Virtua SEM Traffic Shapping? CONDENAÇÃO!

Virtua tá sem traffic shapping em boa parte (não digo em toda porque não tenho acesso ao pessoal de rede do Virtua, mas por estatística, todos estão sem). de Porto Alegre.

OK. Boas notícias, baixando a velocidade total, não importa a velocidade.

Lindo? Maravilhoso? OK. Pode até ser. Mas a crueldade aumentou. Aumentou? Sim…

Lembra do limite de tráfego? Lembra que o contrato diz que rebaixa a menor velocidade dos planos existentes? É 100k a menor velocidade, só pra comentar…

Sim pessoal. O Virtua começou a reduzir a 100k os que ultrapassam o limite de tráfego, não só comigo, como com todos. Sabe o que é 100k? Menos que o dobro de uma discada. Até e-mail pesado dá timeout. Curiosamente depois do dia 20 de cada mês (if usuário ultrapassou limite no dia 20 then pune 100k) …

Àqueles que pensavam que tirar o traffic shapping resolveria todos os males da Terra. Experimentem ficar 10 dias com 100k.

Condenação aos usuários de Virtua que ultrapassem o tráfego como forma de multa e punição.

Peço que comentem, sua região também está acontecendo isso? Se você é de Porto Alegre quero saber se você está sem TS também, estou na Zona Norte, tenho 2 conexões Virtua em bairros diferentes, ambas sem TS e amigos de outros bairros da ZN também não…

Joost desiste de TV online e oferece tecnologia para portais de vídeos

Londres – Segundo principal executivo da empresa, atual cenário econômico levou empresa a investigar outras formas de receita.

O site de vídeos Joost está promovendo uma restruturação e abandonando seus planos de ser uma TV online com suporte de anúncios, optando por vender tecnologia para criar portais de vídeos para outras empresas de mídia.

O anúncio desta quarta-feira (01/7) aponta que a economia tornou um “desafio crescente a operação independente de uma plataforma de vídeo online paga com anúncios”, segundo o principal executivo do Joost, Mike Volpi.

“Para nos posicionarmos bem no futuro, começamos a investigar novas formas de receita para o Joost”, escreveu Volpi, em um post.

O novo objetivo da empresa é a oferta de plataformas de vídeos e, segundo o executivo, o Joost pode ajudar as empresas a criarem portais de vídeo mais baratos, já que a proposta é, a princípio, difícil e cara.

Volpi assumiu que demitirá funcionários. “Infelizmente, como parte desta mudança, diremos adeus a muitos de nossos colegas e amigos”. Entre a mudanças, o novo principal executivo será Matt Zelesko, enquanto Volpi ficará como presidente da diretoria presidencial.

Representantes do Joost não foram localizados pelo IDG News Service para um comentário imediato.

Fonte: IDG Now!

Microsoft – Ativação, perigo à vista

“A Microsoft anunciou que vai encerrar a venda do programa de finanças pessoais, Microsoft Money Plus, a partir desta terça-feira (30/6). Além disso, as licenças do software só poderão ser ativadas até 31 de janeiro de 2011, o que impede a reinstalação do Money em um PC que foi formatado ou em uma máquina nova, por exemplo, mesmo que a licença do usuário seja legal.” – Trecho IDG Now!

Perigo à vista. Quer dizer que agora a Microsoft quer abolir a ativação de um produto específico. Isso quer dizer que daqui a pouco, seu Office 2003 legalmente (e caramente $$$$) comprado também pode não ser mais ativável. Ou quem sabe o seu Windows XP, legalmente comprado, nota fiscal e tudo, pode não ser mais ativável…

Isso tudo porque ELES decidiram que era hora de seguir adiante.

Descontinuar, tudo bem, milhões de softwares são descontinuados. Mas impedir que o usuário faça uso do que comprou (sabendo o contrato de licença, nada especificava a descontinuação e inutilização definitiva do software).

Não que queiramos viver do passado, mas o Windows XP, da mesma forma que o 2000, ainda está presente e estará durante muito tempo, da mesma forma, que, em algumas empresas (pricipalmente pra aplicações antigas) o Windows 98 ainda é utilizado… Existem servidores rodando (e muito bem) NT 4… Simplismente impedir que o usuário faça uso do seu produto, CARO, é um desmerecimento.

