Embratel com problemas nesta noite
Postado por rasga, em EmbratelNão tem alertas. Mas algumas rotas pela Embratel estão congestionadas (latência > 500ms)
Não tem alertas. Mas algumas rotas pela Embratel estão congestionadas (latência > 500ms)
DNS da GVT apresentou problemas hoje por volta das 16h.
Sugestão para quem não consegue acessar nada: usem os DNS do Google:
DNS primário 8.8.8.8
São diversos modelos, uns com TV outros com Wi-fi, similares a celulares de grandes marcas como Apple e Nokia. Conhecidos como MP7, MP8, MP9…MPx (tem até MP15).
1- NÃO EXISTE NADA ALÉM DE MP4.
A tecnologia é MPEG2 e MPEG4. Não existe MP5, Não existe MP6… Isso é só mercadologia. Alguém achou que MP5 era mais evoluído que MP4 e foi isso. Aliás a maioria desses celulares mal conseguiriam executar MP4 nativo com qualidade e decência.
2- Qualidade de produção
Na sua maioria não tem qualidade de produção nem de acabamento. Salvo raros casos. Não são tão resistentes (os Motorola também não são… então não dá pra se guiar por isso), sem contar que nem um português-brasileiro decente não se tem.
3- Anatel, radiação e câncer
Esses celulares não homologados pela Anatel, portanto não se sabe exatamente os níveis de radiação que eles podem emitir. Lembra daquela história que celular dá câncer? Pois é, não dá na teoria, levando em consideração às especificações e limites vigentes. Mas nesses celulares não dá pra ter noção de quanto de radiação (microondas, diga-se de passagem) eles emitem, interferências (lembro-me de um amigo que comprou um MP9 e ele causava interferência em microfones sem fio de palestrantes a 50m de distância).
4- Baterias
Também não dá pra dizer com 100% de certeza condições específicas das baterias que esses “caras” carregam. Os carregadores também não são confiáveis. Minha recomendação é que sempre carreguem longe do rosto (tipo, não fique trabalhando com o celular na mesa e ligado à tomada. CLARO, todos celulares são suscetíveis a explosão. Mas uma bateria que muitas vezes nem tem identificação de fabricante, tu não terás nem quem processar por uma plástica. Pense nisso.
Inexistência de casos não justificam cuidado? Isso até acontecer. Daí vira até reportagem de Repórter Record/ Globo Repórter…
5- O legal
O Legal desses celulares são a reunião de recursos legais (wi-fi, bluetooth, touchscreen, TV ($#@% analógica… mas tem) a preços populares… também a alteração e várias atualizações de firmware promovidas por vários desses “fabricantes” são no mínimo interessantes.
6- Garantia
La Garantía soy yo. O próprio vendedor/loja é responsável. Normalmente eles são legais. Ou seja, se o celular explodir na sua mão ou pior, no bolso de sua calça próximo ao passarinho eles vão ter dindin dinheiro para pagar seu tratamento? O fabricante (só um exemplo, olhe atrás do HiPhone, o FCC ID é da Apple, já começa por aí) que você nem sabe quem é vai pagar seu passarinho tratamento?
7 – Conclusão
Não digo que não sejam legais, com muitos recursos de celulares CAROS. E MUITO CAROS. No entanto, só pela radiação que não sabemos fica complicado confiar. Pode ser que seja até menor do considerado normal, pode ser que não seja abusivo. MAS SE FOR? Vale a pena assar teus neurônios ou teu passarinho (no caso dos meninos) pra ter um celular desses. Depois se a coisa assar e parar de funcionar, não diga que eu não avisei.
Deixe um comentário, quero saber sua opinião sobre tudo que eu comentei. Se puderem, repassem aos seus amigos, principalmente àqueles que têm ou pretendem comprar um desses aparelhos.
Encontrei este artigo na Keepgeek que pode interessar a muitos:
http://www.keepgeek.com.br/2010/06/19/computadores-populares-de-lojas-vale-a-pena/
Oi força a TAM a voar só com uma asa.
Agora você será também um VOADOR!!!
http://www.voesimplesassim.com.br/
Imagem: reprodução.
Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.
O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.
Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.
“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.
Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.
Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil
Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.
“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.
No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.
Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.
Fonte: IDG Now!
É o que diz pesquisador americano, que detectou tráfego intenso em sub-redes que deveriam estar sem uso; problema pode acelerar migração para o IPv6.
