rodando Linux.

Em um documento divulgado na terça-feira (12/1), três pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Rehovot, Israel, descreveram uma técnica desenvolvida por eles chamada “sanduíche”.

A técnica foi utilizada na obtenção da chave de 128 bits do algoritmo de criptografia Kasumi, também conhecido como A5 / 3, e que é o código usado para criptografar as comunicações em redes 3G sem fio.

Um dos pesquisadores, Dunkelman Orr, afirmou que o ataque “sanduíche” enriquece as pesquisas ao apontar como a código cifrado utilizado no Kasumi, teoricamente, poderia ser atacado.

Em duas horas
“Descobrimos a chave em menos de duas horas utilizando apenas um PC. Nós todos podemos concordar que é um pouco preocupante”, disse Dunkelman.

Os dois outros pesquisadores citados no relatório são Nathan Keller e Adi Shamir, que é um dos inventores do algoritmo de criptografia RSA.

Cerca de 1,2 bilhão de aparelhos em uso ao redor do mundo usam o A5 / 3, disseram os pesquisadores, mas apenas algumas das cerca de 800 operadoras de telefonia móvel em nível mundial adotam essa tecnologia em suas redes.

“Sua segurança será uma das mais importantes questões práticas em criptografia”, disseram os pesquisadores. Segundo Dunkleman, o Kasumi deveria ser mais forte do que o atual A5 / 1, padrão de criptografia usado para proteger telefonia GSM.

Somente no mês passado, pesquisadores de segurança publicaram um método para determinar a completa encriptação da have A5 / 1 utilizando criptografia especializada.

A pesquisa mostrou como conversas telefônicas GSM poderiam ser facilmente exploradas usando um valor de apenas alguns milhares de dólares em hardware e software.

Transição acelerada
Preocupações decorrentes da investigação levaram a GSM Association acelerar a transição para o novo algoritmo A5 / 3. Dunkleman afirma que o algoritmo de criptografia é consideravelmente mais fraco do que muitos possam imaginar.

A fraqueza decorre das alterações que foram feitas para um algoritmo de criptografia chamado Misty, em que o A5 / 3 é baseado. Na tentativa de fazer do A5 / 3 mais rápido, a GSM Association parece te-lo enfraquecido.

O ataque descrito no novo documento explora uma “sequência de coincidências e de golpes de sorte, que surgiram quando o Misty foi alterado para o Kasumi”, disseram os pesquisadores no estudo.

Mesmo assim, a pesquisa é uma parte importante do trabalho, afirmou o criptógrafo e diretor de tecnologia de segurança no BT, Bruce Schneier.

“Ela não tem qualquer aplicação prática imediata, pois é um ataque relacionado com os fundamentos do algoritmo. Para efetuar um ataque baseado nessa chave, o atacante deve ter acesso às relações entre o texto simples e encriptado, o que pode ser difícil de obter na vida real”, explica.

Fonte: PC World

Bug em roteadores D-Link pode abrir tela de configuração a invasores

Dos seis modelos afetados, três – DIR-615, DIR-635 e DIR-655 – são vendidos pelo canal formal da empresa no Brasil.

O fabricante de roteadores D-Link admitiu nesta sexta-feira (15/1) que alguns de seus roteadores têm uma vulnerabilidade que pode permitir a hackers o acesso às configurações de administração do aparelho. A empresa de Taiwan afirmou que já publicou correções para as brechas.

De acordo com uma nota de 9/1 publicada no blog da SourceSec Security Research, alguns roteadores da D-Link têm uma implementação insegura do protocolo de administração de rede doméstica (HNAP, na sigla em inglês), o que poderia permitir a uma pessoa não autorizada mudar as configurações do roteador (posteriormente, a nota foi retirada do ar).

A SourceSec publicou uma ferramenta chamada HNAPOwn, que serve de prova-de-conceito e que poderia facilitar a invasão – uma ação que foi criticada pela D-Link. “Ao publicar suas ferramentas e dar instruções específicas, os autores do relatório delinearam publicamente como a segurança poderia ser violada, o que poderia ter sérias consequências para nossos clientes”, afirmoju a D-Link em comunicado.

A fabricante disse apenas que parecia ser possível invadir os roteadores usando a ferramenta de software divulgada, mas não simplesmente com o código publicado.

Opiniões diferentes
A D-Link e a SourceSec têm opiniões divergentes sobre os modelos vulneráveis. A SourceSec escreveu que suspeita de todos os roteadores D-Link fabricados desde 2006, com suporte a HNAP. Mas eles admitiram não ter testado todos eles.

Já a D-Link informou que os modelos afetados são o DIR-855 (versão A2), DIR-655 (versões A1 a A4) e DIR-635 (versão B). Três modelos descontinuados – DIR-615 (versões B1, B2 e B3), DIR-635 (versão A) e DI-634M (versão B1) – também são afetados. A empresa informa que novas atualizações de software têm sido oferecidas em seus sites na web. Dos modelos afetados, três – DIR-615, DIR-635 e DIR-655 – são vendidos pelo canal formal da D-Link no Brasil.

A subsidiária brasileira da empresa informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que aguarda orientação da matriz para a publicação, no site local, da correção para a falha.

Fonte: PC World

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