Depois a pirataria é ruim né?

Ofertas 4G devem ser lançadas por no mínimo 12 operadoras em 2010

São Paulo – ABI Research avalia que disponibilidade de espectro é fundamental para lançamento de serviço. No Brasil, tema está indefinido.

Pelo menos 12 operadoras devem lançar serviços de quarta geração de telefonia celular (4G) baseados no padrão Long Term Evolution (LTE) no próximo ano, informou a consultoria ABI Research nesta terça-feira (16/06). O mercado de assinantes desse serviço ultrarrápido de dados deve chegar a 34 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010.

A promessa é que o LTE ofereça velocidades capazes de concorrer à altura do cabo (como o Virtua, da NET, e o Ajato, da TVA) e do DSL (no Brasil representado por serviços como o Speedy, da Telefônica, e o Velox, da Oi). Segundo a consultoria, a disponibilidade de espectro é o principal fator a impactar os planos de desenvolvimento.

Em países onde os órgãos reguladores do setor de telecom estão tornando o espectro disponível, muitas operadoras anunciaram planos para lançar ofertas de LTE, incluindo Estados Unidos e China, por exemplo. Já onde não há espectro disponível, as empresas estão postergando esses planos.

A faixa de frequência homologada e mais adotada pelos países para o LTE é a de 2,5 GHz (embora, nos Estados Unidos, a opção tenha sido pela de 700 MHz), que atualmente é ocupada no Brasil por serviços oferecidos pelas operadoras de TV a cabo por meio da tecnologia Multipoint Multichannel Distribution (MMDS).

A ocupação desta faixa de frequência é um assunto que está sendo debatido pelo governo, Agência Nacional de Telecomunicações e indústria. Fabricantes como Qualcomm, Nokia-Siemens, Alcatel-Lucent, NEC e Ericsson defendem que essa faixa de frequência seja destinada ao LTE, seguindo um alinhamento mundial que daria maior escala econômica à tecnologia e consequente queda de custos.

“São 300 mil usuários de TV por assinatura contra 155 milhões de telefonia celular. Deve haver um deslocamento de serviços para outra faixa”, avalia Newton Scartezini, consultor do setor de telecomunicações. “A proposta que existe é no sentido de reservar parte ou toda a faixa para o serviço móvel”, completa.

Globalmente, as primeiras operadoras que pretendem lançar LTE em 2010 são Verizon Wireless, MetroPCS Wireless e U.S. Cellular, nos Estados Unidos; NTT-DoCoMo e KDDI, no Japão; TeliaSonera, Tele2 e Telenor, na Europa; e a maior operadora do mundo, a China Mobile, que deve oferecer os serviços a partir de 2011.

No Brasil, os especialistas dizem que a demanda por serviços de dados e o crescimento da base de assinantes 3G levarão as operadoras a necessitar de mais espectro para dar vazão às necessidades dos usuários. “Existindo ou não o LTE, elas [as teles] precisarão de mais espectro”, pondera Scartezini.

Paulo Breviglieri, presidente da Qualcomm, estima que, em função do crescente consumo de dados por parte dos clientes 3G, em no máximo dois anos as operadoras móveis alcançarão o limite de sua capacidade de espectro.

Por isso, o executivo acredita que ainda este ano a Anatel chegue a uma definição sobre o uso de frequências, mesmo que elas não sejam colocadas em oferta imediatamente – até porque as teles móveis investiram milhões de reais no leilão das faixas de 3G em 2007 e ainda não recuperaram o investimento.

Os defensores do Long Term Evolution argumentam que esta é a tecnologia que oferece a melhor relação econômica para a prestação de serviços de banda larga móvel, uma vez que tem o apoio de diversos fabricantes e operadoras em todo o mundo.

Breviglieri cita projeções da consultoria Pyramid Research que indicam que em 2014 haverá 100 milhões de usuários LTE, contra 10 milhões de assinantes WiMax (que chegou a ser apontada como rival do Long Term Evolution) e 1 bilhão de clientes 3G. “É difícil ser competitivo com uma escala econômica inferior”, observa, referindo-se ao WiMax.

O executivo da Qualcomm faz questão de dizer que a empresa é agnóstica em relação a tecnologias, mas acredita que o WiMax terá aplicações de nicho, como por exemplo o backhaul (que pode ser definido como a capacidade de transmissão da rede).