Os poucos blocos de endereços Internet que ainda restam para ser alocados sob o velho protocolo IPv4 parecem abrigar alguns hotspots de tráfego não solicitado, e qualquer um que consiga tais endereços seria levado a pagar por esse tráfego pirata, alertou um pesquisador na conferência North American Operators Group (Nanog), na segunda-feira (14/6).
Ninguém pode configurar um servidor web sem um endereço IP (Internet Protocol) que não tenha sido alocado. Mas qualquer um pode escrever código que aponte para endereços não utilizados. A atividade inesperada encontrada nesses “espaços negros” pode vir de diversas fontes, desde ataques na Internet até um código benigno feito para testar uma aplicação ou um PC.
Apesar de o tráfego não representar uma ameaça de segurança em si, a empresa que comprar um endereço afetado de um provedor de serviços de Internet (ISP) poderia ter que pagar pela transmissão de pacotes irrelevantes, disse Manish Karir, pesquisador da Merit Network. A Merit é uma operadora de rede educacional e um centro de pesquisas de Internet com sede em Michigan (EUA).
O IPv4 permite a criação de no máximo 4,3 bilhões de endereços, e este suprimento deverá chegar ao fim dentro de dois anos. Se alguns dos endereços restantes forem poluídos por tráfego não solicitado, isso poderia tornar o problema ainda mais urgente para as empresas que precisam de endereços IPv4 novos e utilizáveis.
Do fundo do tacho
Os endereços IP são alocados por administradores regionais de Internet, geralmente para ISPs. Estes, por sua vez, cedem pequenos blocos deles para seus clientes corporativos. Apenas uma pequena fração de blocos de endereços IPv4 ainda espera por ser utilizada. Karir e um grupo de outros pesquisadores buscaram descobrir se os endereços do fundo do tacho virtual são tão bons como aqueles que já foram fornecidos.
“Há uma preocupação crescente de que esses blocos possam ser rejeitados”, disse Karir. A base dessa preocupação são os tipos de tráfego que foram bloqueados ou movidos dos blocos já alocados e que migraram para outros que ainda estão livres.
A equipe de Karir trabalhou em parceria com a APNIC, a entidade registradora da Internet para a região da Ásia-Pacífico, para testar um bloco novo, chamado 1.0.0.0/8, porque se sabe que ele tem sido utilizado em exemplos e situações de teste ao longo dos anos. Ao capturar pacotes num período de cerca de 10 dias, eles encontraram uma grande quantidade de tráfego.
No bloco inteiro 1.0.0.0/8, havia uma média de 170 Mbps (milhões de bits por segundo) de tráfego permanente, a uma média de 150 pacotes por segundo, disse Karir.
Parte desse tráfego ocorreu em uma sub-rede chamada 1.1.1.0, que é geralmente utilizada para testar configurações de computadores e de roteadores. Mas os pesquisadores foram surpreendidos por uma grande quantidade de tráfego em outra sub-rede, responsável por quase 35% de todo o tráfego no bloco inteiro de endereços.
Eles usaram então o analisador de protocolo Wireshark para reconstruí-los. O tráfego consistia de sinais de ocupado e de mensagens de áudio avisando que o número de telefone chamado estava errado. “Se você gostaria de fazer uma chamada, por favor, verifique o número e tente de novo”, dizia uma das mensagens, que Karir reproduziu para a audiência da Nanog.
Efeito colateral
Os pesquisadores acreditam que estes sinais foram o efeito colateral de problemas com SIP (Session Initiation Protocol), uma tecnologia bastante utilizada em voz sobre IP e outros tipos de comunicação baseada em pacotes. Os sinais teriam surgido no “espaço negro” por causa de servidores SIP mal configurados ou por causa de ataques do tipo “convite SIP”, no qual um sistema é inundado com convites malformados para iniciar uma sessão SIP, disse Karir. Por causa de um “padrão codificado em hardware”, os sinais de ocupado são configurados para chegar a esta sub-rede particular, disse ele.
Outra fonte de pacotes para o bloco de endereços – mais de 17% do total – era composta de pesquisas DNS mal direcionadas, embutidas nas páginas web que os usuários costumam clicar.
Com base nas descobertas, a APNIC decidiu bloquear as piores sub-redes no bloco 1.0.0.0/8. O corte dos dez piores hotspots reduziu significativamente o tráfego não solicitado, disse Karir.
No entanto, os pesquisadores encontraram evidências de tipos semelhantes de poluição em diversos outros blocos de endereços não alocados, e é difícil prever em que bloco tal tráfego poderá ressurgir, disse o pesquisador.
“Cada ‘espaço negro’ é diferente (…) porque os hotspots surgem em lugares estranhos e imprevisíveis”, disse Karir.
Ele aconselhou aos administradores de rede que recebem blocos poluídos a negociar com seus ISPs sobre uma possível troca. Mas isso pode ser difícil, já que os endereços IPv4 estão cada vez mais perto do fim, alertou. Há apenas 16 blocos remanescentes com 16,7 milhões de endereços cada – há três meses, eram 22 blocos, disse Karir.
Fonte: Stephen Lawson, IDG Now!
Os dados são do CEPTRO.br, departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão que administra a internet no país.
O tráfego na web brasileira caiu mais de 70% durante a estreia da seleção na Copa 2010.
Os dados são do Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão que administra a internet no país.
O CEPTRO registrou uma queda significativa no tráfego nos Pontos de Troca de Tráfego Metropolitanos (PTTMetro), gerenciados pela entidade.
Na quarta-feira (16/06), o tráfego caiu dos esperados 35 Gb/s (gigabits por seg.) para 12 Gb/s no horário da partida entre Brasil e Coreia do Norte, comuma visível subida no intervalo do jogo. A queda foi maior do que a que ocorre aos sábados e domingos.
Os PTTs são infraestruturas em Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Londrina, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Eles permitem que a troca de tráfego entre grandes redes, os chamados Autonomous Systems (AS), ocorra o mais próximo possível e com um número reduzido de intermediários.
Nas empresas, a redução foi ainda maior – de até 75%, de acordo com números da Tecla Serviços de Internet.
Fonte: IDG Now!
A notícia é do dia 8. Mas é importante:
Depois de cortar os cabos da concorrente (GVT) em algumas regiões do país, a Oi Internet adotou um programa que rastreia TUDO que os seus clientes fazem na internet. Basicamente, em termos bastante simples: se você acessar o Orkut e procurar o nome da sua namorada (ou do seu namorado) a Oi terá acesso à todas essas informações.
Recentemente a Oi adquiriu os serviços da empresa inglesa americana chamada Phorm. O sistema, que vem sendo testado desde março, é chamado no Brasil de “navegador” e a tecnologia utilizada sempre promove controvérsias. Ora, se por meros cookies as pessoas já reclamam, imagine todos os dados utilizados pelos clientes?
A empresa anunciou parceria com os portais iG, Terra e UOL. No início, o sistema será usado apenas no Rio de Janeiro, com previsão de expansão para todo o estado até o final de 2010. Segundo a empresa, o objetivo é fazer um ambiente customizável: os internautas teriam acesso as informações personalizadas de acordo com os seus gostos. Parece que a Oi Internet escolheu a “melhor” empresa para oferecer um novo serviço: a Phorm foi acusada, em países onde as políticas de privacidades são mais severas, de práticas abusivas. O que ela fez? Simples, voltou seu foco para mercados emergentes, onde os países ainda não se importam tanto com a privacidade. Sim, o Brasil é um deles.
Utilizando um nome dúbio, que levará muitos usuários a agirem por impulso (aceitando para variar, sem ler os termos) o tal “sistema” visa facilitar a navegação. Lembrando que a empresa já recebeu notificações dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra após desenvolverem um programa parecido, cujo funcionamento era muito semelhante ao de um spyware.
O sistema já virá habilitado. O usuário terá a opção de desativar, ou não. Sabe aquelas caixinha que já vem marcada, em muitos instaladores que geralmente instalam aquelas barras de ferramentas no Internet Explorer? Pois bem, o sistema já virá marcado. Você precisa olhar com cuidado para não deixar de desmarcar. A diferença entre ele e um spyware, é que o sistema não ficará instalado no computador do usuário e sim “na rede”. Complicado vai ser para desabilitar depois…
Fonte: MeioBit
Se já não bastasse o traffic shapping sem-vergonha e imundo que a Oi usa e não confessa, agora isso.
Opções: VPN e SSL (https já serve).
Oi, nem de graça. Tchau.
Notei agora, entrou o sinal de TV Digital da BAND. Já em preparação para copa. Qualidade do sinal 98%.
Tinha às 2h da madrugada e não tinha entrado. Agora 13:41 entrou.