Fonte: IDG Now!

HTML 5 ameaça padrões web como Flash e Silverlight, dizem especialistas

São Francisco – Evolução da linguagem padrão para web pode eliminar necessidade de plug-ins para aplicações multimídia em navegadores.

O HTML 5, evolução da linguagem de programação da web, pode mudar o jogo do desenvolvimento de aplicações multimídia e tornar obsoletos padrões estabelecidos no mercado como as tecnologias Flash, da Adobe, Silverlight, da Microsoft, e JavaFX, da Sun.

A nova versão da linguagem proposta pelo consórcio World Wide Web (W3C), responsável por desenvolver tecnologias compatíveis para a evolução da web, se volta ao desenvolvimento de aplicações online que não foram bem resolvida nas encarnações anteriores do HTML, reconhece o W3C. Agora, o HTML 5 volta para preencher as lacunas que ficaram a cargo de linguagens como Flash, Silverlight e JavaFX.

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“O HTML 5 é a segunda onda da web” afirma Dion Almaer, co-diretor de ferramentas de desenvolvimento da Mozilla, criadora do browser Firefox. A nova especificação, segundo ele, inclui funções para atender a oferta de vídeos e gráficos na web, além de um conjunto de interfaces de programação de aplicações (APIs na sigla em inglês).

Na avaliação de Ben Galbraith, co-diretor de ferramentas da Mozilla e co-fundador do site Ajaxian ao lado de Almaer, tecnologias viabilizadas pelo HTML 5 como o Canvas – para desenhos 2D -, o armazenamento de conteúdos no desktop permitirão que “usemos mais o browser do que nunca”.

As aplicações web ficarão mais divertidas, opina o gerente de projetos do browser Chrome, do Google, Ian Fette. “Elas serão mais rápidas e vão oferecer uma experiência melhor ao usuário, fazendo com que não exista uma diferença entre aplicações online e offline.”

Após cinco anos de trabalho, uma versão de testes do HTML 5 foi finalizada no início deste ano, mas a versão final está prometida para 2012.

A especificação já é compatível com browsers como Chrome, Safari, da Apple, e Internet Explorer 8, da Microsoft, e em versões que estão por vir, como o Firefox 3.5, da Mozilla, e Opera 10, da Opera.

Fim dos add-ons
Enquanto Adobe, Microsoft, e Sun disputam a oferta de suas tecnologias para o desenvolvimento de aplicações multimídia na web, o HTML 5 tem potencial para arrasar os concorrentes por oferecer experiências de web baseadas em um padrão da indústria.

Uma das vantagens do HTML 5 é deixar de lado tecnologias proprietárias na web como Flash, Silverlight e JavaFX, afirma Ian Hickson, co-editor da especificação HTML 5 e funcionário do Google – o co-editor do HTML 5 trabalha na Apple.

“É sempre um problema quando você fica preso a um único fornecedor de software – especialmente se eles decidem abandonar o produto que você está usando, ou cobrar por ele. Com uma plataforma aberta não há tal risco” afirma Hickson.
Embora as três companhias estejam envolvidas no progresso do HTML 5, tanto Microsoft como Adobe e Sun defendem suas tecnologias.

“O HTML 5 ainda é um padrão em fase de progresso. Ainda é muito cedo para fazer qualquer comparação”, afirma um porta-voz da Microsoft. “O Silverlight ainda será necessário já que oferece mais funções avançadas – como modelos de programação mais ricos e rápidos (C#), 3D, e funções de acesso fora do browser.”

Para o vice-presidente de ferramentas de desenvolvimento da Adobe, Dave Story, o “HTML 5 enfrenta muitos desafios” tendo em vista que o mercado de browsers ainda é fragmentado e as incompatibilidades entre os navegadores ainda prevalecem. “O cronograma do HTML 5 mostra que ainda levará pelo menos uma década para que os esforços em torno do HTML 5 e do CSS 3 sejam finalizados e implantados nos browsers. Neste período, a plataforma Flash continua oferecendo uma plataforma consistente que oferece experiências mais ricas aos usuários” defende Story.

James Gosling, vice-presidente da Sun e considerado o pai da linguagem Java, diz que o JavaFX “tem renderização (processo de carregamento da página), performance e comportamentos muito mais avançados do que o HTML 5.”

O HTML 5 ainda não é uma ameaça real a outras linguagens de programação web para multimídia, afirma o analista da empresa RedMonk, Michael Cote. Mesmo com sua versão final, o HTML 5 vai eliminar o conceito de plug-ins.

Fette, do Google, concorda com Cote. Segundo ele, o HTML 5 é um ponto de partida e empresas como o Google adicionarão seus avanços à linguagem como a função de arrastar e soltar imagens em um browser.

A chegada do HTML 5 pressionará gigantes como Google e Microsoft a tomarem decisões difíceis. O Google, que hoje usa a tecnologia Flash no site de vídeos YouTube, já vem testando o HTML 5 e deve repensar sua decisão. “É uma análise de custos versus benefícios que terá de ser feita”, diz Fette.

Já a Microsoft, que tem investido pesadamente na tecnologia Silverlight, incluindo acordos de transmissão online da Olimpíada de Pequim, em 2008, agora tem um elefante em sua sala, segundo Michael Cole. “Se eles já incluíram, o HTML 5 no Internet Explorer, terão de se questionar sobre a necessidade do Silverlight” conclui o analista.

Paul Krill, editor do InfoWorld, de São Francisco

Fonte: IDG Now!

CORREÇÃO – Correio do Povo NÃO FOI VENDIDO

O Correio do Povo continua com o Grupo Record. Tudo não passou de um boato do comprador, que contava como negócio fechado.

Correio do Povo é vendido, denovo

Nada a ver com TI nem internet… eu acho…

Correio do Povo, tradicional 2° melhor jornal do estado (na minha opinião) foi vendido. Agora é do empresário Vittorio Medioli. Ele é, proprietário de outros veículos de comunicação, como os jornais O Tempo e Super Notícia, de Minas Gerais.

O jornal Correio do Povo foi adquirido em 2007 pela Rede Record, numa negociação que envolveu também a compra da Rádio e TV Guaíba, que formavam o Sistema Caldas Junior de Comunicação.

A Rádio Guaíba não entrou nessa negociação. O motivo seria a falta de tato e de tradição da Rede Record de lidar com jornais. A empresa prefere voltar suas atenções para a TV e a Rádio, na qual possui mais tradição.

Vamos ver… se piorar cancelo assinatura também.

Fonte: esporteemidia.com, modificado com as partes que interessam por mim.

Oi Retoma a vida

Aparentemente os serviços da Oi voltam ao normal, com eventuais lentidões na internet em alguns pontos. Telefonia celular aparenta funcionar normalmente.

Oi voltando ao normal…

Tá lentamente voltando ao normal a Oi no RS. Estou em Caxias e aqui está lento, como no normal.

Oi Fora do Ar no RS

Serviço deve ser consertado até o final da manhã de segunda-feira

Um incêndio na manhã deste domingo destruiu salas do 17º andar do prédio da empresa de telefonia Oi, em Porto Alegre, e causou uma pane nos serviços de telefonia e internet da operadora no Rio Grande do Sul.

A Brasil Telecom, que vem utilizando a marca Oi desde o dia 17 de maio no Rio Grande do Sul, afirmou que os sistemas devem ser consertados até o final da manhã de segunda-feira.

O fogo iniciou por volta das 11h e atingiu o refeitório e a academia de ginástica do prédio. Naquele momento, funcionários de uma empresa realizavam a manutenção do ar-condicionado. Cinco pessoas que estavam com dificuldades de sair do prédio foram socorridas pelos bombeiros. Ninguém ficou ferido.

Inicialmente, a empresa havia informado que o incêndio não havia afetado os serviços, mas, em nota oficial, a Oi informou que o fogo afetou parcialmente a rede em Porto Alegre e na Região Metropolitana da capital gaúcha. Segundo a empresa, equipes de emergência foram deslocadas para solucionar os problemas, e o serviço deve ser restabelecido progressivamente a partir da noite deste domingo.

A Oi tem 500 mil assinantes de internet de banda larga no Rio Grande do Sul, 2 milhões de clientes em telefonia fixa e 1 milhão de linhas de telefonia celular.

Fonte: Zero Hora

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